ACRE
onde assistir ao vivo, escalações e detalhes das eliminatórias
PUBLICADO
2 anos atrásem
Share
Tweet
Share
Share
Na tarde de quinta-feira, 14 de novembro de 2024, Catar e Uzbequistão se enfrentam em um jogo essencial pelas Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2026. Marcado para acontecer no Jassim Bin Hamad Stadium, em Doha, o confronto está previsto para às 13h15 no horário de Brasília. Este embate ganha ainda mais relevância com o fato de que ambas as seleções buscam fortalecer suas posições na tabela para garantir uma vaga no próximo mundial. Com transmissão confirmada para o Brasil, o público poderá acompanhar ao vivo uma partida que promete ser disputada do início ao fim.
O Catar, que joga em casa, espera aproveitar a vantagem de seu território para somar pontos e aumentar suas chances de classificação. A seleção enfrenta uma pressão extra devido ao histórico de resultados desfavoráveis contra o Uzbequistão, que venceu os últimos dois confrontos diretos entre os times. Já o Uzbequistão chega com força total e um retrospecto positivo nas últimas rodadas, mostrando que está preparado para enfrentar o adversário fora de casa.
Expectativas para o confronto entre Catar e Uzbequistão
Para o técnico do Catar, Félix Sánchez Bas, este jogo é crucial para consolidar a estratégia que tem sido construída ao longo das eliminatórias. Com uma combinação de jogadores experientes e jovens promissores, o Catar tem buscado superar os obstáculos enfrentados nas rodadas anteriores, como o empate sem gols com o Afeganistão. Os jogadores estão focados em garantir uma atuação eficiente, que valorize tanto o ataque quanto a defesa.
O Uzbequistão, treinado por Srečko Katanec, aposta em um sistema tático focado na organização defensiva e nos contra-ataques rápidos. Nos últimos jogos, a equipe conseguiu manter a regularidade, tendo empatado com o Irã e vencido o Turquemenistão por 3 a 1. A estratégia de Katanec envolve a disciplina e o foco, com o objetivo de neutralizar os ataques adversários e aproveitar as oportunidades de gol que surgirem ao longo da partida.
Histórico de confrontos entre Catar e Uzbequistão
O histórico de partidas entre as seleções de Catar e Uzbequistão é favorável aos uzbeques, que venceram os dois últimos confrontos. Em 2017, durante as eliminatórias para a Copa da Ásia, o Uzbequistão derrotou o Catar por 1 a 0. No ano seguinte, em 2018, um amistoso terminou em 2 a 0 a favor dos uzbeques. Este retrospecto coloca uma pressão sobre o Catar, que não quer repetir o desempenho passado e busca encerrar o jejum de vitórias contra este adversário específico. Jogando em casa e com o apoio da torcida, a equipe catariana espera reverter a situação e obter um resultado positivo.
Jogadores-chave no duelo
O encontro entre Catar e Uzbequistão conta com jogadores que têm se destacado em suas respectivas seleções e prometem ser protagonistas na partida de quinta-feira. Abaixo, os principais destaques de cada time:
- Akram Afif (Catar): Com 27 anos, Afif é uma das principais armas ofensivas do Catar. Ele é um jogador dinâmico, com habilidades impressionantes de drible e finalização, o que o torna uma peça fundamental para o time. Ao longo da temporada, Afif marcou 20 gols e deu 12 assistências em 28 jogos, sendo um dos jogadores mais influentes em campo.
- Almoez Ali (Catar): Parceiro de ataque de Afif, Ali também se destaca por sua velocidade e precisão nas finalizações. A presença de Ali no setor ofensivo fortalece o esquema de jogo do Catar, que procura pressionar a defesa adversária e criar boas oportunidades de gol.
- Eldor Shomurodov (Uzbequistão): Atuando no futebol europeu, Shomurodov é uma das grandes esperanças de gol do Uzbequistão. Ele é conhecido por seu faro de gol e habilidade para ocupar espaços dentro da área adversária, o que o torna uma ameaça constante à defesa catariana.
- Odil Ahmedov (Uzbequistão): Capitão e um dos jogadores mais experientes do Uzbequistão, Ahmedov é o motor do meio-campo uzbeque. Com grande capacidade de controle de bola e visão de jogo, ele lidera a equipe e contribui tanto na criação quanto na defesa.
Transmissão ao vivo e como assistir
Para os torcedores brasileiros que desejam acompanhar todos os detalhes da partida entre Catar e Uzbequistão, a transmissão ao vivo será feita pelo serviço de streaming Disney+. O jogo terá início às 13h15 no horário de Brasília, e é importante que o público verifique a disponibilidade do serviço para sua região antes do início do confronto. Essa cobertura permitirá que os fãs acompanhem os lances decisivos e todas as jogadas de perto, com a emoção do confronto direto pelas eliminatórias.
Desempenho recente e situação nas eliminatórias
O Catar apresentou resultados variados em suas últimas partidas das eliminatórias, oscilando entre boas performances e resultados menos favoráveis. Após vencer a Índia por 2 a 1, a equipe empatou com o Afeganistão, um desempenho que acendeu o alerta para a necessidade de mais consistência. Félix Sánchez Bas tem buscado fortalecer o entrosamento da equipe e aprimorar a coesão defensiva, pontos cruciais para enfrentar o Uzbequistão, conhecido por sua força nos contra-ataques.
O Uzbequistão, por sua vez, tem demonstrado uma campanha estável, mantendo-se entre os candidatos à vaga para a Copa do Mundo. Com um empate contra o Irã e uma vitória de 3 a 1 sobre o Turquemenistão, a equipe chega com confiança para o confronto, tendo uma defesa sólida e atacantes prontos para explorar as oportunidades oferecidas pelo adversário. O técnico Katanec enfatizou a necessidade de disciplina e concentração, elementos que considera essenciais para vencer o Catar em seu território.
Escalações prováveis
Seleção do Catar: Saad Al Sheeb (goleiro), Pedro Miguel, Boualem Khoukhi, Abdelkarim Hassan (defensores), Abdulaziz Hatem, Karim Boudiaf, Hassan Al-Haydos (meio-campistas e capitão), Akram Afif, Almoez Ali, Mohammed Muntari (atacantes).
Seleção do Uzbequistão: Eldorbek Suyunov (goleiro), Anzur Ismailov, Farrukh Sayfiev, Davronbek Khashimov (defensores), Odil Ahmedov (meio-campista e capitão), Jaloliddin Masharipov, Otabek Shukurov (meio-campistas), Eldor Shomurodov, Igor Sergeev, Dostonbek Khamdamov (atacantes).
Desafios e estratégias para a partida
O Catar deve adotar uma formação que privilegie o ataque, aproveitando o apoio da torcida local para pressionar o Uzbequistão desde o início. A presença de jogadores como Afif e Almoez Ali, que têm grande habilidade de movimentação, oferece ao técnico Félix Sánchez Bas uma estratégia baseada em jogadas rápidas pelas laterais e finalizações diretas.
O Uzbequistão, conhecido por sua solidez defensiva, deve adotar uma postura mais cautelosa, priorizando uma defesa organizada para conter o ataque catariano. A estratégia de Katanec envolve manter o foco na disciplina tática, com jogadores prontos para responder com velocidade nos contra-ataques. A atuação de Shomurodov e Sergeev será essencial para garantir a efetividade ofensiva uzbeque.
Informações resumidas para o público
- Data e horário: 14 de novembro de 2024, às 13h15 (horário de Brasília)
- Local: Jassim Bin Hamad Stadium, em Doha, Catar
- Transmissão: Disney+
- Competição: Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2026
Com todas as informações detalhadas, o público poderá acompanhar de perto um dos jogos mais esperados das eliminatórias.
Relacionado
ACRE
Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
Relacionado
ACRE
Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
Relacionado
ACRE
UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login