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Real Betis-Atlético de Madrid: el otro ‘Clasico’ de la jornada
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2 anos atrásem
Colchoneros y verdiblancos se miden esta tarde a las 18:30 en el feudo de los andaluces, en un partido que apunta a ser igualado y vibrante y en el que ambos quieren sacar los tres puntos.
El Atlético de Madrid viaja esta semana a Sevilla para medirse al Real Betis Balompié en el Benito Villamarín con la esperanza de sacar tres puntos importantes. Este choque se espera como uno de los más intensos de la jornada, marcada por ‘El Clásico’, con el Betis tratando de acercarse aún más al objetivo de los puestos europeos y el Atlético tratando de recortarle puntos a Madrid y Barcelona, sus dos competidores directos en lo más alto de la clasificación.
El Atlético de Madrid: tocado, no hundido
El Atlético de Madrid se encuentra en una posición sólida, con un estilo de juego más conservador pero efectivo, algo que Simeone ha trabajado bastante en los últimos duelos del equipo. Las bajas sensibles de Marcos Llorente, Pablo Barrios, César Azpilicueta y Robin Le Normand marcan una convocatoria en la que el Atlético anda muy justo en defensa, pero que tiene los recursos para poder sobreponerse a estos contratiempos.
El ’11’ del Atlético ante el Lille (Photo by Florencia Tan Jun/Getty Images)
En el frente ofensivo, se espera que salgan Griezmann y Julián Alvarez como dupla atacante, quienes han tenido un buen rendimiento en los últimos partidos jugando como enganches por detrás de un Alexander Sorloth que espera tener la oportunidad de redimirse tras su noche negra ante el Lille. El centro del campo, probablemente, estará formado por De Paul, Gallagher y Riquelme, dando descanso a Koke, con Reinildo y Molina cubriendo las bandas en la defensa y Josema Giménez y Axel Witsel escoltando la portería flanqueada por Oblak.
El Real Betis: los engranajes del ‘Ingeniero’
Los hombres de Manuel Pellegrini han tenido una temporada irregular hasta ahora, a pesar de haber mostrado un juego ofensivo y vistoso liderado por Vitor Roque y el Chimy Ávila en el ataque. Sin embargo, el Betis llega a este partido con varias bajas importantes que pueden afectar su desempeño. Natan se perderá el encuentro por sanción, mientras que William Carvalho y Lo Celso están fuera por lesión. Isco también sigue sin estar disponible debido a su fractura, y Marc Roca es duda tras sufrir molestias en los entrenamientos previos al choque.

El ’11’ del Betis en el derbi sevillano (Photo by Fran Santiago/Getty Images)
En el mediocampo, Pellegrini podría optar por una alineación con Altimira, Johnny y Fornals, quienes han mostrado buenas combinaciones en los últimos encuentros. En defensa, Bartra y Diego Llorente probablemente formarán la línea central, acompañados por Bellerín y Perraud en las bandas, con Rui Silva en la portería.
Las claves del encuentro
Control del Mediocampo: el duelo en el mediocampo será fundamental, dado que ambos equipos tienen bajas importantes. Para el Betis, Johnny y Fornals podrían asumir la responsabilidad de generar juego y conectar con el ataque. En el Atlético, De Paul y Gallagher serán esenciales para manejar el ritmo del partido.
Defensas bajo presión: con ambos equipos enfrentando problemas defensivos debido a lesiones y bajas, tanto Pellegrini como Simeone tendrán que ser creativos en sus alineaciones. La defensa del Betis podría tener dificultades para contener a jugadores como Griezmann, mientras que el Atlético dependerá de Giménez y Witsel para mantener su solidez en la línea de fondo.
Ataques contrastantes: el estilo ofensivo del Betis, basado en posesión y juego asociado, se enfrentará a la sólida defensa del Atlético, que se enfoca en transiciones rápidas y en aprovechar las oportunidades de contragolpe, con lago más de fortuna y puntería que el miércoles pasado. El resultado del partido podría depender de la eficacia de estos enfoques opuestos.
Los ’11’
Real Betis: Rui Silva; Bellerín, Bartra, Diego Llorente, Perraud; Altimira, Johnny, Fornals, Abde; Chimy Ávila y Vitor Roque.
Atlético de Madrid: Oblak; Molina, Witsel, Giménez, Reinildo; Gallagher, Koke, De Paul, Roro Riquelme; Griezmann y Julián Alvarez.
Convicción y ganas
Para seguir en la lucha por el título, los del Cholo Simeone saben que han de cuajar un partido a la altura del escenario y del rival, siendo el Betis un equipo siempre correoso, especialmente en casa. El Atlético necesita de esta victoria en el feudo verdiblanco, el cual ya han conquistado en más de una ocasión y en el cual quieren coger algo de aire para disipar cualquier duda que haya alrededor del equipo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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