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Omaha Review – John Magaro lidera o drama familiar magro, mas afetado | Sundance 2025

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Adrian Horton in Park City, Utah

OMaha, filme de estréia de Cole Webley de um roteiro de Robert Machoian (o assassinato de dois amantes), é muito um produto do Festival de Cinema de Sundanceambos literalmente – a dupla se conectou aqui – e, para melhor e ocasionalmente para pior, em tom. Ora, elegíaco, silencioso, mas afetante, este estudo de personagem liderado por John Magaro é, apropriadamente, filmado e principalmente ambientado no estado natal do festival (por enquanto) de Utah. É um drama familiar tenso que mantém principalmente seus cartões perto do peito e uma ode, pelo menos visualmente, para os estados liminares e frágeis, pode -se entrar na estrada no oeste americano.

Os lençóis ainda estão quentes e a luz do amanhecer ainda pálida quando Ella, interpretada pela notável recém-chegada Molly Belle Wright, e seu irmão mais novo, Charlie (um encantador Wyatt Solis), se acumulava no carro, a partir de seu pai de lábios apertados (Magaro). Ele se recusa a dizer para onde eles estão indo além de uma “viagem”, mas a partir da maneira como Magaro agarra os ombros e muda o olhar, você pode assumir que não é por prazer.

Weley mergulha de maneira inteligente dentro e fora da perspectiva de Ella, uma criança de nove anos com o desejo ardente de uma criança de impressionar e ajudar seus pais, mas com consciência suficiente para não confiar totalmente neles. É 2008, evidenciado por detalhes sutis, porém eficazes, um sinal de John McCain em uma casa abandonada, um rádio de carro instalado, uma cópia de Twilight entre os pertences embalados de última hora de Ella-e a família é claramente uma das muitas em uma espiral descendente. Um xerife dá um tapa em papéis de encerramento à sua porta enquanto eles saem.

O roteiro de Machoian é magro e realisticamente leve sobre as especificidades de suas circunstâncias, mas revela o suficiente para transmitir uma família em crise não dita, oscilando em uma vantagem que você espera que não entre em colapso. A mãe deles morreu de uma doença anos antes; O pai deles, que Magaro toca quase vibrando com tristeza e estresse mal oculto, não pode pagar duas pipas no posto de gasolina (filmado, como tudo nesta fatia da América apenas raspando, com uma maravilha infantil com a beleza do árido, claro ou surrado). Weley tem um talento especial para capturar a velocidade e o grande contraste da viagem americana – espaço claustrofóbico e confortável dentro do carro, espaços abertos além dele. Vemos todos os ângulos-acima, atrás, dentro, sem-de seu hatchback desgastado em sua jornada solitária e fatídica pelo leste da I-80.

Por que ir para Omaha? O pai deles não está dizendo. (Um PostScript acrescenta textura histórica que faz o filme parecer de alguma forma reverso e mais fundamentado.) A jornada de lá inicialmente entra, graças em grande parte ao desempenho momenteramente convincente de Wright de uma criança que faz as melhores circunstâncias suspeitas. Em aparência e performance naturalista e voltada para o interior, ela se lembra de Frankie Corio, no Aftersun de Charlotte Wells, outro filme de estréia impressionante sobre um pai solteiro tentando mantê-lo unido para uma filha com idade suficiente para perceber algo errado. Solis, interpretando uma criança de seis anos, tem o tempo cômico de alguém muito mais experiente; Juntos, os dois jovens atores dão a Omaha seu humor e seu peso naturalista. Grande parte do compacto de 83 minutos do filme é ao mesmo tempo perturbador e divertido, como as crianças de que serem critivelmente por dentro de uma piscina de motel ou com um simples jogo de “você prefere”.

É quando chegamos ao destino, e o desespero fervendo atinge a fervura completa e quase não beliável, que Omaha oscila-embora a presença tardia de Talia Balsam injete uma perspectiva externa muito necessária sobre o que se torna um caso de família insular com retornos decrescentes . Magaro recebe a tarefa extremamente difícil de retratar que um pai pressionou a escolhas inimagináveis ​​por imenso estresse e, principalmente, oferece. Mas o script de Machoian corre por seu ato final, como se estivesse arrancando um band-aid, fornecendo um rápido soco, mas não a devastação contundente obtida pela hora anterior. Omaha, e o pai das crianças, estão retendo ao ponto de dormência, particularmente após.

No entanto, a qualidade hipnótica do estilo visual de Weley, os momentos lindos e fugazes do nascer e do pôr do sol em velocidade, os pedaços tranquilos de unidade e frouxidão em meio a crise, permanecem após o ato final de Omaha, se brutal, se brutal. É uma estréia totalmente promissora para Weley e deve ser uma fuga para o jovem Wright, que faz você acreditar que, embora este filme possa não se distinguir dos muitos dramas apertados e leves em Sundance, Ella sempre será lembrada.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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