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Sai ranking dos melhores espumantes brasileiros; veja os 12 mais
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1 ano atrásem
O Descorchados, um dos mais respeitados guias de vinhos da América do Sul, divulgou o ranking dos melhores espumantes e 12 brasileiros ficaram no top.
As avaliações incluem 4 mil rótulos. Na edição de 2025, O Descorchados avaliou vinhos e espumantes, de 210 vinícolas argentinas, 186 chilenas, 44 uruguaias, 47 brasileiras, 20 peruanas e cinco bolivianas.
No recorte feito com espumantes brasileiros, um rótulo recebeu 95 pontos. Os destaque é para Maria Valduga, da vinícola Casa Valduga. Também estão entre os três melhores, Nature Chardonnay, Pinot Noir, da vinícola Vita Eterna, e Helena Nature Pinot Noir, Chardonnay 2024, da Vinhedos e Vinhos.
Melhores espumantes brasileiros
Criado pelo jornalista especializado Patricio Tapa, o Descorchados é uma referência quando o assunto é vinho sul-americano.
E setor de vinho brasileiro tem ganhado cada vez mais espaço entre os grandes produtos do continente.
Do ranking sul-americano, 12 espumantes são brasileiros. Eles se destacam pelo sabor, pelas fragrância e densidade, segundo especialistas, diz a revista Exame.
Todos receberam pontuações acima de 93, numa escala de 0 a 100. O único nota 94 foi o Maria Valduga, os demais – empatados – com 93.
Ranking dos 12 melhores do Brasil
- Maria Valduga, da Casa Valduga
- Nature Chardonnay, Pinot Noir, da vinícola Vita Eterna
- Helena Nature Pinot Noir, Chardonnay 2024, da Vinhedos e Vinhos
- Millésime Brut 2021 Chardonnay, Pinot Noir, Riesling Itálico 2021, da Casa Pedrucci
- 130 Blanc de Blanc Special Edition Chardonnay N/V, da Casa Valduga
- 130 Blanc de Noir Special Edition Pinot Noir N/V, da Casa Valduga
- 130 Brut Tradicional Chardonnay, Pinot Noir N/V, da Casa Valduga
- Espumante Acordes Extra Brut Chardonnay, Pinot Noir 2023, Cooperativa Vinícola Garibaldi
- Pedro Antonio III (Solo Magnum) Pinot Noir N/V, da Estrelas do Brasil
- Nature Rosé Pinot Noir N/V, da estrelas do Brasil
- Cave Terroir Nature Chardonnay, Pinot Noir 2021, da Geisse
- Sur Lie Nature Rosé Pinot Noir, Chardonnay N/V, da Casa Valduga
Melhores vinhos da América do Sul
O Chile e a Argentina se destacam na produção de vinhos na América do Sul. Para os enólogos, uma das explicações se baseia no tipo de solo utilizado no cultivo das uvas, considerando os tipos e épocas do ano.
Para os enólogos, o solo e o terreno dos Andes contribuem para que a qualidade da uva seja realmente superior a de outras áreas das Américas.
Patricio Tapia diz que os critérios para a nota 100 concedida aos dois rótulos são claros. “Sempre me perguntam o que precisa ter um vinho para receber 100 pontos. O rótulo precisa expressar a variedade da uva e o lugar de onde vem.”
Nota 100, a máxima
Os dois vinhos que obtiveram nota 100 são submetidos a um tratamento muito especializado: várias barricas de madeira, depois recipientes de concreto, além da forma de cultivo e o tempo de armazenamento.
Na taça, os vinhos apresentam notas orais e herbáceas, frutas vermelhas ácidas, taninos nos, porém mês, com acidez vibrante e uma nota oral. “Não há excessos. Tudo parece no, linear, mais agudo do que redondo”, descreve a publicação do guia Descorchados.
São eles:
- Adrianna Vineyard Mundus Bacillus Terrae 2022, da vinícola argentina Catena Zapata
- Altazor 2021 Cabernet Sauvignon, da chilena Undurraga.
O espumante Maria Valduga, da Casa Valduga, conquistou nota 94 em 100. Elogios ao sabor, à fragrância e à densidade. Foto: Casa Valduga/Freepik
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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