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FKA Twigs, Shia LaBoeuf Trade Legal Barbs Ahead of Trial Date Hearing

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Nearly four years after musician FKA Twigs sued actor Shia LaBeouf for sexual battery, assault and infliction of emotional distress, the high-profile case is heating up, with a flurry of legal activity over the weekend involving accusations of missing electronic devices, busy schedules and both parties dodging depositions.

On Oct. 18, FKA Twigs, whose birth name is Tahliah Debrett Barnett, filed a withering statement with the court over LaBeouf’s failure to meet basic discovery obligations, noting that he became “suddenly unavailable” for his long-in-the-making deposition on Oct. 11.

“LaBeouf’s responses to written discovery in this case has been egregiously evasive and nonresponsive, which has ultimately resulted in a document production consisting of only nine pages,” the filing says. “It appears that LaBeouf has something to hide, as LaBeouf has suspiciously claimed he no longer has any other responsive documents in his possession or control, as he lost or misplaced his electronic devices, or destroyed relevant information prior to the initiation of this action.” By contrast, the singer-actress “has produced voluminous responsive documents and substantive written responses.”

Her statement also accused the “Transformers” actor of bailing on an agreed-upon deposition.

“Now, at the eleventh hour, LaBeouf inexplicably refuses to be deposed first, despite entering into multiple agreements between counsel that both parties would be deposed within the same week, and that LaBeouf’s deposition would take place first,” the filing adds. “LaBeouf has reneged on his longstanding agreement, and thus, the parties are forced to seek relief from this Court.”

Hours later, attorneys for LaBeouf fired off their own salvo, claiming that FKA Twigs “is working so much that she has been too busy over the past two years to even appear for her deposition.”

LaBeouf’s legal team is led by Shawn Holley, who was recently knee deep in the sprawling Sean “Diddy” Combs case, which is playing out on multiple fronts in both criminal and civil courts. (She is no longer part of the embattled hip-hop mogul’s team.) Bryan Freedman is representing FKA Twigs.

Back in December 2020, the musician filed a lawsuit in Los Angeles Superior Court claiming that her former boyfriend choked her, while whispering, “If you don’t stop you are going to lose me.” During that same incident in 2019, he allegedly threatened to crash the car he was driving with her in the passenger seat and then physically attacked her when they stopped at a gas station. (The pair dated for about a year beginning in 2018 after meeting on the set of the acclaimed film “Honey Boy.”) The complaint also states that the actor went so method for the role of a psychotic gangster in David Ayer’s “The Tax Collector” that he would drive around Los Angeles shooting stray dogs to death and even pulled a gun on set during production. He also knowingly gave her a sexually transmitted disease, according to her complaint.

At the time the suit was filed, LaBeouf said many of the claims were not true but told the New York Times, “I have no excuses for my alcoholism or aggression, only rationalizations. I have been abusive to myself and everyone around me for years. I have a history of hurting the people closest to me. I’m ashamed of that history and am sorry to those I hurt.” (In subsequent legal filings, the actor said he “denies all allegations.”)

The FKA Twigs filing offers a window into why the case pitting one celebrity against another has dragged on for so long. The statement says the two parties had agreed to be deposed in the same week in person, with LaBeouf going first. Every time a date was set, FKA Twigs complied and would rearrange her schedule in order to fly from her home in London to Los Angeles. LaBeouf’s last-minute changes posed a repeated burden, she says, and has dragged out the litigation, which is heading to trial.

“If no such agreement existed, then LaBeouf would have been deposed years prior as he is a Los Angeles resident. It is the height of gamesmanship to refuse to honor this agreement, which has thrown a wrench in the works and prevented depositions from proceeding as planned,” the statement adds.

But LaBeouf’s attorneys pushed back in their own filing that said that no such agreement ever existed and accused the musician’s attorneys of their own brand of “gamesmanship.”

“Plaintiff’s desire to take Shia’s deposition first in a largely ‘he said, she said’ case is not ‘good cause’ for a protective order in her favor,” says LaBeouf’s filing. “He should not be prejudiced by Plaintiff’s maneuvers in defending against her $10 million claim.”

The filings come days ahead of a key hearing in the case on Friday, at which time a trial date will be set.

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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