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Jackie Chan’s Karate Kid Return Means The New Movie Will Have To Acknowledge The Weirdest Thing About The 2010 Remake

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Jackie Chan is returning for the upcoming Karate Kid: Legends, and this means an explanation regarding a weird 2010 The Karate Kid detail is a must. The famed martial arts star played a wise king fu teacher, Mr. Han, with Jaden Smith playing his underdog student, Dre. The formula of the 2010 movie was nearly identical to that of the original 1984 The Karate Kid, though with a different setting and characters. It was initially acknowledged as a remake, but the way audiences originally understood the Karate Kid universe is now being changed.




Karate Kid: Legends features a new titular karate kid, Li Fong (Ben Wang), who will be taught by the joint efforts of Mr. Han and Daniel LaRusso (Ralph Macchio). This is an exciting concept since fans have long been hoping to see these two characters brought together. It had been hoped that Chan would join up with the cast of Netflix’s Karate Kid spinoff series, Cobra Kai, but the showrunners noted that this would be impossible since the characters of 2010’s The Karate Kid exist in a separate universe. Karate Kid: Legends has proved them wrong, but the movie will still have some explaining to do.


The New Karate Kid Has To Acknowledge How Similar Mr. Han’s Story Is To Mr. Miyagi’s

Mr. Han Fills Mr. Miyagi’s Shoes A Little Too Well

Custom Image by Daniel Bibby


Chan’s character in the 2010 The Karate Kid, Mr. Han, was constructed to be a rebooted version of Mr. Miyagi. Smith’s Dre was the new Daniel LaRusso, and their time together practicing through practical means like waxing a car or hanging up a jacket was also meant to mimic the original 1984 story. This is pretty standard for a remake, but now that Karate Kid: Legends has placed Chan’s movie in the same universe as Macchio’s, it’s far stranger that these characters would all share so much in common. How could identical stories happen to different characters in different times and places?

Karate Kid: Legends
is set to release May 30, 2025.


Somehow, the strangeness of these two stories will have to be addressed in Karate Kid: Legends. The film must justify how Mr. Han and Mr. Miyagi would be so similar and how their experiences with young students (Dre and Daniel, respectively) perfectly mirror one another. The Karate Kid: Legends trailer that debuted at the New York Comic Con (not yet released to the public) sees Mr. Han admit to Daniel that he had known Mr. Miyagi, so this is likely to be a key aspect of the explanation. Still, completely shifting how audiences perceived 2010’s’ The Karate Kid’ will be no easy task.

Karate Kid: Legends Combining Daniel & Mr. Han Completely Changes The 2010 Remake

The New Karate Kid Movie Must Acknowledge & Roll With The Weirdness

Daniel LaRusso from Cobra Kai and Mr. Han from Karate Kid 2010 in front of a dojo.
Custom image by Ana Nieves


The 2010 The Karate Kid movie was a remake through and through. There didn’t need to be any explanation for why Dre and Daniel’s stories were so similar or why Mr. Han and Mr. Miyagi shared similar training methods (and had similar tragic pasts). However, by bringing Mr. Han and Daniel together, the 2010 movie’s status has changed. It’s no longer a remake but a separate installment in the franchise (like the Karate Kid sequels, Cobra Kai, and Karate Kid: Legends itself).

While this shift is a tad uncomfortable, the Karate Kid franchise has never been dedicated to believability.

While this shift is a tad uncomfortable, the Karate Kid franchise has never been dedicated to believability. The idea that Daniel became a karate champion in a matter of months is outrageous, but audiences buy it for a heartwarming underdog story. Cobra Kai is even more outrageous. Still, this doesn’t mean that Karate Kid: Legends doesn’t need to bother explaining its own existence. Overall, if the movie even just makes a tongue-in-cheek acknowledgment that these two stories existing in the same universe are silly, audiences can shift their perspectives a little easier.


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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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