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O fundador da marca Mango, Isak Andic, morre em acidente

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O fundador da Mango, Isak Andic, em uma fotografia sem data fornecida pela empresa.

Morreu Isak Andic, fundador da marca espanhola de roupas Mango “em um acidente ocorrido (Sábado, 14 de dezembro) »anunciou o grupo, um dos maiores da Europa no setor do vestuário.

“É com profundo pesar que anunciamos a morte repentina de Isak Andic, nosso presidente não executivo do conselho e fundador da Mango, num acidente no sábado”declarou Toni Ruiz, diretor geral desta empresa, em comunicado de imprensa.

Ele não forneceu mais detalhes sobre as circunstâncias da morte deste homem de 71 anos de origem turca. A imprensa espanhola afirma que ele perdeu a vida na sequência de uma queda durante uma caminhada com vários membros da sua família perto de Barcelona, ​​na Catalunha, no nordeste de Espanha.

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“Isak foi um exemplo para todos nós. Dedicou a sua vida à Mango, deixando uma marca indelével graças à sua visão estratégica, à sua liderança inspiradora e ao seu compromisso inabalável com os valores que ele próprio incutiu na nossa empresa.acrescentou o Sr. Ruiz.

Quase 15.500 funcionários

Nascido em 1953 em Istambul, Isak Andic mudou-se para Barcelona aos 14 anos com a família. Em 1984, com seu irmão mais velho, Nahman, abriu sua primeira loja no Passeig de Gracia, famosa rua comercial da cidade. E foi um enorme sucesso.

A Espanha tinha acabado de sair de uma ditadura de décadas que terminou com a morte do General Francisco Franco em 1975, e os consumidores estavam ávidos por roupas mais modernas. Isak Andic “vi isso (os espanhóis) de(ter) preciso de cor, estilo »explicou o diretor global de varejo da empresa, Cesar de Vicente, em entrevista à Agence France-Presse em março.

O empresário rapidamente abriu dezenas de outras lojas em Espanha e depois no estrangeiro, começando por dois países vizinhos, Portugal e França, todas sob o nome Mango, hoje nome de um dos principais grupos internacionais do seu sector, com cerca de 2.800 lojas em todo o mundo. e 15,5 mil funcionários, segundo seu site.

Uma fortuna estimada em US$ 4,5 bilhões

Tal como o seu principal concorrente espanhol, a Inditex, gigante do pronto-a-vestir proprietária da famosa marca Zara, a Mango esforça-se por adaptar rapidamente as suas peças às últimas tendências da moda, ao mesmo tempo que oferece preços acessíveis. A sua oferta versátil, tanto com estilos empresariais como casuais, tem sido um sucesso entre os consumidores, com a Mango a vender quase 160 milhões de artigos de moda anualmente.

Esta empresa possui apenas uma marca e não possui fábricas, deslocalizando a sua produção principalmente para a Turquia e Ásia, para fabricar a custos mais baixos. Isak Andic “percebi que ter o mesmo nome, ter a mesma marca em todas as lojas, tornaria o conceito muito mais forte”sublinhou M. de Vicente.

O empresário, que pouco falava nos meios de comunicação, era um dos homens mais ricos de Espanha. A revista Forbes estima o patrimônio líquido dele e de sua família em US$ 4,5 bilhões.

O primeiro-ministro, Pedro Sanchez, reagiu à morte de Isak Andic escrevendo na rede social “transformou esta empresa espanhola num líder mundial da moda” graças ao seu “excelente trabalho e sua visão empreendedora”. O chefe do governo regional catalão, Salvador Illa, prestou-lhe homenagem como“empresário empenhado que, através da sua liderança, contribuiu para fazer da Catalunha uma grande nação e para a dar a conhecer ao mundo”.

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O mundo com AFP

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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