“We have officially entered a MILF-aissance”, said Hannah Jackson in Vogue. Since the critical success of “May December” last year, it seems as if “every studio executive worth their salt” is trying to tap into the “movie magic that only an older woman sleeping with a much younger man can create”.
It’s the season of heterosexual age-gap films, added Jodi Walker in The Ringer, and “you’re not going to believe this” but “ladies are getting laid” – they’re “crossing generational lines, and they’re doing it all for the plot”.
“Lonely Planet” is the latest in a long line of steamy romance films starring an older female lead. The action follows Katherine (Laura Dern) – a successful “50-something” novelist who has travelled to Morocco for a writer’s retreat. Here she meets Owen (Liam Hemsworth) a “30-something finance guy” in the throes of re-evaluating his life choices.
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Soon the pair are “companionably walking around souks together wearing matching white shirts”, said Katie Rosseinsky in The Independent. “An unlikely love story, you’ll be shocked to discover, ensues.”
‘Romantic heroine treatment’
Dern is the latest of the “Big Little Lies” cast members to star in a “schmaltzy romance movie opposite younger leading men”, said Rosseinsky. Back in 2017, Reese Witherspoon played an interior designer who falls for a much younger aspiring director in “Home Again”, while Nicole Kidman recently played a widowed writer who began a relationship with a famous young actor (Zac Efron) in “A Family Affair”.
While it sometimes feels that the plots for these films could have been “generated by AI”, it’s a genre that “I can’t help but embrace”. Even if they don’t have the most “nuanced” plots, they are beginning to “challenge our expectations of older women and their visibility”. Hollywood has shunned women over 40 for far too long and there’s something “joyous” in seeing Dern and Kidman “both in their fifties, and absolutely at the top of their game, being given the romantic heroine treatment”.
The stars of these rom-coms are “successful enough to afford a Nancy Meyers kitchen” and “autonomous enough to accept nothing less than they deserve”, said Walker in The Ringer. It’s about time there was a cultural shift; leading men have been dating co-stars “frozen in 27-year-old amber” for years. “Why shouldn’t Laura Dern have a turn making out with Liam Hemsworth in an alleyway?”
‘A tentative step forward’
Judging women who sleep with younger men as “sexual deviants” is just one of the many ways we objectify them, said Walker. And while reclaiming labels like “cougar” and “MILF” is “hard work”, the more we see older women get “happily, hotly, hornily laid on screen”, the more films start to reflect reality: that these women aren’t “sad” or “lonely” – they’re still “desired”.
It’s a notable shift from how women have historically been portrayed in films like the 2006 Cate Blanchett / Judi Dench classic adaptation of “Notes on a Scandal”, in which the leading female characters are seen as “strange, self-delusional, at times monstrous creatures”, said Adrian Horton in The Guardian.
The wave of lighter age-gap romances isn’t massively changing who we see on screen (most of the leading women still look like Hollywood stars), but it’s one of the more “interesting forays” into “expanding the palette of women’s stories to the still-dreaded middle-aged”.
Watching Dern “jaunting around Morocco with a Hemsworth brother is pure escapism”, added Rosseinsky in The Independent. “But even if it’s only ever so slightly pushing the boundaries of how women are presented on screen, it’s a tentative step forward.”
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Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.
A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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