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Hackers Keep Stealing Tickets From People’s Ticketmaster Accounts
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2 anos atrásem
If you haven’t changed the password on your Ticketmaster account recently, you probably want to. The online ticket sales company is continuing to deal with the fallout from a data breach earlier this year affecting over 500 million customers, and customers are taking the brunt of impact.
Business Insider reported yesterday about a string customers checking their emails only to discover that someone had broken into their Ticketmaster accounts and transferred their tickets away:
In September, Vashti-Jasmine McKenzie noticed an event had mysteriously vanished from her Google Calendar. It was a reminder for an Usher concert in Dallas on October 5, synced with her Ticketmaster account.
McKenzie opened her email to a shock: The night before, a stranger had broken into her account, accessed McKenzie’s two tickets, which she had paid $550 for, and transferred them out of her account.
McKenzie was eventually able to get her tickets returned to her by Ticketmaster’s customer support. Others haven’t been so lucky: Business Insider identified another individual who had their tickets stolen, returned to them by Ticketmaster, only to visit their concert and encounter two individuals who discovered their tickets had been swiped only once they got to the gate. Reddit, similarly, is home to many complaints from users saying similar things had happened to them.
Ticket scalping is big business these days, and so it’s no surprise that Ticketmaster accounts are of high value. It’s unclear how exactly customer accounts are being accessed—following Ticketmaster’s breach, security experts said that it didn’t appear passwords had been compromised. And you would think any tech company today uses hashing rather than storing passwords in plaintext.
Either way, hackers seemingly have been able to run wild through Ticketmaster accounts, adding even more headache to a rough few years for the company.
Live Nation, Ticketmaster’s parent company, was sued in May by the Department of Justice for antitrust, with the agency alleging the ticketing giant is behaving anti-competitively by requiring performers use Ticketmaster at venues it operates. Besides handling ticketing through Ticketmaster, Live Nation handles promotions for most major concert venues in the U.S., and also operates hundreds of venues on its own. Basically it offers the whole soup to nuts package.
It’s not just the Justice Department mad at Live Nation and Ticketmaster. Concertgoers have been frustrated with the companies for years over the poor handling of ticket sales, including using frustration virtual lines and “dynamic pricing” to jack up the prices of in-demand tickets. It’s gotten to the point that some have been put off from even going to concerts at all if they have to deal with Ticketmaster—which is most of the time.
The argument against these companies is that, because they control ticketing for nearly 70% of major concert venues in the U.S., they do not have incentive to improve, and have used their control to gouge venues and artists. In 2023, a Senate Judiciary Committee investigation concluded that Ticketmaster’s exclusive contracts create significant barriers to entry for competitors. Licensing, permits, and other regulatory barriers favor players like Live Nation and Ticketmaster that can handle the costs. From an NPR article written at the time:
Klobuchar sees three main issues with Ticketmaster, as she explained in both the interview and her opening statement at the hearing: It controls more than 70% of the market for ticketing and live events, it controls much of the promotion of those events, and it either owns or has yearslong exclusive contracts with many large venues.
Live Nation was permitted to acquire Ticketmaster back in 2010 after signing a consent decree saying, among other things, it would not retaliate against venues that chose other ticketing providers, meaning they can still promote through Live Nation. But again, Live Nation controls a vast swath of major venues, where it requires the use of Ticketmaster. Live Nation for its part, has argued that it’s operating in a free market, pointing to competitors like AXS and SeatGeek, and says that its scale has allowed it to offer better technology and lower prices to consumers. Its market share has declined somewhat since 2010 and its prices are comparable to to other ticket marketplaces, it has said.
However things play out going forward, especially under another Trump administration, today the reality is that Ticketmaster is still dominant, so if you have to use it, we recommend changing your password, enabling two-factor authentication, and turning on account alerts for any attempted ticket transfers.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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