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Gestão Pública

Secretarias de saúde se unem para ampliar atendimento à população

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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As secretarias municipais de Saúde e Desenvolvimento Social do município de Cruzeiro do Sul acabam de firmar uma parceria com o intuito de atuar conjuntamente no melhoramento das ações e serviços prestados à população local.

A proposta também visa ampliar o atendimento ao público. Quem decidiu instalar a parceria entre as duas pastas foi a primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Keiliane Cordeiro, que também tem ajudado na secretaria de Educação. Para ela, a ideia é qualificar e formalizar o atendimento integrado entre as três secretarias. “Juntas elas formam o tripé da seguridade social. Ou seja, as três instituições garantem a oferta gratuita dos serviços básicos à população”, salientou Cordeiro.

Durante as reuniões, as instituições trocaram informações sobre os programas e serviços que prestam aos cruzeirenses, a fim de integralizar as ações. “A Saúde e o Desenvolvimento Social dialogam em suas ações, portanto, esse momento de integração é muito oportuno. Quem ganha é a população que vai receber mais informação e ser atendida por uma rede integrada”, explica a secretária de Saúde, Juliana Pereira.

ACRE

Após bomba quebrar duas vezes, abastecimento de água no AC fica comprometido por uma semana

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Todos os bairros foram afetados, segundo Depasa. A bomba foi consertada neste sábado (1) e abastecimento deve ser regularizado até segunda-feira (3). Todos os bairros foram afetados após bomba quebrar duas vezes seguidas em Rio Branco Alexandre Noronha/Asscom Depasa A bomba principal de captação da Estação de Tratamento e Abastecimento de Água (ETA), que abastece a capital acreana, Rio Branco, quebrou duas vezes consecutivas e comprometeu o abastecimento de toda a cidade por uma semana. Segundo o secretário de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), Thiago Caetano, alguns bairros ficaram de 2 a 3 dias sem água. O secretário não soube informar quantos bairros ficaram sem água por conta da situação. A previsão é que o abastecimento seja normalizado até esta segunda (3). Caetano explicou que a bomba quebrou na última segunda-feira (27) e a previsão era que fosse arrumada até quarta (29). Porém, quando os técnicos foram tentar religar, ela acabou quebrando novamente e só foi consertada neste sábado. Conforme o secretário, a quebra da bomba principal reduz em até 50% o abastecimento da cidade. Bairros que costumam receber de 3 a 4 horas de água, só receberam 2 horas esta semana e outros ficaram totalmente sem abastecimento. “Em maior ou menor proporção, todos os bairros foram afetados, porque realmente foi a bomba principal que quebrou. Alguns sofreram apenas uma redução do horário de abastecimento e outros, que estão em uma posição mais extrema, realmente ficaram sem abastecimento uns dois ou três dias”, afirmou o secretário.

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ACRE

MEC proíbe professores, aluno se pais de divulgar protesto

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O Ministério da Educação divulgou uma nota em que afirma que professores, servidores, funcionários, alunos e até mesmo pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. O anúncio foi feito na tarde de quinta-feira (30).

Em seguida, orienta que sejam feitas denúncias por meio do site ouvidoria do MEC.

A medida representa mais uma ofensiva da pasta em meio a um novo dia de manifestações pelo país contra o bloqueio de verbas do setor. O primeiro dia de protestos ocorreu em 15 de maio.

Na nota, a pasta justifica a medida dizendo que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos políticos partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

Questionado pela reportagem a respeito do amparo legal das medidas e sobre o que levou a pasta a citar que até mesmo pais não estão autorizados a divulgar os protestos, o ministério ainda não respondeu.

Além de vetar a divulgação das manifestações em horário escolar, o ministério também diz em nota que servidores públicos que participarem dos eventos podem ter o ponto cortado.

Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos”, diz o comunicado.

Na véspera dos protestos, em vídeo divulgado em suas redes sociais, o ministro Abraham Weintraub havia dito que há “coação” por parte de professores pela participação dos estudantes nos atos.

“Estamos recebendo aqui no MEC [Ministério da Educação] cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos e que serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações”, disse o ministro.

“O MEC está fazendo um esforço muito grande para que o ambiente escolar não seja prejudicado por uma guerra ideológica que prejudica o aprendizado dos alunos”, afirmou Weintraub.

No dia do primeiro ato contra os bloqueios na educação, em 15 de maio, o presidente Jair Bolsonaro chamou quem foi às ruas de imbecis e “idiotas úteis” usados como “massa de manobra”. No entanto, uma semana após a mobilização o governo repôs parte da verba contingenciada da área.

Com o uso de recursos de uma reserva, destinou ao Ministério da Educação um total de R$ 1,6 bilhão 21% do valor que havia sido contingenciado (R$ 7,4 bilhões). Nas universidades federais, o corte chega a R$ 2 bilhões, o que representa 30% da verba discricionária (que não inclui gastos obrigatórios como salários, por exemplo).

O principal objetivo das manifestações, segundo os organizadores, é mostrar à população que os cortes no orçamento da educação prejudicam o ensino, a pesquisa e os serviços prestados pelas instituições do setor à sociedade.

Leia a nota na íntegra

“O Ministério da Educação (MEC) esclarece que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

Com isso, professores, servidores, funcionários, alunos, pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. Caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho, basta fazer a denúncia pela ouvidoria do MEC por meio do sistema e-Ouv.

Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho, conforme os regimes jurídicos federais e estaduais e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos.

Cabe destacar também que a saída de estudantes, menores de idade, no período letivo precisa de permissão prévia de pais e/ou responsáveis e que estes devem estar de acordo com a atividade a ser realizada fora do ambiente escolar.”

do YacoNews

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