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Mochileira de 61 anos já conheceu 23 países e 22 estados brasileiros; vídeo

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Aos 61 anos, Marcia Reis resolveu ser mochileira, assim já conheceu 23 países e 22 estados, e o melhor: gastando pouco. Não faltam dicas. Foto: @coroamochileira

Aos 61 anos, Marcia Reis resolveu ser mochileira, conhecer quantos países e estados tivesse vontade. Não é que está dando certo? Ela soma 23 países e 22 estados, além de muitas histórias para contar e dicas para sugerir.

Aposentada, Marcia, que é de Resende, no interior do Rio de Janeiro, decidiu que realizaria o sonho de andar pelo mundo. Com pouco dinheiro no bolso, pesquisou e descobriu que mochilar era o caminho.

Agora a “coroa” ensina. “Sabe a diferença entre ser turista e viajante?”, pergunta ela. “O turista quer fugir da vida, o viajante quer vivenciar”, responde. Visitar o perfil dela no Instagram é um convite para quem deseja se aventurar.

Uma mochila e mil vivências

Marcia Reis ensina que é possível se divertir no Brasil e no exterior, gastando pouco. Ela montou grupos e dá mil orientações no Instagram.

Porém, a mochileira também recomenda: é preciso se preservar e fugir de situações de risco, todo cuidado é pouco.

Para Marcia, um desafio em ser mochileira depois dos 50 é enfrentar o etarismo. Ela diz que há preconceito tanto dos mais jovens como também dos velhos. Para contar essa e outras experiências, ela escreveu o livro: “Aventuras de Mochila”.

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Diversão a baixo custo

A “coroa mochileira” está convencida que há apenas um modo de viajar com economia. “Mochilão é mais que um modo econômico de viajar, é um estilo de vida e viagem”, afirma ela.

No seu perfil no Instagram, Marcia sugere sempre mesclar diversão, aventura e busca por conhecimento.

“Vamos ser mais viajantes do que turistas, porque a vida passa muito rápido e não sabemos o tempo que temos por aqui.”

Mais de 43 mil seguidores

A ousadia de Marcia em mochilar pelo mundo, depois dos 50, conquistou mais de 43 mil seguidores no Instagram. São pessoas que acompanham suas aventuras e pedem dicas.

“Eu amo acompanhar suas viagens. Acende uma chama para realizar sonhos após a aposentadoria”, resumiu uma internauta.

Outro seguidor lembrou que sua história é semelhante. “Fiz meu primeiro mochilão para a Europa em 2018, então com 62 aninhos, hoje aos 68, já percorri 15 países e, estou esperando terminar o frio para voltar.”

Algumas dicas

  • Pense, primeiro, em você
  • Ouça menos a opinião alheia
  • Pesquisa preços, antes de gastar
  • Caminhe bastante, ande, é barato e saudável
  • Fuja do medo, ele paralisa
  • Opte, preferencialmente, por transporte coletivo
  • Não saia sozinha à noite
Marcia Reis, de 61 anos, resolveu que a aposentadoria deveria ser para se divertir e virou mochileira, viajou pelo mundo, países, estados, e está sempre pronta para seguir em frente. Foto: @coroamochileira

Marcia Reis, de 61 anos, resolveu que a aposentadoria deveria ser para se divertir e virou mochileira, viaja pelo mundo, países, estados, e está sempre pronta para seguir em frente. Foto: @coroamochileira

Aos 61 anos, mochileira Marcia Reis já conheceu 23 países e 22 estados, gastando pouco, é uma super inspiração, veja:





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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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