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USD/CAD falls to near 1.3900 amid higher crude Oil prices, US election in focus
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- USD/CAD depreciates as the commodity-linked CAD gains ground due to the higher Oil prices.
- OPEC+ has extended its production cut of 2.2 million barrels per day through the end of December 2024.
- The recent polls indicate a tight race between Democratic candidate Kamala Harris and Republican nominee Donald Trump across seven states.
USD/CAD offers gains from the previous two days, trading around 1.3900 during the Asian hours on Monday. The commodity-linked Canadian Dollar (CAD) receives support from the higher Oil prices, which could be attributed to the delay in a planned output increase by the OPEC+ coalition, which includes the Organization of the Petroleum Exporting Countries and its allies, such as Russia.
West Texas Intermediate (WTI) Oil price appreciated around 2% on Monday, trading around $70.50 per barrel during Asian hours. On Sunday, the OPEC+ alliance agreed to extend its production cut of 2.2 million barrels per day (bpd) through the end of December 2024. citing weak demand and rising supply outside the group. Additionally, the member countries reaffirmed their commitment to “achieve full conformity” with production targets and to compensate for any overproduction by September 2025.
Traders are closely watching the upcoming US presidential election on Tuesday, as the final New York Times/Siena College poll shows Vice President Kamala Harris with slight leads in Nevada, North Carolina, and Wisconsin, while former President Donald Trump holds a narrow edge in Arizona. The candidates are in close contests in Michigan, Georgia, and Pennsylvania. Conducted from October 24 to November 2, the poll indicated that all matchups in seven battleground states fall within a 3.5% margin of error.
In addition to the election, traders are also focused on the upcoming US Federal Reserve (Fed) policy decision, with expectations of a modest 25 basis point rate cut this week. The CME FedWatch Tool currently shows a 99.6% probability of a quarter-point rate reduction by the Fed in November.
Canadian Dollar FAQs
The key factors driving the Canadian Dollar (CAD) are the level of interest rates set by the Bank of Canada (BoC), the price of Oil, Canada’s largest export, the health of its economy, inflation and the Trade Balance, which is the difference between the value of Canada’s exports versus its imports. Other factors include market sentiment – whether investors are taking on more risky assets (risk-on) or seeking safe-havens (risk-off) – with risk-on being CAD-positive. As its largest trading partner, the health of the US economy is also a key factor influencing the Canadian Dollar.
The Bank of Canada (BoC) has a significant influence on the Canadian Dollar by setting the level of interest rates that banks can lend to one another. This influences the level of interest rates for everyone. The main goal of the BoC is to maintain inflation at 1-3% by adjusting interest rates up or down. Relatively higher interest rates tend to be positive for the CAD. The Bank of Canada can also use quantitative easing and tightening to influence credit conditions, with the former CAD-negative and the latter CAD-positive.
The price of Oil is a key factor impacting the value of the Canadian Dollar. Petroleum is Canada’s biggest export, so Oil price tends to have an immediate impact on the CAD value. Generally, if Oil price rises CAD also goes up, as aggregate demand for the currency increases. The opposite is the case if the price of Oil falls. Higher Oil prices also tend to result in a greater likelihood of a positive Trade Balance, which is also supportive of the CAD.
While inflation had always traditionally been thought of as a negative factor for a currency since it lowers the value of money, the opposite has actually been the case in modern times with the relaxation of cross-border capital controls. Higher inflation tends to lead central banks to put up interest rates which attracts more capital inflows from global investors seeking a lucrative place to keep their money. This increases demand for the local currency, which in Canada’s case is the Canadian Dollar.
Macroeconomic data releases gauge the health of the economy and can have an impact on the Canadian Dollar. Indicators such as GDP, Manufacturing and Services PMIs, employment, and consumer sentiment surveys can all influence the direction of the CAD. A strong economy is good for the Canadian Dollar. Not only does it attract more foreign investment but it may encourage the Bank of Canada to put up interest rates, leading to a stronger currency. If economic data is weak, however, the CAD is likely to fall.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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