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Receitas de Nigel Slater de robalo com feijão e estragão e tortas de pistache com amoras | Peixe
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2 anos atrásem
Nigel Slater
EU ainda não estou pronto para a comida de inverno, mas preciso de pratos mais substanciais do que os que estiveram na mesa nas últimas semanas. É hora, suponho, de tirar os potes de feijão do armário, ligar o forno e pegar as receitas de panificação.
Esta semana comi um prato outonal de robalo com feijão no fogão. Aromatizado com alecrim e estragão, este foi o primeiro dos pratos de peixe outonais, mais robusto que o peixe grelhado, mas menos farto que uma tradicional torta de peixe. Havia também o caldo salpicado de ervas, para o qual precisávamos de colheres fundas.
À medida que o outono avança lentamente, fico feliz em passar mais algum tempo na cozinha, batendo manteiga e açúcar para fazer um bolo, enrolando massa e forrando formas de torta. Fiz um lote de tortinhas esta semana com uma massa quebrada simples, recheei com pistache e frangipane de amêndoa e assei apenas o tempo suficiente para que o recheio ainda ficasse fofo e cedendo no centro. Nós os comemos com amoras, mas eles também ficavam bem sozinhos.
A necessidade de jantar em segundos – tão bem-vinda numa noite de verão – está mudando para algo mais cuidadoso e um pouco mais demorado. Por mim, tudo bem, o tempo na cozinha em uma tarde de outono é, pelo menos na minha opinião, um tempo bem gasto, e eu não poderia estar mais feliz.
Então aproveite os dias mais frescos, as tardes chuvosas e os fins de semana chuvosos: há muito para cozinhar.
Robalo com feijão e estragão
Um prato de peixe substancial, perfeito para uma noite fresca de outono. Usei filés de robalo, mas você pode usar qualquer peixe branco de origem sustentável. Peça ao peixeiro que retire a pele para você, isso facilita toda a receita. Temperei a farinha apenas com sal e pimenta, mas não há razão para não adicionar um pouco de páprica moída ou até pimenta malagueta suave. Se você seguir esse caminho, sugiro deixar de fora o estragão. Serve 2 porções, generosamente. Pronto em 40 minutos.
farinha simples 4 colheres de sopa
filés de peixe branco 400g
azeite 4 colheres de sopa
dashi ou caldo de peixe leve 250ml
folhas de alecrim 1 colher de sopa
estragão 2 colheres de sopa
manteiga ou feijão canelini 400-500g, peso escorrido
cavolo nero ou outro repolho de folhas escuras 75g
Coloque a farinha em uma tigela rasa e tempere com sal e pimenta-do-reino. Corte os filés de peixe em pedaços curtos – cerca de 3 ou 4 pedaços de cada filé. Coloque-os na farinha e dê tapinhas para cobrir o peixe, depois vire-os e repita.
Aqueça o óleo em uma panela rasa, coloque os pedaços de peixe, não muitos de uma vez, e deixe fritar por alguns minutos até ficarem dourados, depois vire-os cuidadosamente com uma espátula e doure levemente os outros. lado também. Retire e coloque em um prato. Pique finamente o alecrim e o estragão.
Retire a farinha e o óleo da panela, limpe com papel de cozinha e leve novamente ao fogo. Despeje o dashi ou caldo de peixe e deixe ferver, acrescente o alecrim picado e o estragão, depois o feijão escorrido, abaixe o fogo e deixe o feijão ferver por cerca de 10 minutos. Tempere com sal e pimenta. Retorne o peixe à frigideira e deixe por 2 ou 3 minutos.
Desfie o cavolo nero e acrescente ao feijão, tampe brevemente com uma tampa e continue cozinhando por 2 minutos até que as folhas amoleçam, depois transfira para um prato raso e sirva.
Tortas de pistache com amoras
Aqui há um pouco de trabalho a fazer, forrar as formas de tarte com massa e fazer o recheio de amêndoa e pistache. O tipo de receita para uma tarde chuvosa de outono. Sugiro que você use pistache moído pronto. O frangipane pode ser guardado na geladeira por vários dias. Faz 10-12. Pronto em 90 minutos
Para a pastelaria:
farinha simples 180g
manteiga 90g
gema de ovo 1
água 2-3 colheres de sopa
Para o frangipane:
pistache moído 85g
amêndoas moídas 85g
manteiga 125g
açúcar refinado 125g
ovo 1, grande
farinha simples 25g
amoras 250g (serão necessários 3 ou 4 para cada torta)
Você também precisará de uma assadeira e um pão de 12 buracos ou uma forma de torta
Faça a massa: coloque a farinha na tigela do processador de alimentos, acrescente a manteiga, corte em pedaços pequenos e processe até obter migalhas finas. Bata a gema com um garfo, junte às migalhas e processe brevemente, depois incorpore a quantidade de água necessária para formar uma massa enrolada – cerca de 2 colheres de sopa devem ser suficientes.
Embrulhe a massa em papel de cozinha e deixe descansar na geladeira por 20 minutos.
Faça o recheio de frangipane: misture o pistache moído e as amêndoas. Na batedeira, bata a manteiga e o açúcar até obter um creme claro e cremoso. Quebre o ovo em uma tigela e bata rapidamente com um garfo, depois introduza, aos poucos, no creme de açúcar e na manteiga. Por último, misture a farinha levemente, mas bem.
Abra a massa finamente sobre uma tábua levemente enfarinhada e, com um cortador de 9cm, faça 10-12 discos. Use-os para forrar a forma de pão e leve à geladeira por 30 minutos. Pré-aqueça o forno a 180C/gás marca 4 e coloque uma assadeira no forno para esquentar.
Coloque o recheio na forma de torta forrada com massa e alise levemente o topo de cada uma com uma colher de chá. Asse por 20-25 minutos em cima da assadeira quente, até ficar levemente crocante por cima e o recheio ainda macio. Deixe as tortas esfriarem e sirva com amoras, por cima ou ao lado delas.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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14 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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