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K-pop: capital paulista tem atrações coreanas nas fábricas de cultura
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1 mês atrásem
Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil
As unidades do Programa Fábricas de Cultura, do governo estadual de São Paulo, espalham a cultura sul-coreana e o gênero musical k-pop pela capital paulista, neste sábado (9).
Apesar de o foco central ser a música, o evento conta com uma programação bastante variada, com oficinas de maquiagem, de criação de produções audiovisuais, os chamados k-dramas e de dança, além de atividades com gastronomia e animes.
Há atividades para atender tanto as comunidades das zonas norte, leste e sul da capital como a de Osasco. Segundo a organização do evento, pode ser uma grande oportunidade para se aproximar “desse grande mapa cultural do k-pop” e criar, a partir dele, um repertório com inúmeras referências.
No Brasil, o interesse pela Coreia do Sul e a audiência dos k-dramas vem aumentando, sobretudo os transmitidos em serviços de streaming. Os dramas que dominam as telas dos brasileiros contam histórias de romance e comédia romântica, com protagonistas frequentemente retratados como emotivos e carinhosos.
Confira abaixo alguns destaques por região. Clique aqui para a programação completa.
Zona Norte
A partir das 10h, a Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha recebe a produtora e gerente de turismo Carol Akioka para um bate-papo sobre O que é K-pop?. Na conversa, a produtora, que atua desde 2016 com artistas do gênero, abordará as tendências e proporcionará um entendimento sobre a cultura e o sucesso do K-pop.
Já o Núcleo Taipas, da Fábrica de Cultura Brasilândia, estará com uma programação mais extensa a partir das 11h. Entre as atrações, uma oficina de experimentação de maquiagens sul-coreanas e um bate-papo com a maquiadora Fernanda Andrade; uma experimentação na gastronomia sul-coreana, em que os participantes poderão preparar as próprias bebidas à base de geleia de frutas; apresentação de coreografias populares de grupos de K-pop como BTS, Blackpink, Twice e EXO; haverá ainda um desafio em chroma key em que os fãs de produções audiovisuais coreanas (k-drama) serão desafiados a criar o roteiro e gravar um conteúdo de no máximo um minuto; e a agenda termina com uma oficina de produção de estampas inspiradas na cultura pop sul-coreana utilizando a técnica de serigrafia.
Às 14h, a Fábrica de Cultura Brasilândia promove o workshop K-pop e racialidades ministrado por Érica Imenes que abordará a inclusão de pessoas negras em ambientes de fandom e K-pop.
A Fábrica de Cultura Jaçanã terá a Mostra de dança: k-pop é pop na k-brada às 13h. Nesta atividade, o público aproveitará apresentações da dança com fãs e grupos amadores, participando do Random play de K-pop – momento em que se pode arriscar a fazer a coreografia de um clipe durante o refrão da música.
Zona Leste
Com a atividade Experiência K-pop, que ocorre na Fábrica de Cultura Vila Curuçá a partir das 10h, os visitantes poderão aproveitar uma exposição de fotos e vídeos sobre a cultura K-pop por meio de monóculos temáticos com imagens de grupos famosos a serem descobertos pelo público.
Além disso, o local terá um espaço instagramável e outro de karaokê para os visitantes soltarem a voz com os sucessos deste gênero musical, sem esquecer as apresentações de grupos de K-pop locais.
Apresentações artísticas de K-pop, concurso de cosplay, brincadeiras sul-coreanas e desafios de random vão agitar a Fábrica de Cultura Sapopemba durante a tarde, com início às 13h30.
Já na Fábrica de Cultura Itaim Paulista a diversão fica por conta do evento K-star, às 14h, que receberá grupos deste gênero, dentre eles, Star Six, Red Kisses, Get a Guitar, Violet Crazy e Sweet Dreams.
Outra unidade que irá receber grupos de dança e cantores de K-pop, além de promover o Randon e disponibilizar um painel fotográfico inspirados em animes para os visitantes tirarem fotos, é a Fábrica de Cultura Parque Belém. A programação começa às 14h.
Neste mesmo horário, mas na Fábrica de Cultura Cidade Tiradentes, ocorre o Especial K-arena, que além das apresentações de dança e do Randon, oferecerá medalhas de participação aos grupos.
Zona Sul
A produtora de eventos Idols in Concert leva para o palco da Fábrica de Cultura Jardim São Luís mais uma edição do K-stage Experience, a partir das 12h, com grupos de dança de São Paulo, da Baixada Santista, do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte para celebrar o K-pop com muita dança e performances elaboradas, além de atrações especiais.
Já a Fábrica de Cultura Capão Redondo será palco do evento K-pop Experience na Periferia, que contará com diversas atividades interativas, como Random Play Dance, concursos de dança, workshops de coreografias e painéis de conversa sobre a cultura K-pop e sua influência no Brasil. As atividades começam a partir das 13h.
Osasco
Para os amantes da cultura sul-coreana residentes de Osasco, a Fábrica de Cultura promove o K-pop Day Oz das 14h às 19h com uma programação diversa. O evento contará com apresentações dos grupos ZBR, cover focado em ZEROBASEONE, e A2B; e um workshop ministrado pela artista Tina, membro do grupo WeStay, da BNB Entertainment, com foco nos movimentos de uma coreografia original de K-pop.
Seviço:
Toda a programação é gratuita e a classificação é livre. Os destaques, a seguir, não exigem inscrição. É só chegar e aproveitar!
Fábrica de Cultura Parque Belém
Av. Celso Garcia, 2231 – Belenzinho | Tel: (11) 2618-3447
K-pop na Fábrica
A partir das 14h
Fábrica de Cultura Brasilândia
Avenida General Penha Brasil, 2508 | Tel: (11) 3859-2300
Workshop K-pop e racialidades com Érica Imenes
Das 14h às 16h
Fábrica de Cultura Capão Redondo
Rua Bacia de São Francisco, s/n – Conjunto Habitacional Jardim São Bento | Tel: (11) 5822-5240
K-pop Experience na periferia
Das 13h às 20h30
Fábrica de Cultura Cidade Tiradentes
Rua Henriqueta Noguez Brieba, 281 – Conj. Hab. Fazenda do Carmo | (11) 2556-3624
Especial K-pop: K-arena
A partir das 14h
Fábrica de Cultura Itaim Paulista
R. Estudantes da China, 500 | (11) 2025-1991
K-star edição especial
A partir das 14h
Fábrica de Cultura Jaçanã
Entrada 1: Rua Raimundo Eduardo da Silva, 138 | Entrada 2: Rua Albuquerque de Almeida, 360 | Tel: (11) 2249-8010
Mostra de dança: K-pop é pop na k-brada
Das 13h às 17h
Fábrica de Cultura Jardim São Luís
Rua Antônio Ramos Rosa, 651 | Tel: (11) 5510-5530
Idol in Concert: k-stage experience
Das 12h às 18h
Fábrica de Cultura Osasco
Rua Santa Rita, s/nº, Jardim Rochdale – Osasco | Tel: (11) 3689-7600
K-pop Day Oz
Das 14h às 19h
Fábrica de Cultura Sapopemba
Augustin Luberti, 300 – Fazenda da Juta | (11) 2012-5803
Especial K-pop na Fábrica
A partir das 13h30
Núcleo Taipas – Fábrica de Cultura Brasilândia
Rua Joaquim Pimentel, 200 | Tel: (11) 3971-3640
Agenda:
Experimentação em maquiagem sul-coreana
Das 11h às 13h
Minuto K-drama em chroma key
Das11h às 12h; e das 13h30 às 14h30
Produção de estampas K-pop
Das 11h às 15h
Fresh Milk: experiência gastronômica sul-coreana
Das 14h às 16h
K-pop: música, dança e idols!
Das 15h30 às 16h30
Fábrica de Cultura Vila Curuçá
R. Pedra Dourada, 65 – Jardim Robru | (11) 2016-3316
Experiência K-pop
Das 10h às 16h
Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha
Rua Franklin do Amaral, 1575 | Tel: (11) 2233-9270
“O que é K-pop?” com Carol Akioka
Das 10h às 11h
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Pesquisas de opinião eleitorais alemãs – quem lidera em 2025 | Alemanha
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20 minutos atrásem
12 de dezembro de 2024 Seán Clarke and the visuals team
A Alemanha prepara-se para eleições gerais para o Bundestag, a câmara baixa do seu parlamento, em 23 de Fevereiro, depois do colapso da sua coligação de “semáforos” de social-democratas, liberais e verdes. O sistema eleitoral do país é altamente proporcional, pelo que as sondagens dão uma boa indicação sobre qual a forma de governo que poderá ser possível após as eleições.
Últimas pesquisas de opinião alemãs
Média móvel de 14 dias %
CDU/CSU | |
SPD | |
Verdes | |
PSD | |
AfD |
Fonte: Média móvel do Guardian de dados de pesquisas recentes de wahlrecht.de, última atualização
Quem é quem? Perfis de festa
O Bundestag cessante
A composição da actual câmara deixa claro que o governo de Scholz não poderia sobreviver sem o FDP, mas também teria dificuldades para formar qualquer nova coligação que não incluísse a conservadora CDU/CSU. Por seu lado, o partido de Friedrich Merz tem actualmente mais a ganhar com novas eleições do que com o apoio à chanceler.
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Primeiro-ministro da Síria diz que colaboradores militares de al-Assad serão levados à justiça | Notícias da Guerra da Síria
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23 minutos atrásem
12 de dezembro de 2024O novo primeiro-ministro interino da Síria prometeu proteger os direitos das minorias e trazer segurança ao país numa entrevista à Al Jazeera, em meio a relatos de que o túmulo de Hafez al-Assad, pai do deposto presidente sírio, Bashar al-Assad, foi incendiado em Latáquia.
O túmulo de Hafez, que foi presidente de 1971 até sua morte em 2000, foi queimado em sua cidade natal, Qardaha, localizada no coração de Latakia, na comunidade alauíta de al-Assad. Bashar al-Assad o sucedeu em 2000.
Mohammed al-Bashir, o recém-nomeado primeiro-ministro interinodisse que a prioridade é garantir que as pessoas possam regressar ao trabalho, mas prometeu levar à justiça “aqueles cujas mãos estão manchadas de sangue”.
“A maior parte dos funcionários que trabalhavam nessas instituições voltaram ao trabalho e retomaram o trabalho. A porta permanece aberta para todos os funcionários, exceto para aqueles cujas mãos estão manchadas com sangue de instituições militares ou da shabiha”, disse ele, referindo-se aos grupos de combatentes sírios leais à família al-Assad.
“Esses indivíduos serão encaminhados aos tribunais para julgamento antes de serem autorizados a retornar às suas funções nas instituições”, acrescentou al-Bashir, que chefiou o governo regional na província de Idlib.
Os sírios de todo o país celebraram o fim espectacular de cinco décadas de governo brutal da família al-Assad, depois de uma ofensiva relâmpago liderado pelo grupo Hayat Tahrir al-Sham (HTS) e seus aliados.
O HTS continua classificado como grupo “terrorista” pelos Estados Unidos, Turquia e outros governos, uma vez que travou uma rebelião armada contra o regime de al-Assad durante mais de uma década.
Numa reunião do G7 na sexta-feira, espera-se que os líderes mundiais ponderem se apoiam o novo governo de transição da Síria e possivelmente suspendem a designação.
Numa tentativa de atenuar as preocupações sobre a inclusão de um governo liderado pelo HTS, que fazia parte da Al-Qaeda antes de romper relações em 2016, al-Bashir disse repetidamente que o novo governo protegeria os direitos das minorias.
O partido Baath do Presidente deposto al-Assad anunciou que suspenderia o seu trabalho “em todas as suas formas… até novo aviso” e entregaria bens às autoridades.
Mohammad Nassif, um residente de Latakia, disse à Al Jazeera que o túmulo foi profanado num ato de despeito para com Hafez al-Assad e seu filho removido, Bashar.
“Vimo-lo queimado e destruído pelas pessoas da sua aldeia porque ele os deixou passar fome, porque o odiavam e porque ele nos destruiu, deslocou-os e deslocou-nos”, disse Nassif.
A nova administração também se comprometeu a encerrar as famosas prisões do antigo regime, onde milhares de pessoas foram torturadas e executadas.
Hlala Merei, uma refugiada palestina na Síria, disse que a tortura e a detenção arbitrária infligidas pelo regime ao seu povo eram imperdoáveis.
“Por que Bashar al-Assad fez isso com o povo? Se ele os tivesse preso, julgado, não teríamos dito não. Mas cortá-los assim? É injusto”, disse ele.
A nova administração convocou os milhões de refugiados que fugiram do país durante a guerra civil a regressarem para reconstruir o país.
Quase metade da população do país antes da guerra foi deslocada e milhões fugiram do país durante os 13 anos de guerra.
Enquanto isso, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, deveria chegar à Jordânia na quinta-feira para uma viagem regional com o objetivo de discutir uma transição governamental “inclusiva” na Síria, segundo o porta-voz Matthew Miller.
O enviado das Nações Unidas para a Síria, Geir Pedersen, apelou a um processo inclusivo e alertou que as divisões poderiam levar a novos conflitos civis.
No gabinete do governador de Damasco, Mohammed Ghazal disse à agência de notícias Reuters que o novo governo não tinha problemas com “qualquer etnia e religião… Quem criou o problema foi o regime (de Assad)”.
Zakaria Malahifji, secretário-geral do Movimento Nacional Sírio que já serviu como conselheiro político dos rebeldes em Aleppo, lamentou a falta de consultas.
“Você está trazendo (ministros) de uma cor, deveria haver participação de outras”, disse ele sobre o novo governo. “A sociedade síria é diversificada em termos de culturas e etnias, por isso, francamente, isto é preocupante.”
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Violência doméstica: brasileiras têm apoio em Londres – 12/12/2024 – Cotidiano
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24 minutos atrásem
12 de dezembro de 2024 Angela Boldrini
“Eu sofri calada por três anos, ele me bateu a gravidez inteira”, conta a brasileira Lorenia Alvarenga, 40, sobre o período em que sofreu violência doméstica nas mãos do parceiro, logo depois de se mudar para Londres, em 2003.
Ela lembra que o ex-companheiro, também imigrante brasileiro, atuava como seu tradutor e a impedia de ficar sozinha em ambientes que considerava de risco para que ela o denunciasse, como o consultório médico durante o pré-natal. “Eu só consegui denunciar ele depois que eu aprendi a língua”, diz ela.
Hoje, Lorenia é presidente da organização evangélica Sons and Daughters of the King (filhos e filhas do rei, em inglês), que ajuda mulheres brasileiras imigrantes vítimas de violência doméstica no Reino Unido. “Como sobrevivente, eu conheço as barreiras que elas estão enfrentando: não saber a língua, não entender como o sistema funciona”, afirma ela.
Dados do governo brasileiro mostram que 188 casos desse tipo de crime foram cometidos contra brasileiras no país em 2024, o terceiro com maior incidência de casos. O número pode ser maior, porque muitas mulheres têm medo de denunciar.
Parte do medo está relacionada à situação migratória, já que as vítimas podem não ter situação regular no país e têm medo de ser deportadas. Vivem no Reino Unido cerca de 200 mil brasileiros regularizados, mas não há contabilidade daqueles que estão no país sem documentação em dia.
“Nós não temos nenhuma obrigação de reportar status migratório e não é para isto que estamos aqui”, afirma Juliana Rondon, diretora de planejamento e estratégia da ONG Respeito.
Com sede no sul de Londres, em uma área conhecida como Little Portugal (pequeno Portugal, em inglês), a Respeito atua dando suporte a mulheres lusófonas que estejam fugindo de uma situação violenta.
O consulado brasileiro também afirma que a ajuda independe de situação migratória. Desde 2023, a instituição conta com o Emub (Espaço da Mulher Brasileira), que dá auxílio e orientação às vítimas. O projeto existe também nos consulados ou embaixadas de Roma, Nova York, Boston, Miami, Buenos Aires, Madri e Beirute.
O auxílio vai desde ajudá-las com tradução, para que entendam uma audiência ou documento, até projetos para estimular o empreendedorismo e a independência financeira. Às vezes, faltam às vítimas informações básicas sobre o sistema legal inglês.
Por exemplo, as ativistas ouvidas são unânimes ao dizer que muitas brasileiras não sabem que há uma previsão na lei inglesa para que vítimas de violência doméstica mantenham a permissão de morar no país. A regra serve para aquelas que tenham visto de dependente e que perderiam o direito a ficar no Reino Unido em caso de separação.
“Mas existe muito medo dentro da comunidade, dizem que você vai ser deportada, que vão tomar seus filhos”, afirma Lorenia.
Há casos em que a deportação é uma realidade. Em dezembro, o jornal britânico The Guardian afirmou que 600 imigrantes foram enviados para o Brasil em três voos secretos neste ano. Entre eles, estaria uma mulher vítima de violência doméstica que estaria sendo apoiada pela LAWA (Latin American Women’s Aid), outra ONG ligada ao auxílio de mulheres imigrantes, nesse caso todas as latino-americanas.
De acordo com o jornal, a mulher teve o direito de ficar no Reino Unido com os dois filhos negado, sendo deixada sem opção a não ser a de voltar com as crianças.
Um estudo de 2018 realizado por universidades britânicas e brasileiras entrevistou 175 brasileiras moradoras de Londres. Na amostra, 48% das mulheres afirmaram já terem sofrido algum tipo de violência de gênero no Reino Unido.
A pesquisa encontrou uma baixa taxa de denúncias, motivada por vergonha, falta de informação, medo de deportação ou sensação de que nada seria feito.
Mas há vários tipos de ajuda que as vítimas podem receber. Organizações como a LAWA possuem serviços de emergência. Isso quer dizer que ela possui abrigos para permanência das mulheres —a orientação em caso de perigo imediato é de ligar para a polícia.
Outras ONGs, como a Respeito, fazem um apoio continuado. “Nós estamos sempre em contato com as organizações que têm serviços de emergência, e nós continuamos dando o suporte para essa mulher depois que ela sai da fase ‘aguda’ da crise”, explica Juliana Rondon.
Esse apoio vem na forma de ajuda legal, para casos de disputa por guarda de crianças, por exemplo, além de aconselhamento psicológico e serviços logísticos, como a abertura de conta bancária e registro no serviço de saúde.
Fundada em 2016 por duas imigrantes portuguesas, a Respeito tem visto crescer a presença de brasileiras entre suas atendidas. Elas atribuem esse crescimento a um possível aumento da população brasileira geral, mas também a uma maior divulgação dos serviços de apoio às vítimas.
SERVIÇOS DE APOIO A VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO REINO UNIDO
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