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Partidos de oposição da Coreia do Sul apresentam nova moção para impeachment do presidente Yoon | Notícias de política

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O presidente nega as acusações de rebelião enquanto a polícia faz a segunda tentativa de invadir o gabinete presidencial devido à tentativa fracassada de impor a lei marcial.

O presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, prometeu “lutar até o fim” depois que os partidos da oposição apresentaram uma nova moção conjunta para impeachment. proposta fracassada de lei marcial semana passada.

A Assembleia Nacional disse que o principal partido da oposição liberal, o Partido Democrata, e cinco partidos menores da oposição apresentaram a moção de impeachment na tarde de quinta-feira.

A votação do impeachment acontecerá no sábado, por volta das 17h (08h GMT), disseram os partidos. A moção precisa de ganhar o apoio de oito membros do Partido do Poder Popular (PPP), no poder, para garantir a necessária maioria de dois terços.

O líder do PPP, Han Dong-hoon, apelou aos membros do partido para que participassem na reunião e votassem “de acordo com a sua convicção e consciência”.

A medida ocorre depois que as autoridades enviaram policiais ao complexo do gabinete presidencial para “obter documentos e materiais”, segundo a agência de notícias local Yonhap. Uma tentativa semelhante foi bloqueada na quarta-feira por seguranças.

Yoon nega acusações de rebelião

A capital da Coreia do Sul, Seul, tem sido abalada por protestos diários desde 3 de dezembro, quando Yoon surpreendeu a nação ao declarar lei marcial de emergênciadizendo que estava a agir para proteger o país das “ameaças” representadas pela Coreia do Norte e acusou a oposição de ser “forças anti-estado”.

Mais tarde, Yoon pediu desculpas pelo decreto, que ele rescindiu poucas horas após uma votação unânime da Assembleia Nacional, e prometeu não se esquivar da responsabilidade legal ou política.

Mas num longo discurso televisionado na quinta-feira, Yoon defendeu o decreto como um ato de governação e negou as acusações de rebelião.

“Lutarei até o fim para evitar que as forças e grupos criminosos responsáveis ​​por paralisar o governo do país e perturbar a ordem constitucional do país ameacem o futuro da República da Coreia”, disse Yoon.

“A oposição está agora a fazer uma dança de espadas caótica, alegando que a declaração da lei marcial constitui… um acto de rebelião. Mas foi mesmo?

O principal partido da oposição, o Partido Democrata, rapidamente criticou o discurso de Yoon como “uma expressão de extrema ilusão” e “propaganda falsa”.

Protestos, investigações

Também na quinta-feira, a polícia bloqueou a estrada para impedir que os manifestantes marchassem durante um comício na quinta-feira pedindo a aprovação do impeachment de Yoon.

A primeira moção para impeachment de Yoon fracassou em 7 de dezembro, depois que legisladores do partido do governo boicotaram a votação. A paralisação ocorreu horas depois do líder em apuros pediu desculpasdizendo que não tentaria impor a lei marcial novamente.

As autoridades policiais do país estavam investigando se Yoon e outros cometeram rebelião, abuso de poder e outros crimes. Uma condenação por rebelião acarreta pena máxima de morte.

O Parlamento aprovou na tarde de quinta-feira moções para impeachment do chefe da polícia nacional Cho Ji-ho e do ministro da Justiça Park Sung-jae, suspendendo-os de funções oficiais, devido à aplicação da lei marcial.

O ex-ministro da Defesa de Yoon, Kim Yong-hyun, tornou-se a primeira pessoa a ser formalmente presa.

Ele tentou tirar a própria vida em uma prisão de Seul na noite de quarta-feira, mas os agentes penitenciários o detiveram e as autoridades disseram que ele estava em condição estável.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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