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Rio Branco

Crianças esperam mais de seis horas por atendimento em UPA do Segundo Distrito

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Talysson Camilo saiu do Bujari em busca de atendimento na UPA do 2º Distrito. Chegou na unidade de saúde às 11 horas da manhã. Acredite, às 17:45, quase sete horas depois ainda não havia sido atendido.

Com o filho no braço por tanto tempo, Camilo resolveu sentar para descansar em um local, que segundo uma funcionária, não era permitido. Se não fosse o bastante esperar por horas pelo atendimento, o pai ainda foi ameaçado. “O meu filho tá aqui desde 11 horas da manhã, sem tomar banho e sem trocar a fralda. Eu fui lá dentro perguntar se ia demorar, Como tava muito cansado, sentei. Uma funcionária disse que ali não podia sentar e que ia chamar a polícia”, afirma o pai desesperado.

Assim como Talysson, diversas mães e pais com crianças reclamam da demora no atendimento, como é possível comprovar nos vídeos enviados à nossa reportagem.

A revolta é o sentimento compartilhado por quem está há horas esperando atendimento, com os filhos chorando e sem conseguir ser atendido.

Maria Auxiliadora Vitorino, gerente da UPA, confirma que a unidade não conseguiu atender toda a demanda. “Infelizmente hoje não teve médico na UPA da Cidade do Povo e toda a demanda foi represada pra cá. Nossa UPA é a única que tem pediatra em escala. Nosso plantonista trabalhou o dia todo e passou até do horário, mas não tivemos como evitar a demora”. A diretora explicou que com o plantão de dois pediatras no turno da noite, a expectativa era conseguir normalizar os atendimentos.

Rio Branco

Quase 100 assaltos a ônibus são registrados em Rio Branco somente no primeiro semestre

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Só no último fim de semana foram registrados quatro arrastões nos coletivos.

Quem anda de ônibus em Rio Branco precisa lidar diariamente com os diversos problemas do transporte público da Capital. Demora, falta de estrutura nas paradas, ônibus lotado e até veículos velhos. Mas comparado ao medo de assaltos esses problemas ficam em segundo plano. Só no primeiro semestre a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, RBtrans, confirmou que 94 ônibus foram assaltados em Rio Branco. No último fim de semana foram quatro.

Mas o problema foge do controle da RBtrans, que apela para a Segurança Pública pra tentar encontrar uma solução. Ainda no mês de março, o superintendente da RBtrans, Nélio Anastácio, procurou a cúpula da Segurança do estado para relatar a grande quantidade de assaltos aos coletivos. Segundo ele, houve um aumento no efetivo de policias e os assaltos até diminuíram, mas o efetivo foi reduzido e os arrastões voltaram. “Cabe sim à RBTrans encontrar soluções para dar tranquilidade, segurança e conforto aos usuários, mas principalmente, é responsabilidade dos setores de segurança trazer de volta a sensação de paz que há muito estamos esperando”, disse o superintendente.

No entanto, a situação afeta não somente os passageiros, os motoristas também ficam na mira nos bandidos. Um motorista que não quis se identificar e sofreu um desses assalto do fim de semana disse que vai abandonar o emprego, “não dá mais. Prefiro perder meu emprego a ter que conviver na incerteza se chego em casa com vida ou num caixão”, disse.

Os alunos da UFAC também não estão livres dos perigos de andar de ônibus na Capital. O presidente do DCE da instituição, Richard Brilhante, relatou em seu perfil do Facebook os constantes assaltos nas linhas que levam os estudantes até a universidade e fez uma apelo ao governador Gladson Cameli e ao vice-governador, Wherles Rocha. Por THIAGO CABRAL, DO CONTILNET.

Richard Brilhante

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JUSTIÇA

Justiça recebe denúncia do MPAC contra PM por delitos cometidos fora de serviço

Agência de Notícias do MPAC, via Acrenoticias.com

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O Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco acolheu denúncia do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gacep), contra o policial militar Antônio de Jesus Batista e o cunhado dele, Emanuel de Souza Cesar.

O Gacep apurou que o policial militar, fora do serviço, efetuou disparos de arma de fogo por duas vezes em local aberto e no pátio de um posto de gasolina, o que colocou em risco a vida das pessoas que estavam nesses locais.

A investigação também apurou que o policial teria cedido arma de fogo de uso restrito, um fuzil, para um familiar, que permaneceu portando a arma no posto de gasolina como se estivesse prestando serviço de segurança ao militar, que estaria consumindo bebida alcoólica no local.

Antônio de Jesus Batista foi denunciado por constrangimento, disparo de arma de fogo em via pública e por ceder uma arma de uso exclusivo da PM para Emanuel de Souza Cesar. Câmeras de segurança registraram o momento em que o PM constrangeu, mediante violência, uma pessoa que estava no posto.

O militar foi denunciado pelos crimes previstos no art.15 e art.16 do Estatuto do Desarmamento, que, juntos, preveem pena de até dez anos de reclusão, além do art.146 do Código Penal. Seu cunhado foi denunciado pela prática prevista no art. 16 do Estatuto do Desarmamento, com pena prevista de até seis anos de reclusão.

O Juízo da 5ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco determinou a citação dos réus para que se manifestem sobre as acusações no prazo de até dez dias.

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