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Victoria’s Secret: Como foi a volta da marca às passarelas – 15/10/2024 – Estilo

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Anahi Martinho

São Paulo

Com abertura da cantora Lisa, da banda coreana Blackpink, o Victoria’s Secret Fashion Show fez seu retorno triunfal nesta terça-feira (15) em um espaço de eventos de Nova York. Foi o primeiro desfile após seis anos de hiato da marca de lingerie, que fez história com suas “angels” —as modelos que quebraram padrões ao desfilar sorridentes e sensuais—, muitas delas brasileiras.

Quem abriu o desfile foi Gigi Hadid, 29, vestindo enormes asas rosa-bebê e baby doll de seda na mesma cor. A primeira parte do desfile, com show da cantora sul-africana Tyla, trouxe looks em cores pastéis, muito branco, seda e plumas.

A primeira brasileira a entrar na passarela foi Adriana Lima, uma das angels tradicionais da marca. Ela desfilou um conjunto de lingerie preto com amarrações e segunda pele, adornado com asas de plástico de efeito furta-cor. Adriana, 43, fez cinco entradas na passarela, todas com looks deslumbrantes e a mesma energia de vinte anos atrás.

A presença das angels clássicas foi um dos trunfos do desfile, que focou no mix de gerações e na diversidade de corpos. Alessandra Ambrosio, 43, desfilou conjunto cheio de brilhos com asas cravejadas. E, sob aplausos da plateia, Isabeli Fontana, 41, entrou com uma capa dourada de efeito metálico. As brasileiras fizeram parte da época de ouro das angels, que contava ainda com Ana Beatriz Barros e Gisele Bündchen.

Kate Moss, 50, desfilou look todo preto e rendado ao som de “I Love Rock’n’Roll” —a filha dela, Lila Grace Moss, 22, também fez várias entradas na passarela. Outra angel clássica que marcou presença foi Candice Swanepoel, 35.

Entre os nomes estreantes estão o da modelo plus size Devin Garcia, 23, e o da brasileira Valentina Sampaio, também de 23, que é a primeira mulher trans a desfilar pela marca. O show contou até com ex-primeira-dama da França Carla Bruni, 56, também fazendo sua estreia em uma passarela da grife.

O desfile durou cerca de 40 minutos e foi encerrado por Cher, que cantou seu clássico “Believe”, entre outras músicas. Tyra Banks, 50, fechou o desfile usando collant de brilhos e capa preta.

PARA SEMPRE ANGEL

Em seu nono desfile pela Victoria’s Secret, Isabeli Fontana disse, em entrevista no backstage, que estava empolgada para o retorno à passarela: “Estou muito ansiosa e entusiasmada. É sempre uma diversão”, contou a brasileira. Ela ainda revelou ter uma asa de anjo tatuada na nuca, em homenagem à grife.

“Sempre fiquei chateada de nunca ter desfilado de asas. Só usei asas no meu oitavo desfile. Por isso tatuei uma na minha nuca, para marcar que sempre fui uma angel”, contou.

Já Tyra Banks, 50, arrancou gargalhadas da repórter ao dizer que seu momento mais memorável na marca foi quando se aposentou. “Não porque parei de trabalhar, mas porque meu desfile de despedida foi tão incrível e especial”, explicou.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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