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Trio responsável por boca de fumo em Bujari é condenado a mais de 33 anos de reclusão

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Réus estavam envolvidos com a promoção e financiamento das atividades da facção criminosa a qual pertencem.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Bujari condenou três acusados, que foram presos em flagrante em outubro de 2017, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores, incursos nas penas do artigo 33, caput e 35 da Lei 11.343/06, artigo 2°, § 2° e § 4°, incisos I e IV da Lei n° 12.850/13 e 244-B do Estatuto da Criança e do Adolescente.

De acordo com a sentença do Processo n° 0000962- 96.2017.8.01.0010, publicada na edição n° 6.178 do Diário da Justiça Eletrônica (págs. 73-80), da última sexta-feira (17), E.T.D. e J.R.R.K. recebeu, cada um, pena definitiva de 12 anos, 10 meses, 15 dias de reclusão e 515 dias-multa, em regime inicial fechado. V.C.M. não possuía maus antecedentes, por isso sua pena foi dosada em nove anos, seis meses de reclusão e 515 dias-multa, em regime inicial fechado.

Entenda o caso

A denúncia aponta que os réus se associaram para o fim de praticar crimes de tráfico de drogas, que foram realizados na companhia de menores de idade. A casa de dois pisos, utilizada pelos membros de facção, está localizada no beco de acesso ao Ramal Bujari e lá foi encontrada entorpecente em depósito e armas de fogo de uso permitido, mas em desacordo com a determinação regulamentar. As atividades ilícitas ocorreram nos meses de setembro e outubro de 2017.

Decisão

O Juízo considerou na dosimetria três causas de aumento de pena, que foram: participação de menores, o emprego de arma de fogo para a prática das infrações penais e a conexão estabelecida com outras organizações criminosas independentes.

O juiz de Direito responsável pela unidade judiciária destacou que integrar organização criminosa merece profunda reprovação, pois essas fortalecem a criminalidade e são responsáveis pelos números alarmantes da violência atual.

Os réus não poderão recorrer em liberdade. Por Gecom TJAc.

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Traficante que enviava drogas do Acre para o Nordeste é preso em Rio Branco

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Cleomar César Felício Uchôa, vulgo cangaceiro, foi preso pela Polícia Civil na última terça-feira (20) no bairro Preventório, conhecido como Papoco, em Rio Branco. O traficante já era alvo de investigações da Polícia Federal, que suspeita que ele tinha negócios na fronteira e no estado de Rondônia e fornecia drogas para a região Nordeste.

Há suspeitas de que o homem lavava o dinheiro do tráfico com compra e venda de gado no Acre e nos estados vizinhos.

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Homem que matou ex-mulher e companheiro dela é condenado a mais de 39 anos de prisão

STJ Notícias, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Após nove horas de julgamento, homem que matou ex-mulher na frente do filho e também assassinou o companheiro da vítima foi condenado, na segunda-feira, 19, pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Tarauacá. Segundo a decisão, o denunciado deverá cumprir 39 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Como é relatado nos autos, em julho de 2016, o acusado estava indo à residência da ex-mulher e no caminho encontrou o companheiro dela, que tinha ido levar uma das crianças a escola. O acusado teria matado o homem e seguido para a casa da ex-companheira. Uma vez no local, ele a teria matado a golpes de faca e tiro de espingarda, na frente dos filhos.

Sentença

De acordo com a sentença, que ainda aguarda publicação no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o acusado cometeu os crimes de: homicídio qualificado privilegiado (meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e também pela condição do sexo feminino da vítima) em relação à ex-mulher; e homicídio qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa do ofendido), em relação ao companheiro dela.

O juiz de Direito responsável por conduzir o julgamento, Guilherme Fraga, registrou que “as circunstâncias do crime fogem à normalidade, visto que o acusado praticou o delito após arrombar a porta frontal da casa, porta dos quartos, com a presença dos filhos menores de idade, perseguido a vítima, até conseguir mata-la, tudo isso devidamente testemunhado pelo filho de apenas 13 anos de idade, motivo pelo qual deve tal circunstância judicial ser valorada negativamente”.

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