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Victoria’s Secret Fashion Show Returns Tonight After Hiatus
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Topline
The once-highly anticipated fashion event and television ratings juggernaut, the Victoria’s Secret Fashion Show, will take place in New York tonight for the first time since 2018, after the annual event went on a hiatus amid a series of controversies that rattled the lingerie brand and declining viewership.
The Victoria’s Secret Fashion Show hasn’t taken place live since 2018. (Photo credit should read … [+] TIMOTHY A. CLARY/AFP via Getty Images)
Key Facts
The Victoria’s Secret Fashion Show is a typically star-studded annual event used by the company as a marketing tool for its lingerie and is known for the models (called “Victoria’s Secret Angels”) that walk the runway and wear the brand’s iconic wings.
This year’s show will take place in Brooklyn and will be hosted by Tyra Banks, who walked in nine shows as a Victoria’s Secret Angel before her retirement at the 2005 Victoria’s Secret show.
Cher will headline an all-female lineup of artists, which also includes the South African singer Tyla and Thai singer and rapper Lisa.
Victoria’s Secret announced in May the fashion show would return and will “reflect who we are today,” likely referring to the brand’s attempt to overhaul its image to become more inclusive of body types and gender identities.
Who Is Participating In This Year’s Show?
Valentina Sampaio, a Brazilian model hired in 2019 as the brand’s first openly transgender model, said on Instagram she will be in the show. Gigi Hadid, a Victoria’s Secret Fashion Show veteran, will also walk the runway, the company confirmed. Brazilian model Adriana Lima, who spent two decades as a Victoria’s Secret model and walked in 18 of its fashion shows, will also walk the runway. Other models set to walk include Barbara Palvin, Jasmine Tookes, Ashley Graham, Candice Swanepoel and Behati Prinsloo.
When And Where Will The Fashion Show Air?
The “pink carpet” before the show starts at 6:30 p.m. EDT Tuesday, broadcast live on Prime Video, as well as on Victoria’s Secret’s Instagram, YouTube and TikTok accounts. The show begins at 7 p.m. EDT, broadcast on the same channels.
What Controversies Did Victoria’s Secret Face?
The brand faced a string of controversies in the late 2010s, including growing criticism over its lack of inclusivity for all body types. Its much-criticized “Perfect Body” campaign included photoshoots with only thin models, sparking a petition that garnered more than 30,000 signatures. One of the brand’s highest-profile models, Karlie Kloss, left the company in 2015, which she later said was because she “didn’t feel it was an image that was truly reflective of who I am and the kind of message I want to send to young women around the world about what it means to be beautiful.” Another model, Robyn Lawley, led a boycott of the brand in 2018, alleging it tells women “only one kind of body” is beautiful. The brand faced a wave of renewed criticism in 2018 when Ed Razek, then the chief marketing officer for Victoria’s Secret’s then-parent company L Brands, told Vogue he doesn’t think the show should feature models who are “transsexuals,” stating: “Well, why not? Because the show is a fantasy. It’s a 42-minute entertainment special.” Razek apologized days later, stating: “To be clear, we would absolutely cast a transgender model for the show.” He stepped down in August 2019, days after Victoria’s Secret cast Sampaio, its first transgender model. The New York Times published an investigation in February 2020 alleging the company had a “culture of misogyny” characterized by “widespread bullying and harassment of employees and models,” alleging Razek was repeatedly subject to complaints of inappropriate conduct, including attempts to kiss models and touching one’s crotch. Razek said the allegations were “categorically untrue, misconstrued or taken out of context,” and the company said it is “committed to continuous improvement and complete accountability.” Former L Brands CEO, billionaire Les Wexner, apologized in 2019 for his ties to Jeffrey Epstein, whom Wexner had employed to manage his finances until he severed ties in 2007.
How Has The Company Attempted To Shift Its Image?
Victoria’s Secret replaced its “Angel” title for supermodels in 2021 with a new concept called the “VS Collective,” a group initially composed of seven ambassadors formed to embrace diversity, including Sampaio, openly lesbian soccer player Megan Rapinoe, plus-size model Paloma Elsesser and actress Priyanka Chopra. Last year, instead of having a live fashion show, the company released a film on Amazon Prime Video titled “Victoria’s Secret: The Tour ’23” that it called “part documentary, part spectacular fashion event.” Critics noted the casting was more diverse for the special and included open discussion of topics like LGBTQ identities and bodily autonomy.
Key Background
The Victoria’s Secret Fashion Show was held annually between 1995 and 2018, and began broadcasting on television in 2001. The 2001 broadcast on ABC was a ratings hit, attracting 12 million viewers, and the show sustained that success for more than a decade, drawing nearly 10 million viewers on CBS in 2013. But ratings soon took a dive, declining year after year to a new low of just over 3 million viewers in 2018, the last show before the hiatus.
Big Number
$15 million. That’s how much the most expensive item ever worn at a Victoria’s Secret Fashion Show was valued to be. Model Gisele Bündchen wore the iconic “Fantasy Bra”—an item worn by one select model in each show—in 2000, the most expensive version of the bra that is worth millions each year.
Further Reading
Your All-Access Pass to the Victoria’s Secret Fashion Show (Victoria’s Secret)
‘Angels’ in Hell: The Culture of Misogyny Inside Victoria’s Secret (New York Times)
Victoria’s Secret is overhauling its image. Is it enough to regain relevance? (CNN)
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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