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‘Mais perseguido do que Juliette e Davi’

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A pouco menos de um mês da grande final de “A fazenda 16” — que revelará o campeão no dia 19 de dezembro —, não há dúvidas de que Sacha Bali é o participante com a maior predileção entre o público para arrematar o prêmio de R$ 2 milhões. Em enquetes realizadas nas redes sociais e em diferentes sites, o ator de 43 anos desponta, de maneira unânime, como o franco favorito. Mas, afinal, como o carioca com mais de 500 mil seguidores no Instagram chegou a esse posto no reality show?

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Os primeiros dias e a adaptação ao jogo

No início de “A fazenda 16”, Sacha preferiu observar os outros colegas e criar conexões antes de se expor. Essa postura inicial manteve o ator longe de conflitos diretos, mas o colocou na mira de alguns participantes que o acusaram de ser “apagado” e “em cima do muro”. A estratégia, porém, deu lugar a um comportamento mais ativo à medida que as alianças começaram a se formar e os embates surgiram.

Pois bem, passados os primeiros dias do confinamento, Sacha Bali logo se integrou, ainda que informalmente, ao “grupão” — assim definido pelos espectadores por reunir, naquele período do jogo, a maior quantidade de participantes. A formação era composta por Larissa, Raquel, Camila, Suellen, Flora, Luana, Julia, Yuri, Cauê, Gui e Gizelly, além de Sacha.

‘Desleal’ e ‘manipulador’

Sacha Bali está confirmado em 'A fazenda' 16 — Foto: Reprodução/Instagram
Sacha Bali está confirmado em ‘A fazenda’ 16 — Foto: Reprodução/Instagram

Até que… Sacha se envolveu com Larissa Tomásia, que estava no “grupão”. Numa dinâmica do programa, durante a formação da roça, o participante tentou passar informações de maneira indevida para a ex-BBB, o que, no fim das contas, acabou levando a moça para a berlinda. E, pronto, Larissa foi a segunda eliminada do reality show. Dia depois, ela surgiu no programa “Hora do Faro”, em participação que é sempre exibida para os confinados, colocando plaquinhas com os adjetivos “desleal” e “manipulador” sobre a imagem de Sacha. Não deu outra: a partir daí, o jogo virou. Totalmente.

Antigas aliadas de Sacha, as participantes Raquel, Camila, Suellen, Flora e Gizelly tomaram as dores de Larissa, mesmo sem ter detalhes do que ela estava pensando fora do confinamento, e votaram no ator junto aos adversários do chamado “grupinho”, até então informalmente liderado pelo ex-jogador de futebol Zé Love. Na formação da roça, ao vivo, Sacha foi pego de surpreso com a altíssima quantidade de votos. Começou aí a grande virada do jogo. “Estou sendo mais perseguido do que Davi e Juliette”, comentou ele, em referência aos ex-BBBs campeões.

Participantes de 'A fazenda' — Foto: Reprodução
Participantes de ‘A fazenda’ — Foto: Reprodução

Acuado e atacado por todos os lados, Sacha recebeu o apoio de Yuri Bonotto, conhecido por interpretar o personagem do Bombeiro da Eliana nos antigos programas comandados pela apresentadora no SBT. Juntaram-se aos dois uma dupla que também andava meio avulsa no programa, depois de brigas na casa — a influenciadora Luana Targino, que rompera com as aliadas do “grupão”, e o também ator Gui Vieira, na mesmíssima situação que a colega. Nascia, então, um novo grupo, o G4 (ou “grupo dos quatro”).

Em pouco tempo, os participantes do G4 — que recebiam ataques de todos os lados, tanto dos ex-aliados do “grupão” quanto dos adversários do “grupinho” — caíram nas graças do público. As discussões entre Sacha e Zé Love, líder do “grupinho”, que acabou absorvendo os integrantes do “grupão”, foram ganhando fôlego. Em determinada ocasião, depois de ouvir Sacha fazer uma referência a seu filho e dizer que ele tinha pena de uma criança que tem como pai “alguém tão agressivo”, o jogador de futebol precisou ser contido por aliados e por dois “ninjas”, como são chamados os funcionários mascarados no confinamento. Tudo isso para que ele não violentasse fisicamente o adversário. O clima pesou.

Fernanda e Zaac pedem para sair

Zaac e Fernanda desistem de 'A fazenda' 16 — Foto: Reprodução/Record
Zaac e Fernanda desistem de ‘A fazenda’ 16 — Foto: Reprodução/Record

A coisa desandou dentro do confinamento, com discussões cada vez mais acaloradas entre os participantes. Após uma briga generalizada, Sacha foi acusado por participantes do “grupão” e do “grupinho” de empurrar e agredir a influenciadora digital Fernanda Campos. A equipe de “A fazenda 16” analisou as imagens e esclareceu que não houve qualquer agressão — a rigor, quem empurrou Sacha foi… Fernanda. Diante da polêmica, Fernanda e o aliado Zaac pediram para sair do programa e desistiram do reality show. O favoritismo de Sacha cresceu, mais uma vez, exponencialmente.

Antigas aliadas de Sacha, participantes como as ex-BBBs Camilla Moura e Gizelly Bicalho passaram a insistir que Sacha, na verdade, era um grande vilão. Em determinado momento do jogo, ambas retomaram a história mal resolvida entre o ator e Larissa, e afirmaram que ele era machista. As duas frisavam que ele gritava com mulheres. Os espectadores, porém, reuniram imagens para mostrar justamente o contrário: quem mais gritava eram as duas, e, veja bem, justamente contra Sacha. Nas redes sociais, as participantes foram, então, acusadas por fazerem acusações falsas e esvaziarem pautas importantes. Também rival de Sacha, o participante Fernando surfou na mesma onda: acusou injustamente Sacha por homofobia. Mas a web logo reagiu, entendendo igualmente que se tratava de uma mentira (e, novamente, de um “esvaziamento de uma pauta valiosa”).

Grupão e grupinho minguando

Com o tempo, os participantes do “grupão” e do “grupinho” foram minguando. A cada roça contra Sacha, Luana, Yuri ou Gui (o tal G4), todos vêm sendo eliminados. O ápice da virada no jogo se deu com a eliminação de Zé Love e Babi Muniz, nesta semana. Hoje, mesmo dentro do confinamento, os participantes acreditam que o jogo já está ganho por Sacha — ou, melhor, pelo G4. A ver.

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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre

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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes--interna.jpg

O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.

A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira

Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.

 



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