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Young wrestling star Bo Nickal set to make MSG debut

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UFC 309 marks the Madison Square Garden debut for the biggest blue chipper in the sport, Bo Nickal.

Well, sort of.

OK, not really.

Bo Nickal speaking to the press at NYC Hilton Hotel in Midtown, Manhattan. Robert Miller

The 27-year-old wrestling wunderkind out of Penn State has never fought at the Garden. He’ll break the seal on that distinction Saturday night against Scotland’s Paul Craig.

But Nickal is all too familiar with the World’s Most Famous Arena, where plenty of tears were shed upon falling short the only time he wasn’t the top collegiate wrestler in his weight class.

As a 19-year-old freshman in 2016, the top-ranked 174-pounder in Division I settled for runner-up status against Ohio State’s Myles Martin.

“It’s funny, I was at the Rangers game [Tuesday] night, and it was like, a lot of emotion coming back because I was walking backstage and I saw, just like, some of the spots that I was, like, crying in and stuff like that,” Nickal recalled with The Post during this week’s UFC 309 media day.said. “And I was like, ‘Wow, that’s so crazy. It was right there almost 10 years ago,’ and now we’re back.”

Nickal (6-0, six finishes) generally doesn’t do losing. He fell just once more as a sophomore on his way to three NCAA individual titles and an overall 120-3 NCAA record.

Though his Olympic dreams came up short three years ago at the U.S. team trials, he’s unbeaten since making the transition to MMA.

Elite wrestlers can go far in this sport, and Nickal is one of the most pedigreed to make the jump. It’s at the center of why there’s so much excitement in the fight game for how far he can go.

The UFC quickly caught wind and might have signed Nickal right after winning his pro debut in 33 seconds in June 2022, but it opted to have him compete twice on the prospect-mining Dana White’s Contender Series first.

Bo Nickal walks on stage during the UFC 309 ceremonial weigh-in at The Theater at Madison Square Garden on November 15, 2024 in New York City. Zuffa LLC

Chalk that up more to using Nickal’s already simmering name value to draw eyeballs to the UFC pipeline program.

As prospects go, Nickal is a promotional unicorn.

He has competed exclusively on pay-per-view programming, debuting at UFC 285 last year on the pay-per-view portion of Jon Jones’ heavyweight debut.

(Jones finally puts the championship he won that night on the line for the first time in Saturday’s main event against Stipe Miocic.)

Opponents Bo Nickal and Paul Craig of Scotland face off during the UFC 309 ceremonial weigh-in at The Theater at Madison Square Garden on November 15, 2024 in New York City. Zuffa LLC

Although he says he would fight at the intimate UFC Apex, he’s smart enough to see what’s going on with the management of his budding career.

“I think that it just goes to show the type of draw I am, how many people want to watch me, and the support that I have from the wrestling community and that growing community of fans,” Nickal said of his marquee placement on tentpole events. “I don’t think that they’re putting me on pay-per-view cards, UFC 300, MSG, these massive shows for no reason, right? It’s a little bit to build me, but it’s also because a lot of people want to watch me.”

Most in their third year of fighting are still on the regional scene, in many cases taking five or more bouts a year to build experience — and earn some money, which is not plentiful on the regional scene.

Nickal’s unique mix of decades-honed wrestling prowess and name value have him earning a more comfortable living than just about anyone with merely a half-dozen pro bouts on his ledger, but it’s come at the cost of in-cage experience.

Bo Nickal poses on the scale during the UFC 309 ceremonial weigh-in at The Theater at Madison Square Garden on November 15, 2024 in New York City. Zuffa LLC

The UFC has kept him at a pace of two fights per year.

Nickal recognizes the double-edged sword he’s working with.

“It hurts because I just don’t have the cage time that other people have. I’ve had less than 10 minutes in the cage in total in my pro career, and most people get that in one fight,” Nickal explains. “As far as experience goes, that’s a negative. But you look at the positives. I’m healthy; I, obviously, have a 100 percent finish rate, and a lot of people want to see me fight. For me, again, the main focus is just developing, improving, getting better. The result of the fight is kind of secondary, right?”

Craig (17-8-1, 17 finishes) represents the next big stepping stone in a career some project could take off by leaps and bounds.

A win over the submission ace, who has previously appeared in the UFC’s divisional rankings but has lost four of his last five, may set him up for a ranked opponent next year. And already some envision a not-too-distant future in which he fights for the UFC middleweight championship.

But Nickal is comfortable with the cadence of his rise. He’s good with the process of adding skills and improving while gaining cage time.

UFC gold, he expects, will come, but in due time.

“I think I got a lot of work to do, in my opinion,” Nickal says. “I’m always gonna have a lot of work to do. Even when I’m the champ, there’s still a lot of development to be done, so … there’s no limits on the timeline of the way that it needs to go, in my mind. I’m just focused on development, improving, getting better. If it happens in a year, great. It happens in three years, great. I just know where I’m headed. I know my trajectory, and that’s really what I’m concerned with.”

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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