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Retrospectiva no cinema e streaming!

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E mais um ano se passou! 2024 tá acabando e a Malu reuniu os melhores e piores do ano entre filmes e séries, confira!

2024 está chegando ao fim. O ano foi bem intenso, inclusive no entretenimento, que foi cercado por altos e baixos, com gratas surpresas e grandes decepções. Agora, vamos relembrar alguns destaques, sejam positivos ou negativos, que marcaram o ano que passou, entre cinema e streaming. Confira!

Entre os melhores

Duna 2

A saga de ascensão (e queda!) de Paul Atreides (Timothée Chalamet) continuou no cinema e entregou o mesmo nível de qualidade que seu filme antecessor, Duna (2021). Embora eu não seja uma grande fã desse universo, inspirado pelos livros do lendário autor Frank Herbert, a adaptação dirigida por Denis Villeneuve só pode ser descrita como arrebatadora. O grande destaque vai para o próprio Timothée, que interpreta um Paul cada vez mais deslumbrado com o próprio poder diante do povo Fremen.

Divertida Mente 2

Quando foi anunciado pela Disney, em 2022, muitos tiveram medo. Afinal, o mundo está inundado de continuações desnecessárias. Felizmente, a parte dois da história de Riley (dublada no Brasil por Miá Mello), agora uma adolescente, passa muito longe disso. Aqui, a garota nos ensina uma poderosa lição sobre as dificuldades do amadurecimento, com tempo para falar sobre transtorno de ansiedade e amor próprio. Um grande sucesso no cinema e excelente para todas as idades!

Foto: Revista Malu

Créditos: Divulgação Disney/Pixar

X-men 97 (1ª temporada)

Voltada para o drama e um protesto poderoso contra a intolerância e o preconceito, a série de animação exclusiva para o Disney+ acompanha a famosa equipe de heróis, que, dentre seus feitos, viajaram no tempo, desceram ao inferno, enfrentaram inimigos terríveis e lutos ainda piores. O destaque fica para o devastador episódio cinco, Remember It, que sinceramente me levou às lágrimas.

Mas nem tudo são flores: Beau Demayo, showrunner da animação, acusa a Disney de homofobia, marcando os bastidores com polêmicas. A Empresa, entretanto, o acusa de assédio moral, e essa confusão parece não ter fim. Entretanto, nada disso atrapalhou a obra, que é de longe a melhor produção de super-heróis dos últimos anos.

Menções honrosas: Meu Amigo Pinguim, Ainda Estou Aqui, Senna, Guerra Civil, Rivais, A Substância, Deadpool e Wolverine.

Já entre decepções…

O Poço 2

Quando O Poço foi lançado na Netflix, em 2020, sua mensagem sobre egoísmo e isolamento nos acertou como um trem, transformando o filme em um sucesso absoluto na plataforma. O final era tanto comovente quanto misterioso e nos colocava para refletir. Pois bem: O Poço 2 faz tudo isso… ao contrário. As motivações são ridículas, os personagens têm zero carisma e o filme se resume a um bando de conceitos mal desenvolvidos.

Foto: Revista Malu

Créditos: Divulgação Netflix

Coringa: Delírio a Dois

O final perturbador de Coringa (2019) chegou ao cinema, ele passava uma mensagem essencial sobre a espetacularização da violência, negligência estatal e vários outros temas. O diretor Todd Phillips, entretanto, parece ter ficado tão ofendido com as críticas que recebeu, quando o filme foi acusado de ser uma justificativa para extremistas, que a continuação se preocupa mais em desdizer o filme anterior do que em contar uma história. Para piorar, o longa é uma mistura de estilos, entre drama, filme de tribunal, estudo de personagem e musical, que acabou virando uma enorme bagunça que ninguém pediu. As atuações impecáveis de Joaquin Phoenix e Lady Gaga se perdem nessa confusão.

House of The Dragon (2ª temporada)

Em conclusão a nossa lista, a primeira temporada foi um épico, que parecia disposto a retornar a franquia iniciada por Game of Thrones (2011) aos dias de glória, com um episódio de encerramento triste e comovente. Já a segunda, que começa com fôlego e excelentes atuações, a partir do episódio cinco se perde em tramas desnecessárias e um enredo incoerente. A série enfrentou cortes de orçamento, que nitidamente afetaram o final, que tenta se passar por grandioso. Tão fraca, que conseguiu a proeza de ser criticada pelo próprio George R. R. Martin, autor dos livros que inspiraram a franquia, pois o escritor admitiu temer que a série esteja sendo mal planejada. Apesar de um ou outro acerto, comparada às expectativas, perdeu o brilho.

Menções desonrosas: Silvio, Madame Teia, Kraven, A Garota de Miller, Borderlands.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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