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Priscilla Presley talks Elvis, Lisa Marie book, Graceland and more
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2 anos atrásem
Adding a legendary name, a touch of Hollywood-meets-rock ‘n’ roll glamour and some Memphis bragging rights to a national conference dedicated to “strategic planning for incoming leadership,” Priscilla Presley was the keynote speaker Thursday during a Rotary Club convention at Downtown’s Halloran Centre.
“At 14, I was shy and lonely,” Presley, 79, told the assembled Rotarians, who had greeted her with an almost giddy standing ovation. “I met someone who was shy and lonely, as well. Elvis became the love of my life while also being one of the most famous people in the world.”
Presley’s 21-minute talk touched on Elvis, her career as a model and actress, her work as a steward of Graceland and the Elvis legacy, her animal welfare advocacy, and her personal ideals of community service, which dovetail with the Rotary mission.
She did not, however, mention the top Presley news of the moment, the release Tuesday of “From Here to the Great Unknown,” the much-ballyhooed memoir — currently the top-selling book on Amazon — that was completed by actress Riley Keough after the unexpected death last year of its primary author and Keough’s mother, Lisa Marie Presley, the daughter of Elvis and Priscilla.
“To be honest, I haven’t read all of the book,” said Presley, after her talk. Of the segments she has read, she said, “I think it was done well.”
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Referring to her granddaughter, she said: “Her loss is very deep.”
PRISCILLA PRESLEY IN MEMPHIS:To Priscilla, with love: Celebrating Priscilla Presley’s legacy at Theatre Memphis
“I enjoy coming back to Memphis because I feel like this place is home to me,” said Presley, who was touted as an example of the Rotary vision that “one person can help change a city,” in the words of former Memphis Rotary Club president and longtime WMC-TV Channel 5 news anchor Joe Birch, who said he first interviewed Presley in 1979, at the “Hair Design and Trade Jamboree” at the Mid-South Coliseum, where she was introduced as the successor to Elizabeth Taylor as a spokesperson/model for Wella Balsam Shampoo.

If the public knows Priscilla Presley as the former wife of Elvis, a cast member for five seasons of “Dallas,” and the star of three “Naked Gun” movies (she said Leslie Nielsen was her favorite among all her TV and movie co-stars), Memphis owes her a debt for opening Graceland to the public in 1982, five years after Elvis died at his home mansion at the age of 42.
“That is something to celebrate,” said Birch, who pointed out that Graceland is the top attraction in a city where tourism — music tourism, primarily — has an economic impact of about $4.2 billion a year, according to Memphis Tourism. No wonder Rotarian Chuck E. Thomas III, a government relations officer at Southwest Tennessee Community College, included this plea on Presley’s behalf in his opening prayer: “Give her supernatural strength in keeping the memory of Elvis Presley alive.”
“Elvis vowed that he would never sell it,” Presley said of Graceland, the home the singer bought in 1957 (for $102,500) and which is now the second most-visited home in America, after the White House.
For Elvis, she said, Graceland was “a tangible symbol of how far he had come from this humble birth, living in a two-room house in Tupelo, Mississippi… It became his personal symbol of achievement and his American dream.
“Keeping it in the family was something Elvis would have loved,” she added. “I’m so thankful I was here and able to save it from being sold… I will always be committed to sharing Elvis and Graceland with the world.”
Presley spoke during the final luncheon of Rotary International’s three-day “Large Club Conference” for North America, an annual event held this year in Memphis. (The luncheon also served as meeting number 5,480 of the Rotary Club of Memphis.)
About 100 club leaders from 68 cities ranging, alphabetically, from Ann Arbor, Michigan, to York, Pennsylvania, came here for the conference. These representatives of such “large club” cities as Chicago, Dallas, Los Angeles and Toronto were treated to concerts by Kirk Whalum and Memphis Jones, in addition to other Bluff City-specific enticements. The appearance by Presley — who lives in Los Angeles but remains associated with Elvis and Graceland — was the finale of the Memphicentric slate.
PRISCILLA PRESLEY HONORED:Memphis Music Hall of Fame induction ceremony full of music, memories and Memphis love
Presley — who gamely posed for pictures with the Rotarians after her talk — met Elvis when she was 14, when her father, a career military officer, was transferred to West Germany, where Elvis was a solider, after having been drafted into the Army. At 17, she moved to Graceland, after Elvis completed his service. Elvis and Priscilla married at 21; they were divorced when Priscilla was 28, by which time she had begun “an adventure of finding myself,” she said Thursday.
Meanwhile, Elvis was basically “a kid at heart,” she said. When a Rotarian mentioned Libertyland, the old Fairgrounds amusement park, which Elvis would rent out for all-night outings with his cronies, Presley remembered marathon sessions with the King aboard the park’s notoriously ramshackle roller coaster, the Zippin Pippin. “I kept wanting to get off,” she said, “and he kept going and going…”
Ultimately, Presley found a connection between her former husband’s perseverance and dedication to his art and the Rotary Club’s commitment to community service (manifested, for example, in the food pantry the Memphis club operates out of St. Patrick’s Catholic Church). “We need to use our God-given talents to make the world a better place,” she said.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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