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Max Verstappen conquista quarto título consecutivo – DW – 24/11/2024
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Max Verstappen só conseguiu terminar em quinto lugar no Grande Prêmio de Las Vegas, no domingo. Mas com seu único rival restante, Lando Norris, terminando atrás dele em sexto e George Russell em primeiro, foi o suficiente para Verstappen vencer um quarto título consecutivo.
O jogador de 27 anos segue, portanto, Michael Schumacher, Lewis HamiltonJuan Manuel Fangio, Sebastian Vettel e Alain Prost como os únicos homens a conquistar quatro campeonatos.
“Estar aqui como tetracampeão mundial é algo que nunca pensei que fosse possível”, disse Verstappen após a corrida. “No momento estou me sentindo aliviado, mas também muito orgulhoso. Se você olhar para o próximo ano, acho que será uma verdadeira batalha entre muitos carros, mas estou com fome”.
Passeio mais difícil nesta temporada
Embora seus dois últimos títulos tenham sido relativamente simples, a temporada de 2024 foi mais mista para Verstappen. Embora ele tenha aberto sete vitórias em 10, uma queda no meio da temporada o levou a passar 10 corridas de Grande Prêmio sem vencer.
“Foi uma temporada muito desafiadora e tive que ter calma. Acho que esta temporada me ensinou muitas lições e lidamos bem com ela como equipe, o que, claro, torna esta temporada muito especial e bonita.“, disse ele.
Além das dificuldades com seu carro Red Bull e do desafio de Norris, Verstappen teve que enfrentar um escândalo dentro de sua equipe. O diretor da Red Bull, Christian Horner, foi acusado de comportamento inadequado por uma funcionária. Ele foi inocentado após uma investigação externa, mas as acusações ofuscaram os preparativos da Red Bull.
O furor também revelou uma luta pelo poder entre Horner e o conselheiro da equipe Helmut Marco. Verstappen muitas vezes parecia pego no meio. Mas essas questões foram esquecidas quando o holandês cruzou a linha no domingo.
“Ele simplesmente entra no carro e entrega, ele é um grande ser humano. Isso o coloca entre os grandes, as estatísticas agora o colocam lá também”, disse Horner. “Ele acabou de completar 27 anos e está na melhor forma de sua vida, então, enquanto pudermos continuar dando a ele um carro decente, ele continuará entregando.”
A temporada de 2025 oferece chance e desafio
Norris, seu rival britânico que dirige pela McLaren, também prestou homenagem a Verstappen.
“Parabéns ao Max, por mais que doa um pouco, dizer parabéns não faz mal. Ele dirigiu uma temporada incrível e quando você tem o carro mais rápido ele dominou e quando não o fez, ele ainda estava lá e sempre atrás de mim. Ele tornou minha vida difícil, nós dificultamos a dele às vezes, tenho certeza, mas ele fez uma temporada melhor.
A temporada de 2025 oferecerá a Verstappen a chance de igualar o recorde de cinco títulos consecutivos de Schumacher.
“É claro que, se você olhar para o próximo ano agora, será uma verdadeira batalha entre muitos carros”, disse Verstappen. “Mas preciso aproveitar isso, ainda faltam duas corridas e depois teremos uma pequena pausa antes de voltarmos no próximo ano.”
As duas últimas corridas da temporada de 2024 serão no Catar, em 1º de dezembro, e em Abu Dhabi, em 8 de dezembro.
Editado por: Alex Berry
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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