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A segunda edição do programa “Encontros Regionais” do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) foi aberta na manhã desta segunda-feira (25/11), no Polo de Bacabal, com a presença de juízes, juízas, servidores e servidoras que atuam nas 26 unidades judiciais e administrativas das 11 comarcas integrantes do polo. A abertura realizada no salão do júri do fórum de Bacabal contou com workshop comportamental, palestra sobre o Prêmio CNJ de Qualidade, e uma oficina sobre a padronização de tabelas processuais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Participaram da solenidade de abertura a juíza auxiliar da Presidência, Tereza Nina, com atuação na Coordenadoria de Acompanhamento e Controle da Estratégia (Coace), representando o presidente do TJMA, desembargador Froz Sobrinho; o juiz auxiliar da Presidência, Gladiston Cutrim; o coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec/TJMA), juiz Rodrigo Nina; e o diretor do fórum de Bacabal, juiz Marcello Frazão Pereira.

A juíza Tereza Nina descreveu os objetivos principais do programa, que busca estabelecer um diálogo franco entre a Administração do tribunal e seu público interno, alcançando, também, os integrantes do Sistema de Justiça, em especial advogadas, advogados, promotoras e promotores de Justiça, e defensoras e defensores públicos. “Cada região tem a sua realidade, a partir desse encontro conseguimos entender e dimensionar as dificuldades enfrentadas por cada comarca, cada unidade que integra este polo, e assim buscar melhorias estruturais e garantir bem-estar no ambiente de trabalho”, pontuou.   

Magistrada Tereza Nina discursa durante abertura do evento, ao lado de juízes

Tereza Nina falou dos pilares da atual gestão Biênio 2024/2026, que busca cuidar, acolher e capacitar, de forma permanente, juízas, juízes, servidoras e servidores.

O presidente Froz Sobrinho sempre fala que para cuidarmos das pessoas que nos procuram precisamos estar bem internamente. Para que isso aconteça é necessário cuidar e capacitar o nosso público”, finalizou.

O juiz Marcello Frazão reforçou o convite para que todos e todas participem ativamente da programação dos quatro dias do encontro. “A presença de vocês aqui é o testemunho da importância desse evento para todas as comarcas do nosso polo. Em nome dos colegas juízes, juízas, servidores e servidoras de Bacabal, sejam bem-vindos”, destacou. 

PROGRAMAÇÃO

O professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Anderson Miranda, interagiu com o público por meio do workshop comportamental “Transformando desafios em oportunidades: a importância do servidor público na construção de um futuro melhor”. O docente realizou dinâmicas interativas com recursos virtuais, trabalhando com o público de forma individual e coletiva. Apresentou reflexões sobre liderança, Serviço Público na atualidade, e a importância de servidoras e servidores públicos comprometidos com a eficiência da Justiça.  “É preciso ressignificar o termo servidor público, pois não há propósito maior do que servir, vocês concordam? Então a partir dessa premissa podemos restabelecer nosso compromisso com um Serviço Público eficiente e de qualidade”, frisou.

Professor Anderson desenvolve dinâmica durante workshop comportamental

A Estratégia e o Prêmio CNJ de Qualidade foi o tema principal da palestra ministrada pela assessora especial de Planejamento e Gestão Estratégica, Bianca Soares. A servidora falou sobre o método atual de ranqueamento do CNJ, que estabelece parâmetros para medir o nível de eficiência dos tribunais de todo o país, e as ações necessárias para alcançar os índices máximos de pontuação. 

As “metas audaciosas” previstas no planejamento estratégico do TJMA também foram abordadas durante a apresentação:

  • I – Torna-se o tribunal de médio porte mais produtivo até o final de 2026, considerando o índice de produtividade comparada da Justiça;
  • II – Atingir o Selo Diamante do CNJ até 2026.

Bianca Soares fala sobre o Prêmio CNJ de Qualidade

“Neste ano cumprimos a meta global do CNJ e ficamos entre os sete primeiros tribunais do país, mas precisamos seguir trabalhando para confirmar o Selo Ouro que, dentre outros benefícios, incrementa a Gratificação por Produtividade Judiciária paga aos servidores e servidoras das unidades que cumprirem as metas estabelecidas”, ressaltou. 

A palestra “Gestão de Tabelas Processuais Unificadas – TPU”, com o chefe da Divisão de Regras de Negócios do PJe do TJMA, Ricardo Diastratou sobre as tabelas processuais adotadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que contribuem para a organização e padronização de processos em todo o país, baseadas em um sistema de classificação unificado que garante a uniformidade e fidedignidade de atos processuais, além de proporcionar maior transparência e garantir o acesso e compreensão dos procedimentos processuais.

Ricardo Dias ressaltou que as TPU´s garantem a consistência e integridade dos atos processuais, por meio da padronização da linguagem e formatação, eliminando erros e ambiguidades, além de garantir um sistema de controle e auditoria, que rastrea alterações e garante confiabilidade e transparência. Ele frisou que o não uso das TPU´s no âmbito judiciário pode pode implicar em incoerência de dados, dificuldades na avaliação de produtividade, atrasos na prestação de contas, impactando na tomada de decisões estratégicas e na gestão de recursos.

Ricardo Dias ministra palestra sobre as tabelas processuais do CNJ

Nesta segunda e terça-feiras (25 e 26/11) o projeto Conciliação Itinerante atende a população da comarca de Lago da Pedra; já no prédio da UFMA Bacabal, o Judiciário realiza um curso sobre Regularização Fundiária. As iniciativas ocorrem de forma simultânea às atividades realizadas no fórum de Bacabal, e integram o programa Encontros Regionais. 

A abertutra do evento também contou com a presença do auxiliar da Presidência, juiz José Jorge Figueiredo dos Anjos Júnior; de juízes e juízas das comarcas de Bacabal; Lago da Pedra; Pedreiras; São Mateus; e Vitorino Freire; e da diretora de Recursos Humanos do TJMA, Diana Bastos.

Clique e acesse a programação completa e atualizada do evento.

Clique e acesse o álbum de fotografias da abertura dos Encontros Regionais.

 

Agência TJMA de Notícias

asscom@tjma.jus.br

(98) 2055-2024

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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