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J.K. Dobbins’ late touchdown propels Chargers past Bengals on ‘Sunday Night Football:’ Key takeaways

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By Daniel Popper, Paul Dehner Jr. and Zach Powell

Courtesy of a late touchdown by J.K. Dobbins, the Los Angeles Chargers survived a second-half comeback attempt by the Cincinnati Bengals to pick up a 34-27 win at SoFi Stadium on “Sunday Night Football.”

Inside the final minute of regulation, quarterback Justin Herbert commanded Los Angeles down the field 54 yards, which led to Dobbins’ rush into the end zone from 29 yards out.

The Bengals (4-7), who struggled mightily in the first half and went without a touchdown, turned their efforts around in the second half, scoring 21 consecutive points to tie the game. Cincinnati had two chances to grab the lead but kicker Evan McPherson missed two fourth-quarter field goal attempts, one from 48 yards and the other from 51 yards.

Chargers narrowly escape Bengals

The Chargers somehow escaped. After a dominant first half, they completely unraveled in the second half. The offense could not move the ball. The defense, battling injuries in the secondary, let Joe Burrow, Ja’Marr Chase and Tee Higgins take over the game. The pass rush wilted. It felt like so many Chargers games of the past. Until it wasn’t.

And maybe this is a sign of the shift under coach Jim Harbaugh. The Chargers surely needed some luck, including the Bengals’ two missed field goals in the fourth quarter. Burrow also missed an open Chase on a deep ball down the right sideline that could have been a go-ahead touchdown. But the Chargers did not let this game become a full-on collapse. That means something for this organization. — Daniel Popper, Chargers beat writer

Sunday’s win shows Chargers’ improvements

There will be plenty to clean up moving forward. For one, a defense that had not given up more than 20 points in a game looked far more mediocre against a more professional offense. The Chargers built a lead and then could not protect it by running the ball down the stretch. They were anemic in that phase until Dobbins scored the winner.

Herbert was missing open receivers until he snapped back into form for the winning drive. Some issues persist. But the Chargers are 7-3. They might not be contenders. At the same time, they are an improved team. They are a different team. They are a resilient team. And when the game was slipping away, they found enough winning plays. — Popper

Has Cincy lost trust in Evan McPherson?

How many brutal, heartbreaking ways can one team lose games in a single season? The Bengals are 1-6 in one-score games. From fourth-and-16 in Kansas City, a dropped hold on a game-winning field goal attempt at home against Baltimore, the Terry McLaurin deep ball versus Washington, the 35-34 loss in Baltimore and now this. The whisper of the McPherson concerns became primal screams as he missed two go-ahead boots in the fourth quarter.

The Bengals extended McPherson, who earned the name Money Mac, before the season but he has been leaky this year. He’s now missed a PAT, two field goals inside 50 and gone 3 of 7 from 50-plus. Taylor didn’t put him on the field in two spots last week in Baltimore but claimed trust still existed. You have to believe that is severed now. — Paul Dehner, Bengals beat writer

Bengals nearly found a way

With the season hanging in the balance, the Bengals’ defense put together an effort so embarrassing in the first half that it was fair to wonder if everyone would still have their jobs by the time the team landed in Cincinnati. They benched starting cornerback Cam Taylor-Britt, blew assignments, missed tackles and allowed 8.8 yards per play, 17 first downs and 272 yards.

Those were among the worst marks since coach Zac Taylor and defensive coordinator Lou Anarumo took the job in Cincinnati in 2019.

Yet, they were able to find enough resiliency to flip the script after the break. The Bengals only allowed three points and forced a turnover to let Burrow bring the team nearly all the way back. As much as the group deserves all the heat imaginable for the lack of effort and execution in the first half, that’s an impressive turn of attitude to recalibrate and come up with some big stops. — Dehner

Never count Joe Burrow out

You can never count Burrow out. He looked demoralized and beaten down during the first half sitting on the sideline and taking long, slow walks off the field after failed possessions. Yet, an increased aggression (two fourth-down touchdown passes) and a willingness to hold the ball to find chunk plays set off the Bengals’ wild comeback attempt.

Burrow used every trick in his bag from magical pocket escapes for conversions, gutsy fourth-quarter deep balls for a score, precision timing and eventually putting two go-ahead field goals into position in the final minutes. He was hard on himself for missed passes late, but he’s been playing at an MVP level statistically all season. The inexplicable way the Bengals have been losing is wearing on him but it’s hardly his fault. — Dehner

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(Photo: Ronald Martinez / Getty Images)



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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