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Victoria’s Secret Fashion Show Returns Tonight After Hiatus

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The once-highly anticipated fashion event and television ratings juggernaut, the Victoria’s Secret Fashion Show, will take place in New York tonight for the first time since 2018, after the annual event went on a hiatus amid a series of controversies that rattled the lingerie brand and declining viewership.

Key Facts

The Victoria’s Secret Fashion Show is a typically star-studded annual event used by the company as a marketing tool for its lingerie and is known for the models (called “Victoria’s Secret Angels”) that walk the runway and wear the brand’s iconic wings.

This year’s show will take place in Brooklyn and will be hosted by Tyra Banks, who walked in nine shows as a Victoria’s Secret Angel before her retirement at the 2005 Victoria’s Secret show.

Cher will headline an all-female lineup of artists, which also includes the South African singer Tyla and Thai singer and rapper Lisa.

Victoria’s Secret announced in May the fashion show would return and will “reflect who we are today,” likely referring to the brand’s attempt to overhaul its image to become more inclusive of body types and gender identities.

Who Is Participating In This Year’s Show?

Valentina Sampaio, a Brazilian model hired in 2019 as the brand’s first openly transgender model, said on Instagram she will be in the show. Gigi Hadid, a Victoria’s Secret Fashion Show veteran, will also walk the runway, the company confirmed. Brazilian model Adriana Lima, who spent two decades as a Victoria’s Secret model and walked in 18 of its fashion shows, will also walk the runway. Other models set to walk include Barbara Palvin, Jasmine Tookes, Ashley Graham, Candice Swanepoel and Behati Prinsloo.

When And Where Will The Fashion Show Air?

The “pink carpet” before the show starts at 6:30 p.m. EDT Tuesday, broadcast live on Prime Video, as well as on Victoria’s Secret’s Instagram, YouTube and TikTok accounts. The show begins at 7 p.m. EDT, broadcast on the same channels.

What Controversies Did Victoria’s Secret Face?

The brand faced a string of controversies in the late 2010s, including growing criticism over its lack of inclusivity for all body types. Its much-criticized “Perfect Body” campaign included photoshoots with only thin models, sparking a petition that garnered more than 30,000 signatures. One of the brand’s highest-profile models, Karlie Kloss, left the company in 2015, which she later said was because she “didn’t feel it was an image that was truly reflective of who I am and the kind of message I want to send to young women around the world about what it means to be beautiful.” Another model, Robyn Lawley, led a boycott of the brand in 2018, alleging it tells women “only one kind of body” is beautiful. The brand faced a wave of renewed criticism in 2018 when Ed Razek, then the chief marketing officer for Victoria’s Secret’s then-parent company L Brands, told Vogue he doesn’t think the show should feature models who are “transsexuals,” stating: “Well, why not? Because the show is a fantasy. It’s a 42-minute entertainment special.” Razek apologized days later, stating: “To be clear, we would absolutely cast a transgender model for the show.” He stepped down in August 2019, days after Victoria’s Secret cast Sampaio, its first transgender model. The New York Times published an investigation in February 2020 alleging the company had a “culture of misogyny” characterized by “widespread bullying and harassment of employees and models,” alleging Razek was repeatedly subject to complaints of inappropriate conduct, including attempts to kiss models and touching one’s crotch. Razek said the allegations were “categorically untrue, misconstrued or taken out of context,” and the company said it is “committed to continuous improvement and complete accountability.” Former L Brands CEO, billionaire Les Wexner, apologized in 2019 for his ties to Jeffrey Epstein, whom Wexner had employed to manage his finances until he severed ties in 2007.

How Has The Company Attempted To Shift Its Image?

Victoria’s Secret replaced its “Angel” title for supermodels in 2021 with a new concept called the “VS Collective,” a group initially composed of seven ambassadors formed to embrace diversity, including Sampaio, openly lesbian soccer player Megan Rapinoe, plus-size model Paloma Elsesser and actress Priyanka Chopra. Last year, instead of having a live fashion show, the company released a film on Amazon Prime Video titled “Victoria’s Secret: The Tour ’23” that it called “part documentary, part spectacular fashion event.” Critics noted the casting was more diverse for the special and included open discussion of topics like LGBTQ identities and bodily autonomy.

Key Background

The Victoria’s Secret Fashion Show was held annually between 1995 and 2018, and began broadcasting on television in 2001. The 2001 broadcast on ABC was a ratings hit, attracting 12 million viewers, and the show sustained that success for more than a decade, drawing nearly 10 million viewers on CBS in 2013. But ratings soon took a dive, declining year after year to a new low of just over 3 million viewers in 2018, the last show before the hiatus.

Big Number

$15 million. That’s how much the most expensive item ever worn at a Victoria’s Secret Fashion Show was valued to be. Model Gisele Bündchen wore the iconic “Fantasy Bra”—an item worn by one select model in each show—in 2000, the most expensive version of the bra that is worth millions each year.

Further Reading

Your All-Access Pass to the Victoria’s Secret Fashion Show (Victoria’s Secret)

‘Angels’ in Hell: The Culture of Misogyny Inside Victoria’s Secret (New York Times)

Victoria’s Secret is overhauling its image. Is it enough to regain relevance? (CNN)



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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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