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Schlager-Spiel beim FC Bayern: RB Leipzig fordert müden FCB

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Nach der Niederlage in Mainz empfängt der FC Bayern am Freitagabend RB Leipzig. Die Vorschau.

Bei den Bayern dürfte in der Abwehr wieder Dayot Upamecano zum Einsatz kommen. Minjae Kim sollte neben ihm für die nötige Stabilität in der Innenverteidigung sorgen. Im letzten Spiel gegen Mainz wirkte grade die Innenverteidigung besonders unsicher. Im Tor steht erneut Daniel Peretz für Manuel Neuer, allerdings sind Harry Kane und Serge Gnabry für den Einsatz bereit.



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Im Mittelfeld werden Konrad Laimer und Alphonso Davies auf den Außenbahnen erwartet, während Joshua Kimmich und Alexandar Pavlović im Zentrum spielen. Begleitet werden sie auf den Außenbahnen vermutlich von Leroy Sané und Michael Olise. Neben Kane sollte der Einsatz von Jamal Musiala für Optimismus sorgen, aber reicht Optimismus für einen Sieg?

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Leipzig zeigt eine bislang durchwachsene Saison

Die Saison von Leipzig verläuft bisher insgesamt enttäuschend. Besonders in der Champions League konnte man nicht überzeugen, sondern hat sechsmal in Folge verloren. In der Bundesliga liegt man sechs Punkte hinter dem FC Bayern München, die Leistungen sind insgesamt hinter den hohen Erwartungen. Allerdings ist seit der Rückkehr von Xaver Schlager im letzten Spiel wieder die altbekannte Stabilität erkennbar. Drei der letzten vier Spiele wurden gewonnen.

Nicht vergessen sollte man auch, dass bei bei Leipzig in der zuletzt schwierigen Phase 8-10 Spieler ausgefallen sind, darunter Stützen wie Xavi oder David Raum, aber auch Spieler wie Kevin Kampl und Lukas Klostermann waren nicht zu 100% fit.

Leipzigs Offensive noch nicht perfekt

Schwach ist Leipzig derzeit vor allem im Kreieren von Chancen, nach Whoscored hat man nur 12,1 Schüsse pro Spiel abgegeben. Dahinter liegen nur noch Mannschaften wie der VfL Bochum, der FC St. Pauli, FC Heidenheim und Holstein Kiel. Defensiv lässt man mit 15,4 Schüssen pro Spiel die fünftmeisten Schüsse pro Spiel zu.

Allerdings hat man auch erst 15 Gegentore kassiert. Das sind nach dem FC Bayern die zweitwenigsten. Aber die zu erwartende Zahl der Gegentore, die sogenannten „Expected Goals against“ liegen laut understat mit fast 24 deutlich höher. Sprich: Leipzig ist die Mannschaft, die in der Bundesliga eigentlich noch fast neun Tore mehr hätte kassieren müssen/können – der Spitzenwert der Liga.

  1. Was sind eigentlich Expected Goals?

Leipzig mit schnellen Angreifern und stark gegen Konter

Allerdings zeigt Leipzig eine Stärke: Aus Kontern hat man noch kein einziges Gegentor kassiert. Diese Besonderheit teilt man mit Bayer Leverkusen und Union Berlin. Ähnlich wie Bayern München setzt man auch nicht auf lange Bälle (die zweitwenigsten laut Sofascore), sondern versucht spielerisch das gegnerische Tor zu erreichen.

Die meisten Spielanteile finden dabei im Mittelfeld statt, wie oben bereits erwähnt kommt Xaver Schlager hier ein absolute Schlüsselrolle zu. Er ist der Denker und Lenker im Mittelfeld, den es auszuschalten gilt. Laut whoscored spielen sich 46 % des Leipziger Spiels im Mittelfeld ab.

Die gefährlichsten Angreifer sind Loïs Openda und Benjamin Šeško. Ersterer kommt auf neun Scorerpunkte, letzterer auf sieben. Openda ist laut bundesliga.de nach Omar Marmoush und Harry Kane der Spieler mit den drittmeisten Schüssen in dieser Saison. Auch vor seiner Geschwindigkeit sollten die Bayern gewarnt sein. Er ist laut bundesliga.de nach Sirlord Conteh und Gerrit Holtmann der drittschnellste Spieler der Liga.

FC Bayern zum Siegen verpflichtet

Wenn man sieht, wie nah RB Leipzig oder auch Bayern Leverkusen (mit einem möglichen Sieg gegen den SC Freiburg) den Bayern kommen könnten, ist ein Sieg vor der Winterpause fast schon Pflicht. Zumindest wenn man halbwegs entspannt die kurze Winterpause genießen möchte.

Mit einer Niederlage wären Vincent Kompany und das gesamte Team Anfang 2025 sofort unter massivem Druck, auch die Diskussionen um mögliche Wintertransfers dürfte dann nicht kleiner werden.

Mögliche Aufstellungen:

FC Bayern MünchenPeretz – Laimer, Upamecano, M.-J. Kim, Davies – Kimmich, Pavlovic – Olise, Musiala, L. Sané – KaneRB LeipzigGulacsi – Henrichs, Seiwald, Orban, Geertruida – Vermeeren, X. Schlager – Baumgartner, Nusa – Openda, Sesko

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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