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“Território”, na Netflix: brigas fratricidas nos antípodas

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NETFLIX – SOB DEMANDA – SÉRIE

Coloquemo-nos por um momento no lugar do arquétipo do espectador de séries: exausto por um árduo dia de trabalho, incapaz de qualquer esforço intelectual, ele ou ela prefere desabar em seu conversível a abrir um livro, pegar um instrumento musical para faça uma pastilha de pombo. O arquétipo é vítima de duas necessidades contraditórias: devemos tranquilizá-lo e ao mesmo tempo desorientá-lo – mudar de ideia sem que ele tenha que pensar muito.

Hoje, a Netflix oferece um produto ideal, seis episódios espetaculares alimentados por aventuras já vistas mil vezes, rejuvenescidos por um cenário e distribuição quase novos.

Com o seu teimoso patriarca governando milhares de quilómetros quadrados cobertos por dezenas de milhares de gado, os seus nativos rebeldes e os seus magnatas mineiros inescrupulosos, Território poderia passar por um decalque de Pedra amarelao western contemporâneo de Taylor Sheridan que fez de Kevin Costner uma estrela novamente. Só que este drama familiar e pastoral derrama o sangue dos justos e dos ímpios nos antípodas.

Figuras familiares

A série leva o título do Território do Norte, esta imensa extensão australiana longe das cidades. Este movimento funciona como um rejuvenescimento (para os espectadores do hemisfério Norte, em qualquer caso) na dramaturgia comprovada (ou banal) de um cenário melodramático. A luz, as paisagens, a vida selvagem, os sotaques (aposto que o público britânico e americano vai precisar de legendas para entender os cowboys australianos e o seu sotaque), os costumes, tudo é diferente, e é o suficiente para nos deixar ser apanhados.

Colin Lawson (Robert Taylor) governa Marianne Station, um rancho “grande como a Bélgica”. O velho é atacado por todos os lados. Seus rivais querem sua ruína, as mineradoras seu subsolo, os indígenas recuperam os direitos às suas terras. Mas nada ameaça mais a Estação Marianne do que os confrontos entre os descendentes de Colin Lawson. Encontraremos figuras familiares como o mal amado filho mais novo (Michael Dorman) e sua esposa devorada pela ambição (Anna Torv, magnífica atriz vista em Caçador de Mentes et Profissão: repórter), ou o neto pródigo retirado da sarjeta para receber as chaves do reino.

Dramaturgia clássica

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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