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Perpétua pede a Moraes que revogue prisão domiciliar de Sara Giromini e a mande para a cadeia

Notícias da Hora, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A deputada federal, Perpétua Almeida, líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, apresentou um pedido de revogação da prisão domiciliar concedida a Sara Giromini. O pedido foi apresentado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que reavalie a concessão do benefício. A parlamentar acreana disse que Sara voltou a cometer crimes promovendo calúnias, e estimulando agressões às autoridades e instituições.

“Ora, não é possível aceitar que a investigada Sara Giromini, em pleno usufruto do benefício da prisão domiciliar, continue a descumprir as leis, especialmente o Estatuto da Criança e do Adolescente, e a Constituição do país, promovendo calúnias, estimulando a agressão de pessoas e instituições, e, neste caso gravíssimo, agindo com crueldade inominável, violando mais uma vez os direitos fundamentais de uma criança que já foi vítima de tantos atos bárbaros de violência sexual e psicológica”, disse Almeida.

A líder do PCdoB disse na petição encaminhada a Moraes que no último dia 16, Sara Giromini “utilizou suas redes sociais para se manifestar sobre o caso [da criança de 10 anos abusada e engravidada pelo próprio tio]. Em uma postagem em sua conta do Twitter, Giromini informou o endereço do estabelecimento para onde a criança estava sendo levada e chegou compartilhar o seu nome em uma hashtag, #kessiapelas2vidas, de maneira a ampliar o espectro de alcance da informação”.

Além disso, Sara Giromini “publicou em suas redes alguns vídeos sobre o caso, em que não apenas faz graves e falsas acusações de que a prática da intervenção médica seria um “aborto ilegal”, mas também revela informações sigilosas da criança, do seu estado de saúde e do processo judicial, tornando-as públicas e ampliando o seu alcance por meio de suas redes pessoais, que contam com centenas de milhares de seguidores”.

Ou seja, Sara Giromini colocou a vida da criança em risco ao expor o fato em rede social, com endereços dos locais em que a garotinha foi atendida. Além de violar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e expor detalhes do caso.

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