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Chegou a hora dos doces! Cinco aconchegantes salões de chá em Paris
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1 ano atrásem
À medida que o outono e as primeiras geadas se aproximam, o que queremos? Para saborear um Earl Grey em um lugar aconchegante, enquanto mergulha a colher em uma massa reconfortante. Boas notícias: os ingleses não detêm o monopólio dos salões de chá! Também em Paris sabemos ser “aconchegantes”.
The Tea Caddy, «tão britânico»!

No bairro ultraturístico de Saint-Michel, entre barracas de crepe e brasseries impessoais, um pequeno refúgio resiste desde 1928, atrás de uma fachada ultrapassada na charmosa rue Saint-Julien-le-Pauvre, de frente para Notre-Dame. No final dos loucos anos 20, Miss Klinklin, uma governanta inglesa, montou ali um salão de chá bem “britânico”. Atrás dos vitrais, a decoração, toda em comprimento, não mudou, entre a taberna e o pub. Vigas de carvalho no teto, cadeiras e mesas de madeira escura, lustres de ferro forjado, mapas antigos da Grã-Bretanha nas paredes e iluminação suave… somos transportados para outro lugar. E nesta toca, curiosamente, ninguém pensa em tirar o telefone. Amigos e casais conversam entre si! Os chás orgânicos são delicadamente servidos em lindos bules – são oferecidos até cerca de dez chás de sabor raro – scones, pãezinhos de passas, bolos de cenoura em camadas ou tortas de maçã servidos quentes podem ser apreciados em delicadas louças de porcelana azul e branca. Fabricado na Inglaterra, é claro.
O transportador de chá, 14, rua Saint-Julien-le-Pauvre, 5e. Aberto todos os dias, das 11h às 19h. Pastelaria ronda os 7,50 euros, chá 6,30 euros, degustação de chá 8,25 euros.
Chouchouthé, com facilidade

Quem diz salão de chá, diz uma série de trocadilhos mais ou menos bem-sucedidos. Em Chouchouthé justifica-se: rapidamente sentimos que Géraldine Slama, convertida à pastelaria há cerca de dez anos, cuida de cada um dos seus clientes, na sua maioria frequentadores deste tranquilo bairro de 12e distrito, perto da rue de Picpus. Numa decoração em tons de azul que não aposta na moda mas sim na simplicidade, a exposição de pastelaria é digna da de um grande chef. Torta de limão, torta de chocolate e adoráveis pãezinhos de choux são feitos com precisão. Mesmo ao lado, encontramos os clássicos scones, biscoitos e outros bolos de chocolate. Tudo é preparado na pequena oficina de vidro que você vê atrás da caixa registradora. E é simplesmente uma delícia, principalmente o Exotique – mousse de chocolate, confit de manga e maracujá, crocante de avelã, biscoito de chocolate – e o pudim, bem denso. Ao almoço, o Chouchouthé oferece também pratos simples, como quiche ou caril de peixe, para saborear no local ou para levar.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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