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Bridgit Mendler’s Northwood passes first satellite antenna test

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The startup’s co-founders, from left: Chief Technology Officer Griffin Cleverly, CEO Bridgit Mendler and Head of Software Shaurya Luthra.

Northwood Space

Northwood Space, the startup led by former television star and singer Bridgit Mendler, passed its first major development test last week by connecting with Planet Labs imagery satellites in orbit.

“We’re building this global network to send data for satellites, built off of phased array technology that we have now successfully validated, both in the lab and in the field,” Mendler, Northwood’s CEO, told CNBC.

El Segundo, California-based Northwood, unveiled earlier this year, is focused on the ground side of the space connectivity equation. Ground stations are the vital link for transmitting data to and from orbit and are especially crucial for operating and controlling satellites.

The company’s prototype antenna “Frankie” during testing in North Dakota on Oct. 5, 2024.

Northwood Space

The startup is developing ground stations to be mass-produced and betting that its phased array-based system, called Portal, can outperform the parabolic dish antennas traditionally used by ground station companies. It’s projecting Portal will be able to connect to as many as 10 satellites at once versus the typical one to three for parabolic dish antennas.

“For Northwood, what we’re wanting to do is introduce a new standard for connectivity for companies,” Mendler said.

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The ground station as a service, or GSaaS, market has companies going after the opportunity in managing the Earth-based side of space infrastructure. Along those lines, Amazon has launched its AWS Ground Station service, and satellite communications giant Eutelsat has proposed a nearly $1 billion deal in the sector.

Mendler’s Northwood wants to take GSaaS a step further, eliminating what she sees as “connectivity very much stuck in a different era” of blackouts and “super expensive networks.”

“Analogizing to the cellular industry — where we draw parallels to how cell towers and shared assets like that ultimately have super vertically integrated players — wound up offloading and selling their assets to the tower companies. We expected that the shared model is going to be an efficiency,” Mendler said.

In her view, ground stations are “the third leg of the stool” of space technology, with the other two being rockets, or the cargo vehicles, and satellites, or the orbital infrastructure.

“The industry is really at a point where there’s a lot of appetite for growth, and this is something that we can really interject into the industry and accelerate progress,” Mendler said.

North Dakota testing

Setting up the company’s prototype antenna in the early hours of Oct. 2, 2024.

Northwood Space

Last week the Northwood team was out in remote Maddock, North Dakota, to test its prototype antenna — “fondly dubbed Frankie,” Mendler noted — by connecting to a Planet satellite in orbit. 

The effort is known as a TT&C — telemetry, tracking and control — test, with Northwood aiming to make contact with Planet’s satellite in both S-band and X-band frequencies. 

“We were able to achieve bi-directional communications for the full duration of a pass with Planet’s satellites and achieved nominal communications for them. They were able to perform their operations as they would on their own system,” Mendler said.

Testing the prototype on Oct. 5, 2024.

Northwood Space

Northwood designed and built Frankie in four months, the company said, and was able to deploy the antenna “from off the truck to live sky testing” in six hours. Planet, with more than 150 imagery satellites in orbit, heralded Northwood’s test as a “major milestone.”

“Northwood is not only solving for historical issues like cost and scale, but has built and successfully field-tested their phased array antenna faster than previously thought possible. We’re proud to be a part of this breakthrough in ground station technology,” Joseph Breu, Planet’s senior director of global ground networks, said in a statement to CNBC.

A rendering of a Portal site.

Northwood Space

Northwood has designed two antennas for its Portal system, with a larger 5-by-5-feet S-band frequency antenna and a smaller 18-by-18-inch X-band antenna.

The company plans to deploy Portal sites that can support as many as 10 simultaneous satellite connections, with data rates over 1 gigabit per second per beam, beginning next year. Northwood is currently assessing locations in the U.S., Europe, Australia and New Zealand for its first Portal sites.

“Performance-wise, we achieved everything we were hoping to achieve,” Mendler said, adding that Northwood is “really grateful for [Planet’s] participation and support throughout the test.”

“It just unlocks a lot of things about the next chapter,” Mendler said.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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