NOSSAS REDES

Mundo Estranho

Teia de aranha gigantesca com mais de 300 metros cobre praia na Grécia

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Clima mais quente em uma região no oeste da Grécia cria um cenário arrepiante

Uma enorme teia de aranha de 300 metros de comprimento cobriu uma área de vegetação à beira-mar na cidade de Aitoliko, na Grécia, conforme publicou o site Daily Hellas.

https://i2.wp.com/f.i.uol.com.br/fotografia/2018/09/19/15373902105ba2b68260ece_1537390210_3x2_md.jpg?w=740&ssl=1

https://i1.wp.com/f.i.uol.com.br/fotografia/2018/09/19/15373902245ba2b690a0dba_1537390224_3x2_md.jpg?w=740&ssl=1

Especialistas dizem se tratar de um fenômeno sazonal, causado por aranhas tetragnatha, que são capazes de construir grandes ninhos para acasalamento.

Acredita-se que o aumento da população local de mosquitos pode ter contribuído para o crescimento do número dessas aranhas.

Maria Chatzaki, professora de Biologia Molecular da Democritus University of Thrace, na Grécia, diz que temperaturas mais altas e condições suficientes de umidade e de alimento criaram o ambiente ideal para estas aranhas se reproduzirem em larga escala.

“É como se as aranhas estivessem se aproveitando destas condições e fazendo uma festa. Elas acasalam, se reproduzem e criam uma geração inteiramente nova”, disse ela ao site She told Newsit.gr.

“Essas aranhas não são perigosas para humanos e não causam danos à flora local. Elas farão sua festa e logo morrerão.

BBC News Brasil

Advertisement
Comentários

Comente aqui

MEIO AMBIENTE

VÍDEO: Medusa gigante é vista em Florianópolis após 150 anos

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Animal da espécie Drymonema gorgo foi visto na Ilha do Campeche na última sexta-feira (14); espécie é considerada a maior da costa brasileira.

Uma medusa gigante surpreendeu os frequentadores da Ilha do Campeche, em Florianópolis, na última sexta-feira (14). Em um vídeo registrado por banhistas, o animal marinho aparece flutuando próximo à costa.

O aparecimento do animal  da espécie Drymonema gorgo não era registrado em Florianópolis há 150 anos. A última aparição registrada foi feita em 1861 pelo naturalista alemão Fritz Müller.

“Ele relatou o aparecimento do animal próximo às praias do Norte de Desterro, onde hoje é o Centro de Florianópolis”, afirma o professor Alberto Lindner.
Lindner, que é  responsável pelo laboratório de Biodiversidade Marinha da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), afirma que a espécie é rara.
“São poucos os registros e estudos sobre este animal. Sabemos que ele é encontrado na Argentina e na Costa brasileira até a altura do Rio de Janeiro”, comenta.
Medindo cerca de um metro de diâmetro, o animal é o maior da Costa Brasileira. Uma água-viva da espécie Olindias sambaquiensis, muito comum no Brasil, pode chegar no máximo a 12 centímetros.
Segundo o professor, o contato com o animal pode provocar queimaduras. “Não há registros sobre a letalidade das queimaduras desta medusa. Uma das banhistas que estava na Ilha do Campeche foi tentar afastar o animal e se queimou. Ela relatou apenas uma queimadura leve. Mesmo assim deve-se evitar o contato com ela”, comenta.
Ainda no vídeo, Lindner destaca que a medusa parece se alimentar de outras duas águas vivas. O hábito é comum há espécie que tem semelhantes no Caribe e no Mediterrâneo.
Lindner orienta que caso se localize uma medusa gigante ou demais animais da espécie deve-se contactar o Laboratório de Biodiversidade Marinha da UFSC. O contato pode ser feito pelo e-mail biodiversidade@contato.ufsc.br. Por NDMAIS

Continue lendo

BRASIL

Macabro: bebê de 8 meses é usado em ritual de magia negra

Juruá em Tempo, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

O corpo de um bebê do sexo masculino, de aproximadamente oito meses, foi encontrado na tarde desta quarta-feira (24), enrolado em uma sacola de plástico abandonada em um terreno baldio, localizado próximo à avenida do Turismo, no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus.

Segundo policiais militares da 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cecom) que atenderam a ocorrência, moradores do local teriam relatado que o corpo da criança havia sido utilizado em um suposto ritual de magia negra, já que o mesmo foi achado ao lado de velas, garrafas e caveiras.

A polícia foi acionada por volta das 16h, por um homem que passava pelo local e encontrou o corpo.

O bebê foi recolhido e levado para o Instituto Médico Legal (IML). A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) está investigando o caso.

Com informações do Manaus Alerta

Continue lendo

+30 mil seguidores

TOP MAIS LIDAS

Grupos de notícias