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Para refutar críticas, Dep Alan Rick usa Judiciário para mirar e condenar adversários políticos

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Não é novidade que o deputado federal Alan Rick usa e abusa do seu direito de petição ao Poder Judiciário para condenar adversários políticos e pessoas de opinião crítica contra o parlamentar, inclusive jornalistas [clique aqui].

Alan Rick processou a jornalista Genoveva Menezes Lopes, e ao contrário do que se esperava, o próprio parlamentar que foi condenado a pagar custas processuais. Porém, recorreu da sentença, e o processo aguarda novo julgamento. Veja aqui.

No caso do jovem político Carlos Gomes da Costa Souza, este supostamente publicou em sua rede social um questionamento crítico contra o parlamentar, em 30/05/2017. Desgostoso, Alan Rick ajuizou processo e venceu na Justiça.

Segundo o processo nº. 0705076-30.2018.8.01.0001, que tramite em caráter público, Carlos Gomes teria publicado “Alan Rick é o típico político oportunista, até pouco tempo era base do PT e agora vocifera contra sua “antiga” casa, o enredo disso não é coerência, mas somente tentar um segundo mandato de deputado federal pela oposição. Espero que as urnas passem a extirpar a política tradicional, do “milagre” da multiplicação das carteiras de pescadores”.

Alan Rick pediu a condenação de Carlos Gomes por danos morais no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Todavia, a juíza Thaís Queiroz B. de Oliveira A. Khalil, condenou em R$ 8.000,00 (oito mil reais), entendendo que houve dano moral contra o político. 

Na sentença, datada de  29/05/2019, a juíza destacou que “Há dois fatos de destaque nas postagens do réu. O primeiro, relativo à vinculação do autor ao escândalo da carteira de pescadores, com clara imputação ao autor de prática delituosa, pautada exclusivamente em suposições do réu, já que o mesmo não trouxeem sua publicação nenhuma informação no sentido de que o autor estivesse sendo ao menosinvestigado criminalmente em decorrência do delito que lhe foi imputado“.

E ainda “O outro ponto central da postagem também imputa prática criminosa ao autor, consistente em ter negociado seu voto enquanto parlamentar, com o fito de acobertarpráticas de corrupção. Tal imputação criminosa também se pauta exclusivamente emsuposição do réu, que mais uma vez não apresentou nenhum suporte fático capaz de alicerçaro fato relatado“, destacou a juíza.

Em 24/06/2019, Carlos Gomes recorreu da sentença de 1º grau. Entretanto, o Des. Roberto Barros, então relator na Câmara Cível, em 04/12/2019, não reformou a sentença, e manteve a sentença condenatória contra Carlos Gomes, responsabilizando-o a pagar R$ 8.000,00 (oito mil reais) ao parlamentar, por supostos danos morais. O Acórdão nº 8.132, fls. 151/163, transitou em julgado em 30 de janeiro de 2020, sendo que Gomes não poderá mais recorrer, exceto com recursos na fase de execução do cumprimento de sentença. 

No último dia 27 de fevereiro, Carlos Gomes comentou o episódio na sua rede social, dizendo:

 

O processo tramita em caráter público, podendo qualquer cidadão ter acesso. 

Justiça inocenta site e condena deputado Alan Rick

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.

Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.

 



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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