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O presidente de Taiwan, Lai, promete preservar a ‘soberania’ – DW – 10/10/2024

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O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, prometeu na quinta-feira “resistir à anexação” e que Taiwan não está “subordinado” a Chinaà medida que Pequim aumenta a pressão sobre a ilha autogovernada ele afirma ser seu.

Lai fez as observações como Taiwan celebrou o seu Dia Nacional num contexto de ameaças da China.

Pequim não descartou o uso da força para colocar a ilha sob seu controle, ao que Lai e seu governo se opõem veementemente.

“Manterei o compromisso de resistir à anexação ou à usurpação de nossa soberania”, disse Lai a uma multidão, que incluía seu antecessor, Tsai Ing-wen, e o ex-presidente pró-independência de Taiwan, Chen Shui-bian. “A República da China (nome formal de Taiwan) e a República Popular da China não estão subordinadas uma à outra”, disse Lai na cerimónia realizada numa praça em frente ao gabinete presidencial em Taipei.

Taiwanês reagem aos comentários de segurança de Trump

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A raiva da China com Lai

Um alto funcionário do governo dos EUA disse na quarta-feira que a China pode usar o Dia Nacional de Taiwan “como pretexto” para exercícios militares.

Lai tem sido mais franco do que o seu antecessor, Tsai Ing-wen, na defesa da soberania de Taiwan, o que levou Pequim a chamá-lo de “separatista”.

Zhu Fenglian, porta-voz de um órgão chinês encarregado dos assuntos de Taiwan, disse que Lai “reciclou mais uma vez a falácia da ‘independência de Taiwan'” e expôs “sua intenção maliciosa de aumentar a hostilidade e o confronto”.

“A nossa determinação em defender a nossa soberania nacional permanece inalterada”, disse Lai na quinta-feira. “Nossos esforços para manter o status quo de paz e estabilidade no Estreito de Taiwan permanecem inalterados”.

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Dia Nacional de Taiwan e de onde vem

A cerimónia de quinta-feira marca o estabelecimento da República da China (ROC), que derrubou a Dinastia Qing em 1911 e fugiu para Taiwan.

O governo ROC mudou-se oficialmente para Taiwan em 1949 enquanto os comunistas de Mao Zedong chegavam ao poder no continente chinês após uma guerra civil.

Mao foi o fundador da República Popular da China (RPC). Ele liderou o país desde a sua criação em 1949 até sua morte em 1976, ao mesmo tempo que atuou como presidente do Partido Comunista Chinês, que ainda existe hoje e é liderado por Xi Jinping.

Desde 1949, a ROC detém efectivamente jurisdição sobre Taiwan e uma série de ilhas periféricas, deixando Taiwan e a China cada uma sob o domínio de um governo diferente.

Taiwan esteve sob lei marcial até a transição para a democracia plena nas décadas de 1980 e 1990, mas mantém a constituição original trazida da China e a bandeira ROC.

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‘China não tem o direito de representar Taiwan’, diz Lai

Lai fez questão de exaltar as virtudes da democracia taiwanesa no seu discurso principal.

“Nesta terra, a democracia e a liberdade estão a crescer e a prosperar. A República Popular da China não tem o direito de representar Taiwan”, disse ele.

A determinação de Taiwan em defender a sua soberania, manter a paz no o Estreito de Taiwan e buscar negociações iguais e dignas com a China permanecem inalteradas, segundo Lai.

Mais da metade de Taiwan acredita que os EUA ajudariam se a China usasse a força

Uma pesquisa publicada quarta-feira mostrou que mais de dois terços do povo de Taiwan estaria disposto a lutar contra uma invasão chinesa da sua ilha, caso esta se materializasse.

Pouco mais da metade dos entrevistados disseram acreditar que os Estados Unidos também interviria militarmente caso Pequim usasse a força.

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jsi/sms (AP, AFP, Reuters)



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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