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Parlamento prolonga testes do sistema apesar das críticas
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2 anos atrásem
Um contrato permanente específico concebido para pessoas que estão muito distantes do mercado de trabalho: um regime de emprego experimental “tempo compartilhado” foi prorrogado na quarta-feira, 6 de novembro, por votação no Parlamento, apesar dos temores do setor de trabalho temporário.
“Contrato de trabalho a tempo partilhado para efeitos de empregabilidade”mais comumente conhecido como “CDI-FE”. Este sistema pouco conhecido, lançado em 2018 em caráter experimental, foi prorrogado por quatro anos por votação final do Senado.
Dirigido a um público muito específico, em processo de integração ou reintegração (jovens, seniores, desempregados de longa duração, etc.), este tipo de contrato permite a contratação de um trabalhador por uma empresa especializada em trabalho partilhado, que pode então disponibilizá-lo a outras estruturas para a execução de missões.
Terminada a experiência do CDI-FE em 2023, o projeto de lei do deputado do MoDem, Nicolas Turquois, aprovado de forma idêntica em janeiro na Assembleia Nacional, pretende relançá-la por quatro anos, reajustando o seu âmbito. “Propor a perpetuação do CDI-FE tal como está teria sido imprudente. Abandonar o experimento teria sido um desperdício”resumiu a ministra das Pessoas com Deficiência, Charlotte Parmentier-Lecocq, a favor do texto.
“Acabar”
Vários parlamentares notaram, no entanto, a “controverso” cercam este sistema pelas dificuldades de avaliação: apenas 5.000 CDI-FE foram assinados desde 2018, segundo relatório da Inspecção-Geral dos Assuntos Sociais (IGAS) datado de 2023, mas publicado apenas nos últimos dias.
O sector do trabalho temporário está em pé de guerra contra este contrato específico. Em carta enviada terça-feira à noite aos senadores, consultada pela Agence France-Presse, a maior parte dos sindicatos do setor destacou a “benefícios” do dispositivo, que “torná-lo muito atraente para empresas usuárias e susceptível de desestabilizar” empregados com outra modalidade de contrato, o CDI temporário (CDII).
A esquerda, minoria no Senado, assumiu estes argumentos, denunciando a socialista Monique Lubin “um golpe na legislação trabalhista para satisfazer políticas gerenciais questionáveis”.
A direita e as fileiras centristas defenderam, pelo contrário, este modelo, que “oferece flexibilidade às empresas num ambiente económico incerto”de acordo com a senadora do Les Républicains, Frédérique Puissat. Este último quis ser tranquilizador relativamente ao texto votado pelo Parlamento, que torna mais rigorosos os critérios de elegibilidade para “melhor alvo” os públicos envolvidos e reforça os direitos dos trabalhadores em comparação com a experiência inicial.
O mundo com AFP
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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