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Valerenga x Juventus: palpites, onde assistir e escalações – Champions Feminina
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2 anos atrásem
Nesta quarta-feira, 9 de outubro, Valerenga x Juventus acontece às 16h (horário de Brasília) pela primeira rodada da Champions Feminina. A partida será disputada na Intility Arena, em Oslo, pelo Grupo C da competição europeia. Veja neste artigo os melhores palpites e prognósticos do jogo, além de onde acompanhar ao vivo e as possíveis escalações.
Valerenga x Juventus odds – Quem tá pagando mais?
| Resultado | F12Bet | Pinnacle | Stake | Betano | Parimatch |
|---|---|---|---|---|---|
| Valerenga vence a partida | 4,80 | 4,190 | 5,00 | 4,65 | 5,10 |
| Juventus ganha o jogo | 1,46 | 1,552 | 1,48 | 1,57 | 1,49 |
Valerenga x Juventus: veja os melhores palpites do jogo
Handicap asiático -0,75 Juventus – 1,59
Conforme a maioria das casas de aposta, a Juventus pode ser considerada favorita no confronto desta quarta-feira. A Itália tem uma liga mais competitiva e em melhor nível em relação à Noruega. O Valerenga vem de uma longa sequência invicta, mas ainda precisa evoluir para além do futebol nacional.
A forma recente também indica isso, com a Juventus tendo vencido todos os jogos oficiais da temporada, eliminando inclusive o PSG nas fases preliminares da Champions Feminina. Logo, a nossa aposta aqui é para uma vitória italiana por qualquer placar.
Juventus vence o 2º tempo – 1,70
Outro aspecto que confere o favoritismo às italianas é ter mais peças de reposição em todas as posições. O Valerenga tem um bom 11 inicial, mas com a queda física natural da segunda etapa o técnico Nils Lexerod tem menos opções ofensivas para os últimos 45 minutos de jogo.
A Velha Senhora vem de uma sequência forte na Serie A Feminina, com 18 gols marcados em cinco jogos (média de quase quatro gol por jogo). Além disso, destacamos uma das artilheiras do torneio, Cristiana Girelli, com três gols até aqui. Portanto, nossa segunda aposta indica as visitantes vencendo a segunda etapa por qualquer placar.
Ambas equipes marcam e mais de 2,5 gols – 1,76
Ainda que a Juventus franca seja favorita, o Valerenga tem boas condições de incomodar a defesa italiana. Abriu o placar em quatro dos últimos cinco jogos, e nas últimas quatro partidas em casa marcou 15 gols.
Para justificar uma alta expectativa de gols, vale destacar que em cinco dos últimos seis jogos do Valerenga houve mais de 2,5 gols, o que ocorreu em sete das últimas oito partidas envolvendo a Juventus. Além disso, em seis dos últimos oito compromissos das italianas as duas equipes balançaram as redes ao menos uma vez.
Informações importantes de Valerenga x Juventus
- O Valerenga venceu os últimos 18 jogos;
- Em seis dos últimos oito jogos da Juventus ambas equipes marcaram;
- Cinco das últimas seis partidas do Valerenga tiveram mais de 2,5 gols;
- Oito dos últimos dez jogos da Juventus tiveram menos de 4,5 cartões no total;
- O Valerenga abriu o placar em quatro dos últimos cinco jogos.
Últimos 5 jogos do Valerenga
Norway Toppserien Women 04/10/24
V
Asane Women
1

Valerenga Women
3
Norway Cup Women 29/09/24
V

SK Brann Women
1

Valerenga Women
3
UEFA Liga dos Campeões Qualifying Women 25/09/24
V

Anderlecht Women
0

Valerenga Women
3
UEFA Liga dos Campeões Qualifying Women 18/09/24
V

Anderlecht Women
1

Valerenga Women
2
Norway Toppserien Women 11/09/24
V

Ru00f8a Women
0

Valerenga Women
2
Últimos 5 jogos da Juventus
Italy Serie A Women 05/10/24
V
Sampdoria Women
0

Juventus Women
2
Italy Serie A Women 30/09/24
V

Fiorentina Women
0

Juventus Women
4
UEFA Liga dos Campeões Qualifying Women 26/09/24
V

PSG Women
1

Juventus Women
2
Italy Serie A Women 21/09/24
V
Lazio Women
1

Juventus Women
2
UEFA Liga dos Campeões Women 18/09/24
V

PSG Women
1

Juventus Women
3
Onde assistir e transmissão de Valerenga x Juventus
A partida entre Valerenga e Juventus pela Champions Feminina terá transmissão ao vivo no Brasil pelo serviço de streaming DAZN.
Quais as prováveis escalações de Valerenga x Juventus?
Provável escalação do Valerenga: Tove Enblom; Lindbak Horte, Karina Saevik e Michaela Kovacs; Janni Thomsen, Stine Brekken, Thea Bjelde e Ylinn Tennebo; Olaug Tvedten, Emma Godo e Elise Thorsnes. Técnico: Nils Lexerod.
Provável escalação do Juventus: Peyraud Magnin; Martina Lenzini, Viola Calligaris e Estelle Cascarino; Krumbiegel, Arianna Caruso, Hanna Bennison e Valentina Bergamaschi; Sofia Cantore (Alisha Lehmann), Chiara Beccari e Cristiana Girelli. Técnico: Massimiliano Canzi.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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