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ISA ENERGIA BRASIL evolui marca e estreia novo ticker na B3 (ISAE)
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A empresa líder na transmissão de energia do país está assumindo uma nova marca institucional, passando a se chamar ISA ENERGIA BRASIL, no lugar de ISA CTEEP. O ticker da empresa na B3 também está mudando: de TRPL4 (ações preferenciais) e TRPL3 (ações ordinárias) para ISAE4 E ISAE3, respectivamente, a partir do pregão de 18 de novembro.
A nova identidade reflete a expansão da companhia pelo Brasil, além de associá-la diretamente ao seu setor de atuação. O movimento também fortalece o propósito da empresa de liderar a transição energética de forma sustentável, gerando valor à sociedade e aos acionistas.
Fundada há 25 anos, a ISA ENERGIA BRASIL é responsável por transmitir energia de alta tensão, através de extensas redes de linhas, desde as usinas de geração até as subestações para entrega às distribuidoras, que são responsáveis pela entrega da energia aos consumidores finais. Presente em 18 Estados, a companhia é responsável por 30% de toda a energia transmitida no país, índice que chega a 95% no Estado de São Paulo, e conta com mais de 1.600 colaboradores.
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Sua rede é composta por 28 mil quilômetros de circuitos em operação e 3,4 mil quilômetros em construção, incluindo ativos próprios ou controlados em conjunto com parceiros, e 129 subestações próprias em operação, além de oito em construção.
De São Paulo para o Brasil
A companhia iniciou suas atividades em 1999, no Estado de São Paulo, fruto da cisão da Companhia Energética de São Paulo (CESP). Inicialmente chamada de Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), operava sob controle do governo estadual, com a missão de assegurar a entrega segura e eficiente de eletricidade em diversos pontos de São Paulo.
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Em 2006, foi privatizada e passou a ser controlada pela Interconexión Eléctrica S.A. (ISA), uma das maiores empresas de transmissão de energia elétrica da América Latina. A nova gestão implementou investimentos e modernizações que aumentaram a eficiência operacional e a capacidade da companhia de atender à crescente demanda energética no Brasil.
Desde então, a ISA ENERGIA BRASIL expandiu suas operações além das fronteiras paulistas, lançando novos projetos e acumulando um portfólio de 35 concessões em todo o país. Com uma estratégia focada em crescimento sustentável, inovação e modernização, vem investindo em projetos de reforços, melhorias e se destacando em leilões. Consolidou-se como líder de mercado e como uma das principais forças impulsionadoras da transição energética nacional
Nota AAA para investimento
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A empresa também se sobressai junto aos investidores. Com uma sólida geração de caixa, busca oferecer estabilidade e segurança aos investidores, sendo classificada como Investment Grade pela Fitch, com nota AAA (bra). Focada em maximizar a geração de valor aos acionistas, mantém a prática de pagar a eles 75% do lucro líquido regulatório, equilibrando crescimento e distribuição de proventos.
A ISA ENERGIA BRASIL é uma das empresas mais inovadoras do setor, responsável por vários avanços importantes. Entre os marcos recentes, implementou o primeiro sistema de armazenamento de energia em larga escala (baterias) no sistema de transmissão brasileiro.
Também desenvolveu as primeiras subestações com conceito digital e 4.0, revolucionando o processamento e a utilização de dados de gestão para tomadas de decisões; e instalará, de forma pioneira no país, a tecnologia FACTS (Sistemas de Transmissão de Corrente Alternada Flexíveis) em linhas de transmissão, otimizando o uso de linhas existentes ao eliminar gargalos por meio do redirecionamento dos fluxos de energia.
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Seus índices de disponibilidade e performance operacional estão acima das referências estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
A empresa também está comprometida com práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança, desenvolvendo programas de conservação da biodiversidade e mitigação de mudanças climáticas que são referência no setor de energia, como o Programa Conexão Jaguar.
Com o novo nome de ISA ENERGIA BRASIL, e identificada pelos tickers ISAE4 e ISAE3, na B3, a companhia busca seguir no mesmo caminho de crescimento sustentável, baseado em inovação, eficiência e modernização com foco na transição energética e na geração de retorno aos acionistas e à sociedade.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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