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Liverpool x Arsenal: Superliga Feminina – ao vivo | Superliga Feminina
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1 ano atrásem
Will Magee
Principais eventos
12 minutos: Boa chance! Taylor Hinds faz um cruzamento convidativo da esquerda, o Arsenal não consegue limpar as linhas e cabe a Smith, que chuta um pouco além da trave.
10 minutos: O Liverpool vence mais uma cobrança de falta e Ceri Holland joga curto para Fuka Nagano, que espalha o jogo. Eventualmente a bola volta para a Holanda, mas seu chute é bloqueado.
5 minutos: Mariona Caldentey cobra falta em posição perigosa com cobrança precipitada. O Liverpool coloca a bola na área e Gemma Bonner cai depois de se envolver com McCabe e Olivia Smith, mas, apesar de alguns apelos esperançosos, nenhum pênalti está disponível. Não havia muito nisso, na verdade.
4 minutos: As duas equipes se avaliam, sondando as amplas áreas em busca de uma abertura antecipada, sem sucesso. Katie McCabe encontra Caitlin Foord com uma bola cruzada e ela chuta por cima da trave, embora a bandeira seja levantada para impedimento de qualquer maneira.
Começo!
You’ll Never Walk Alone ecoa pelo estádio, os jogadores apertam as mãos, os dois lados se ajoelham sob aplausos e, sem mais delongas, estamos a caminho de Merseyside.
Em outro lugar, o Manchester City perdeu por 2 a 1 para o Everton. Com Chelsea perdendo pontos contra o Leicester ontemO Arsenal agora tem a oportunidade de recuperar terreno entre os dois primeiros.
Falando à Sky Sports antes da partida, Beard deu algumas dicas sobre alguns meses complicados para o Liverpool. “Tem sido uma boa semana, uma semana positiva”, disse ele. “Tivemos muita coisa nesta primeira parte da temporada, temos um plantel pequeno, como todos podem ver.
“Quando você tem um time pequeno, isso afeta você. Se você olhar o programa, a ficha do time, é difícil quando você tem que mudar de time porque não tem consistência.”
A melhoria defensiva do Arsenal foi uma das melhorias mais marcantes sob o comando de Sleger. Nos nove jogos no comando, sofreu apenas três gols. Enquanto isso, o Liverpool sofreu quatro contra o Manchester United último fim de semana. Eles precisam de uma séria reviravolta na sorte aqui.
A forma do Liverpool em casa tem sido particularmente arriscada nesta temporada, com a equipe de Matt Beard conquistando apenas dois pontos em seu próprio território. O Arsenal, por sua vez, está invicto fora de casa no campeonato. Os presságios favorecem os visitantes.
Notícias da equipe
Liverpool: Micah, Fisk, Clark, Bonner, Matthews, Hinds, Nagano, Shaw, Holanda, Enderby, Smith.
Arsenal: Van Domselaar, Fox, Williamson, Catley, Caldentey, Mead, McCabe, Maanum, Foord, Russo, Cooney-Cross.
Preâmbulo
É a última rodada de jogos antes das férias de inverno da WSL e o Arsenal, o time em melhor forma da liga depois do Chelsea, deve enfrentar o Liverpool. Desde que assumiu o cargo de técnico interino do Arsenal, após a saída de Jonas EidevallRenée Slegers lidera uma série de nove jogos sem perder em todas as competições e pretende prolongar essa série no St Helens Stadium esta tarde.
O Liverpool está em sétimo no estado atual e perdeu os últimos três jogos do campeonato consecutivamente, sem marcar em nenhum deles. Eles tiveram mais sorte na Copa da Liga no meio da semana, derrotando o Everton por 4 a 0 no clássico de Merseyside, e esperam aproveitar esse ímpeto, mas perderam por 2 a 0 na última visita do Arsenal, em janeiro.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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