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Lula vai gravar para horário eleitoral de Boulos e candidatos apoiados pela esquerda
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Após decepcionar aliados com uma participação tímida no primeiro turno das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se prepara para ter uma atuação mais expressiva na segunda etapa das campanhas municipais.
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Lula começa a gravar vídeos para o horário eleitoral de seus candidatos nesta quinta-feira (10), na Granja do Torto, com o candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo (SP), Guilherme Boulos.
Fontes ligadas ao presidente da República afirmam que ele também gravará participações para as campanhas dos outros candidatos do PT e de centro que disputam o segundo turno – como Maria do Rosário (Porto Alegre), Natália Bonavides (Natal), Evandro Leitão (Fortaleza) e Fuad Noman (Belo Horizonte).
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A propaganda eleitoral no rádio e na TV volta nesta sexta-feira (11).
Santinhos lotam ruas nas eleições em todo o Brasil; veja fotos
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’Mar de santinhos’ em ruas próximas aos locais de votação em São João de Meriti, na Baixada Fluminense — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo
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Santinhos enchem rua próxima ao Colégio Estadual Presidente Kennedy, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo
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Muitos santinhos pelo chão nos arredores do Colégio Estadual Presidente Kennedy, zona eleitoral em Belford Roxo, neste domingo (6) — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo
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Santinhos espalhados pelas ruas ao redor do Senai de Benfica, zona eleitoral localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro — Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
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Santinhos de diversos candidatos ‘inundam’ ruas próximas aos locais de votação em São João de Meriti, na Baixada Fluminense — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo
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Eleitores na fila de votação no dia 2 de outubro com santinhos espalhados no chão — Foto: Marcia Foletto
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Ruas com vários santinhos espalhados em Parauabepas, no Pará — Foto: Reprodução
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Santinhos espalhados em Sorocaba — Foto: Reprodução
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Santinhos espalhados na maior zona eleitoral do Rio de Janeiro, em Campo Grande — Foto: Jéssica Marques
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Rua próxima a zonas eleitorais repletas de “santinhos” no chão, em Brasília — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo
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Quantidade de papéis com propaganda eleitoral choca cidadãos de diversas regiões do país
A agenda de Lula está sendo articulada pela Secretaria de Relações Institucionais (SRI), comandada pelo ministro Alexandre Padilha. A ideia de usar a Granja do Torto como cenário visa a evitar acusações de uso dos prédios oficiais da Presidência para agendas de cunho eleitoral.
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Os vídeos são uma forma de Lula de atender à reivindicação de candidatos e lideranças de seu campo político, que se queixaram da ausência do presidente nas campanhas nas últimas semanas antes da eleição. Embora tenha participado de eventos de campanha até o início de agosto, Lula engatou duas viagens internacionais logo depois e sumiu das campanhas.
Candidatos do PT e da esquerda passaram para o segundo turno em cinco capitais, enquanto os do PL, apoiados por Jair Bolsonaro, estão na disputa em nove capitais. Entre os dez reeleitos no primeiro turno, dois eram apoiados por Lula, mas não tiveram a participação direta do presidente na campanha: Eduardo Paes (PSD) e João Campos (PSB).
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O PT saiu vitorioso do primeiro turno em apenas 251 municípios, enquanto o PL de Bolsonaro elegeu 509. Entre os petistas, apenas dois vão comandar municípios com mais de 200 mil habitantes: Contagem (MG) e Juiz de Fora (MG), onde se elegeram Marília Campos e Margarida Salomão, respectivamente.
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Buraco coberto por santinhos, questões com transporte e outros acontecimentos eleitorais pelo Brasil
No Palácio do Planalto, a ideia é que ministros do primeiro escalão do governo também intensifiquem as agendas de campanha para ajudar os candidatos apoiados pelo presidente.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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