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Santos FC é superado nos pênaltis pelo Botafogo e se despede nas semifinais do Campeonato Brasileiro de Aspirantes

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O Santos FC se despede nas semifinais do Campeonato Brasileiro de Aspirantes de 2024. Na noite desta segunda-feira (18), os Meninos da Vila foram superados nos pênaltis, com placar de 4 a 3, no confronto diante do Botafogo, depois de empate em 1 a 1 no tempo normal na Vila Viva Sorte, em Santos (SP).

O jogo

Com apenas um minuto de jogo, o Santos FC já colocou bola no travessão dos adversários com Andrey. Fernandinho chegou em velocidade pela ponta direita e cruzou com firmeza na direção da segunda trave, onde chegava o camisa 11. De primeira, Andrey bateu firme para carimbar a trave superior.

Aos doze minutos, no entanto, foi o Botafogo que abriu o placar com Matheus Nascimento. O camisa 9 dominou a bola pela entrada da área e tirou de seus marcadores para finalizar. A batida firme e rasteira, no canto direito, superou o goleiro Gustavo Jundi para balançar as redes.

Dez minutos depois, chegando à metade da primeira etapa, Gabriel Bontempo, Matheus Nunes e Balão levaram o Peixe ao ataque com boa triangulação pela ponta direita. Com passe de calcanhar, Matheus Nunes ajeitou da entrada da área para Balão chegar chutando de trás. O capitão santista bateu com força demais e fez a bola sair sobre a meta.

Com 31 minutos, Fernandinho recebeu a bola correndo pela ponta direita e, ao chegar na entrada da área, parou e balançou sobre a marcação para finalizar. O Menino da Vila bateu forte com o pé esquerdo, mas mandou nas mãos do goleiro.

Já aos 39, Fernandinho recebeu inversão de jogo e, pela ponta direita, partiu em bela jogada individual para invadir a área pelo meio. Dentro dela, ele foi desequilibrado pelo marcador, mas finalizou como pôde. A batida de bico ganhou a direção do canto inferior esquerdo e fez o goleiro João Fernando se atrapalhar para defender em dois tempos.

Aos 43, Fernandinho tabelou com Gabriel Bontempo pela direita e, ao receber a devolução, chegou batendo com força na direção do canto direito. João Fernando se esticou e espalmou para escanteio.

Após a cobrança, Rafael Gonzaga dominou a bola dentro da grande área e ajeitou para Fernandinho mandar uma bomba. A bola ia se encaminhando para o canto esquerdo e Alejandro Villarreal tentou desviar para as redes, mas mandou para fora.

Já invadindo os acréscimos da primeira etapa, Fernandinho recebeu pela ala direita e, da intermediária do campo ofensivo, cruzou para o meio da área. A bola passou por Andrey, mas chegou a Rafael Gonzaga. O camisa 3 chegou finalizando de primeira, mas a bola subiu demais e saiu por cima do travessão.

Na segunda etapa, nos primeiro segundos de bola rolando, Kevyson chegou à ponta esquerda e cruzou com força, fazendo a bola chegar a Gustavo Henrique. Com cruzamento preciso, o camisa 4 colocou a bola na cabeça de Gabriel Bontempo. O camisa 10 santista subiu alto para cabecear e obrigou João Fernando a fazer grande defesa, antes de o zagueiro afastar o perigo.

No minuto seguinte, Matheus Nunes recebeu a bola pela esquerda do campo ofensivo e arriscou uma bomba de pé direito. A bola passou muito perto do ângulo direito, mas ganhou a linha de fundo.

Com 15 minutos, o Peixe pressionava no ataque e o zagueiro Diego Borges dominou a bola pela esquerda. Ele tentou surpreender o goleiro batendo forte, mas mandou por cima do travessão.

No minuto seguinte, o Peixe teve contra-ataque pelo meio e Fernandinho foi acionado pela ponta direita. Mais uma vez, o camisa 7 finalizou com muita força, mas parou em defesa segura do goleiro adversário.

Aos 24, o Peixe teve falta para cobrar pela lateral esquerda da grande área e, mesmo sem ângulo, Fernandinho se posicionou para chutar direto em gol. A batida com muita força por pouco não surpreendeu o goleiro, saindo poucos centímetros acima do travessão.

Com 29 minutos, Rafael Gonzaga encontrou passe genial para Andrey Quintino entre os zagueiros, deixando o camisa 11 cara a cara com o goleiro. João Fernando saiu de sua meta e foi driblado pelo santista, mas o derrubou com falta e acabou expulso, recebendo o segundo cartão amarelo. Na cobrança, Matheus Nunes bateu com força no canto do novo goleiro, Cristiano, mas a bola saiu à direita da meta.

Dez minutos depois, Kevyson chegou à linha de fundo pela esquerda e cruzou rasteiro, com muita força, na direção da primeira trave. Kauan Pereira chegou finalizando, mas foi bloqueado. Balão tentou aproveitar a sobra, mas finalizou por cima do gol.

Aos 42, Rodrigo Cezar ganhou a bola pelo meio do ataque e abriu para Kevyson, pela esquerda da grande área. O camisa 15 chegou chutando, mas a bola subiu demais e saiu pela linha de fundo.

Já nos acréscimos, foi a vez de Kevyson abrir para Fernandinho pela esquerda da grande área. O camisa 7 ajeitou para bater colocado de pé direito, mas mandou para fora.

No último minuto dos acréscimos da segunda etapa, Fernandinho marcou o gol de empate do Santos FC para levar a partida às penalidades. Pela esquerda do ataque, ele brigou com seu marcador para ficar com posse da bola e bateu com muita força no canto esquerdo. O goleiro Cristiano chegou a tocar na bola, mas não impediu que ela entrasse na meta.

Nas penalidades, a equipe carioca levou a melhor, vencendo por 4 a 3. O goleiro Gustavo Jundi chegou a defender uma das cobranças adversárias, mas não impediu o revés.

FICHA TÉCNICA

SANTOS FC 1 (3) X (4) 1 BOTAFOGO

Local: Vila Viva Sorte, em Santos (SP)
Data: segunda-feira, 18 de novembro de 2024
Horário: 19h
Árbitro: Thiago Luis Scarascati
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Gabriel Alexandre Tostes Fleming
Cartão amarelo: (SFC) Alejandro Villarreal e André Klaus; (BFR) Bernardo Valim, João Fernando e Lucyo
Cartão vermelho: (BFR) João Fernando
Gols: (BFR) Matheus Nascimento, aos 12′ do 1ºT; (SFC) Fernandinho, aos 52′ do 2ºT
Santos FC: Gustavo Jundi; Gustavo Henrique (Kauan Pereira), André Klaus, Diego Borges (Rodrigo Cezar) e Rafael Gonzaga; Balão, Matheus Nunes e Gabriel Bontempo (Perlaza); Fernandinho, Andrey (Fernando Nava) e Alejandro Villarreal (Kevyson). Técnico: Leandro Zago
Botafogo: João Fernando; Vitor Marinho, Justino, Serafim (Esteban) e Lucyo; Felipe, JP Galvão (Rafael Lobato) e Kauan Lindes (Cristiano); Kauê (Bernardo Valim), Vitinho (Esteban) e Matheus Nascimento (Yarlen). Técnico: Carlos Leiria

(Foto: Bruno Vaz/Santos FC)

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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