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Se fora do campo a diretoria tem que administrar um processo de recuperação judicial, que cada vez compromete o futuro da instituição esportiva mais vencedora de Joinville, dentro dele o Joinville Esporte Clube termina 2024 na pior situação de sua história. Foram 20 jogos em 2024 e apenas três vitórias. A temporada terminou no último domingo sem vitórias na Copa Santa Catarina e de forma melancólica: derrota para o Hercílio Luz em casa por 1 x 2. Levantamento do jornalista Gabriel Fronzi, chefe da maior equipe esportiva do rádio joinvilense, lembra que das três vitórias, duas foram contra equipes já rebaixadas e a terceira graças a dois pênaltis. A atual diretoria não é responsável por esta situação desesperadora, mas os resultados em campo comprovam que ela não tem condições de levantar o JEC nos próximos anos, muito menos formar um grupo em condições de se classificar na Série D.


Futsal
Por outro lado, nas quadras o JEC é uma das melhores equipes do Brasil, graças à parceria com a Krona. As camisas, a torcida organizada e o nome são os mesmos, mas são gestões e CNPJ diferentes.

Acidentes
No final de semana dois graves acidentes na BR- 376, que liga Curitiba a Garuva. Sua continuação no Estado é a BR-101. No sábado uma roda soltou de um caminhão e atingiu a parte frontal de um ônibus, causando uma vítima fatal. Na noite de domingo, uma carreta sem freio atropelou uma van e caiu fora da rodovia. O caminhão prensou a van e causou a morte de pelo menos seis atletas de uma equipe de remo formada por adolescentes paulistas. Apenas um deles sobreviveu e está internado no Hospital Municipal São José de Joinville.

Inteligência artificial
A secretaria de desenvolvimento econômico e inovação da prefeitura de Joinville está oferecendo um curso gratuito sobre inteligência artificial amanhã (22)entre 8h30m e 11h30m. As vagas são limitadas. O curso com o tema “IA, desmistificando o uso no dia-a-adia” é uma iniciativa do programa de incubação “Join.Cubo”, que todas as semanas promove palestras e workshops.

Deputado culpa a prefeitura pelo atraso na reforma
Em postagem no Instagram, o deputado estadual Fernando Krelling (MDB) afirmou que a reforma do ginásio Ivan Rodrigues está “travada” na prefeitura de Joinville. O prédio abandonado há mais de 10 anos pertence ao governo do Estado e vem sendo ocupado por moradores de rua e telhas caindo. Há alguns meses, uma empresa foi contratada para elaborar o projeto de reforma. “Só falta a liberação da prefeitura de Joinville para licitar a obra” afirmou Krelling, que já conseguiu o recurso com o governo estadual.
Eventos sem estacionamento
Um dos impasses para esta liberação pode ser a falta de vagas de estacionamento no entorno do ginásio em dias de eventos. O local já abrigou os maiores shows musicais e eventos esportivos de Joinville antes da inauguração do Centreventos Cau Hansen há 26 anos. Naquele longo período, a Rua Max Colin contava com estacionamento em ambos os lados e a rua Timbó (paralela) também. Hoje, por não contar com estacionamento público na Rua Max Colin, em dias de jogos o congestionamento nesta que é uma das mais movimentadas de Joinville prejudicaria a mobilidade urbana.
Solução
Estado e município deveriam acordar a municipalização do ginásio, cuja reforma é avaliada em mais de R$ 30 milhões. Como está projetado a construção de um ginásio municipal com capacidade para 5 ou 7 mil lugares próximo à Univille no próximo ano, o recurso estadual da reforma poderia ser transferido para o município investir na futura obra. Reformado, Ivan Rodrigues vai se tornar um elefante branco.
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Curtas
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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