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Toyota vai elevar produção na China em mudança de estratégia – 11/11/2024 – Mercado

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Maki Shiraki

A Toyota pretende fabricar pelo menos 2,5 milhões de veículos por ano na China até 2030, afirmaram três fontes, em uma estratégia que levará a empresa a aproximar suas operações de produção e vendas na China e permitirá que executivos locais tenham mais liberdade de ação no desenvolvimento de produtos.

O plano representa um pivô estratégico da maior montadora de veículos do mundo no maior mercado de automóveis do planeta, destacando a ambição da Toyota de recuperar negócios perdidos para a chinesa BYD e outras marcas locais nos últimos anos.

A estratégia da Toyota contrasta com a de outras montadoras globais, incluindo as japonesas, que estão reduzindo presença ou saindo da China.

A montadora japonesa pretende aumentar a produção para até 3 milhões de veículos por ano até o final da década, disseram duas das fontes. No entanto, a empresa não chegou a estabelecer uma meta formal, disseram as três fontes.

O número maior representa um aumento de 63% em relação ao recorde de 1,84 milhão de veículos Toyota produzidos na China em 2022. No ano passado, a empresa produziu 1,75 milhão de veículos no país.

A Toyota informou alguns fornecedores sobre o aumento pretendido, na esperança de tranquilizar os fabricantes de peças sobre seu compromisso com a China e, assim, garantir sua cadeia de suprimentos, disseram as fontes.

A montadora japonesa pretende aproximar as operações de vendas e produção de suas duas joint ventures chinesas para aumentar a eficiência, disseram duas das fontes.

A companhia também pretende transferir o máximo possível da responsabilidade de desenvolvimento para a equipe baseada na China, que tem uma melhor compreensão das preferências do mercado local, especialmente em relação à tecnologia de carros eletrificados e conectados, disseram duas das fontess.

TARDE DEMAIS

As medidas sinalizam uma consciência crescente dentro da Toyota de que precisa confiar mais na equipe local para assumir o comando e acelerar o desenvolvimento de produtos na China, disse uma das fontes, acrescentando que, caso contrário, “será tarde demais”.

As montadoras tradicionais, incluindo a Toyota, foram superadas na China, já que os fabricantes nacionais de veículos elétricos estão lançando rapidamente carros acessíveis, movidos a bateria e com tecnologia avançada.

No ano passado, a Toyota anunciou planos para aprofundar a cooperação entre seu centro de P&D na província de Jiangsu e suas duas joint ventures locais.

Um problema, que representa os dos motivos para a mudança de estratégia da Toyota, é que os veículos desenvolvidos independentemente por parceiros de joint-ventures estão vendendo melhor do que os produzidos com a Toyota.

Por exemplo, a marca Hongqi, do FAW Group, e o elétrico Aion, do GAC Group, superam as vendas dos respectivos modelos da FAW Toyota Motor e da GAC Toyota Motor. A Toyota agora pretende incorporar melhor o know-how dos parceiros locais em seus carros.

Atualmente, o mesmo veículo é produzido em cada uma das duas joint ventures e vendido com um design e um nome de empresa diferentes – os chamados “veículos geminados”. Daqui para frente, a produção de cada carro será consolidada em uma das joint ventures, disseram duas das fontes.

Em meio à concorrência, a Mitsubishi Motors Corp se retirou da China, enquanto Honda e Nissan decidiram reduzir a capacidade de produção local.



Leia Mais: Folha

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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