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Para Anne Hidalgo, um Conselho de Paris que parece um relatório de fim de mandato
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Como um ar de avaliação do mandato. O Conselho de Paris, que começa terça-feira, 19 de novembro, promete ser o grande momento político final do segundo – e possivelmente último – mandato de Anne Hidalgo. A pouco menos de um ano e meio das eleições autárquicas para as quais o deputado socialista de Paris Emmanuel Grégoire, ex-primeiro deputado de Anne Hidalgo, acaba de se declarar candidatoé uma oportunidade para o executivo parisiense marcar os principais eixos da sua política seguida há dez anos, dando-lhes uma coerência global orquestrada em torno de quatro planos estratégicos. Sintetizar a narrativa política geral antes do início da corrida eleitoral para 2026, enfrentando uma oposição pronta na linha de partida, determinada a não fazer quaisquer concessões.
A cor dada pela maioria aos projetos submetidos a votação esta semana nunca foi tão verde. O plano climático, o plano de planeamento urbano bioclimático local, o plano de saúde ambiental e o plano de resiliência estão todos interligados e centrados na mesma questão: conseguir fazer de Paris uma cidade que permanece habitável numa crise climática que já começou.
No plano climático, previsto para o período 2024-2030, isso traduz-se num conjunto de quinhentas medidas de médio e longo prazo, que delineiam o combate da capital às alterações climáticas. Redução da pegada de carbono e do consumo de energia, desenvolvimento de energias renováveis, revegetação, renovação de espaços públicos, renovação térmica de edifícios, prioridade à utilização da bicicleta em detrimento do automóvel, preservação e valorização dos recursos hídricos… Os assuntos são tão diversos quanto numerosos, demasiados , inclusive, para o grupo Les Républicains, que o vê como um “Pré-verter inventário” et “muitas promessas vazias”, ao Mudar Paris (o grupo de Rachida Dati, prefeito de 7e distrito) denuncia uma “documento abrangente que alinha promessas sem garantias de cumprimento”.
“Visão direcionista”
Criar 300 hectares de espaços verdes? Impossível, acredita o vice-presidente do grupo Changer Paris, David Alphand, que calculou que isto equivalia a “420 campos de futebol” e não vê como conseguir isso a menos que inclua os cemitérios parisienses. É também neste plano que se encontra o estabelecimento da zona de circulação limitada no centro de Paris, a redução da velocidade para 50 km/h na circular ou naaumento nas taxas de estacionamento para veículos pesadostodas as medidas denunciadas vigorosamente pela oposição.
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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