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Zoe Saldana Melhor segundo papel, “Anora” e “Conclave” Melhores cenários, “Flow” Melhor filme de animação, Siga a cerimônia 97ᵉ para o American Cinema Awards

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Zoe Saldana Melhor segundo papel, "Anora" e "Conclave" Melhores cenários, "Flow" Melhor filme de animação, Siga a cerimônia 97ᵉ para o American Cinema Awards

Imagem da capa: Zoe Saldana aceita seu Oscar, domingo, 2 de março de 2025, no Dolby Theatre de Hollywood, em Los Angeles. Patrick T. Fallon / AFP

  • A cerimônia do Oscar acontece no Dolby Theatre, no Hollywood Boulevard, e começou Às 16h.. Este ano, a ABC transmite o programa. Na França, o Canal+ perdeu a disseminação em favor da Disney+.
  • O host Conan O’Brienque fez sua carreira nos “shows noturnos”, assumiu o comando de Jimmy Kimmel. Ele terá que confirmar o lento renascimento da popularidade do programa, subindo para 19,5 milhões de espectadores em 2024, ainda longe da vanguarda.
  • Se o Oscar de 2024 tivesse sido transportado pelo sucesso do verão de “Barbenheimer”, Barbie et Oppenheimeros indicados deste ano oferecem uma mesa mais mista, marcada pela difícil recuperação da indústria cinematográfica após o Greves de atores e escritores em 2023.
  • No entanto, dois blockbusters estão presentes entre os dez longas -metragens que contribuem para a estatueta, Dune: Segunda parte et Malvado. Eles enfrentam AorAssim, O brutalistaAssim, Um estranho perfeitoAssim, ConclaveAssim, Emilia PérezAssim, Eu ainda estou láAssim, Garotos de níquelAssim, A substância.
  • Emilia Pérez Por Jacques AudiardAssim, Nomeado em 13 categorias, um recorde de um filme não -inglês, perdeu seu status favorito no final de uma campanha que se voltou para as estações cruzadas após a revelação de antigos tweets de sua atriz principal, Karla Sofia Gascon.
  • Entre os atores, Adrien Brody (O brutalista), bastante favorito, está em competição com Timothée Chalamet (Um estranho perfeito), Colman Domingo (Cantar cantar), Ralph Fiennes (Conclave), Sebastian Stan (O aprendiz).
  • Em atrizes, Karla Sofia Gasconque parece fora da corrida, apesar de seu preço em Cannes, enfrenta Cynthia Erivo (Malvado), Mikey Madison (Aor), Fernanda Torres (Eu ainda estou lá) et Demi Moore (A substância) que agora é o favorito.
  • O diretor e roteirista de A substânciaos franceses Coralie Fargeaté a única mulher nomeada na categoria de realização, ao lado de Sean Baker (Aor), Brady Corbet (O brutalista), James Mangold (Um estranho perfeito) e Jacques Audiard.
  • No palco, são anunciados Para apresentar os preços Ana de Armas, Halle Berry, Sterling K. Brown, Penélope Cruz, Willem Dafoe, Lily-Rose Depp, Elle Fanning, Harrison Ford, Gal Gadot, Andrew Garfield, Whoopi Goldberg, Selena Gomez, Goldie Hawn, Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson, John Lithgow Cillian Murphy, Connie Nielsen, Amy Poehler, Margaret Qualley, Alba Rohrwacher, Zoe Saldaña, Ben Stiller, Emma Stone, Oprah Winfrey e Rachel Zegler. Robert Downey Jr apresentou o primeiro dos 23 prêmios concedidos hoje à noite: o do melhor papel masculino, a Kieran Culkin para Uma verdadeira dor.
  • Este ano, o nome da melhor música não interpretará suas músicas no palco. Os cantores Doja, Cyania Erivo, Arinde, Life, Lissik, Queens La Queen the subirá ao palco para, de acordo com o comunicado de imprensa da academia, “Celebre a comunidade de cinema e algumas de suas lendas”.

Este vivo também foi liderado por Clément Ghys.

Ir além

Reportagem. Hollywood e cinema, hegemonia em perigo

Narrativa. “Emilia Pérez”, cercado por controvérsias, está desiludido em sua corrida do Oscar

Analisar. “Tornamos Jacques Audiard um julgamento sujo, tanto” Emilia Pérez “diz nada sobre o México, da mesma maneira que” Emily in Paris “diz nada sobre a capital”

Carta de … No Brasil, o filme “I’m Sim Lá” desencadeia paixões

Retrato. Cineasta Brady Corbet, um extraterrestre em Hollywood

Retrato. No Oscar de 2025, o Paris-Hollywood do cineasta Coralie Fargeat

Relatório. Globo de Ouro 2025: “Emilia Pérez”, “The Brutalist” e “Shogun” coroados durante uma cerimônia de sucesso



Leia Mais: Le Monde

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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