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Assinantes da CasaFolha elogiam curso de José Padilha – 11/01/2025 – Poder
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Ana Gabriela Oliveira Lima
Assinantes da CasaFolha elogiam o conteúdo e o formato do curso sobre cinema de José Padilha. A plataforma da Folha reúne aulas online exclusivas com especialistas em diferentes áreas do conhecimento.
Intitulado “A arte de contar histórias”, o curso do cineasta é dividido em aulas curtas de menos de 20 minutos. Elas tratam do processo criativo e dão dicas sobre a construção de personagens e truques para ganhar o público. É a primeira vez que Padilha oferece lições online sobre sua experiência à frente de produções audiovisuais.
Os episódios falam, ainda, da trajetória dele, que largou uma carreira no mercado financeiro para se dedicar ao cinema. Conhecido no Brasil e internacionalmente, Padilha é diretor de filmes que mobilizaram a opinião pública, como “Ônibus 174” e “Tropa de Elite”, além da série “Narcos”, da Netflix.
O advogado Marcelo Lobo, 56, elogia o formato das aulas, que diz ser tão interessante quanto o conteúdo.
“A apresentação do curso é agradável, e o conteúdo me chamou a atenção por ser de uma área que eu não conhecia. [Trata] da estruturação de um filme, da experiência dele [Padilha] como cineasta no exterior, fazendo uma comparação com a forma de fazer cinema no Brasil”, diz.
Lobo afirma ter assistido a praticamente todos os cursos já lançados na CasaFolha e diz indicar a plataforma a conhecidos e familiares.
A fotógrafa Naira Moura, 59, afirma que o curso é esclarecedor sobre como funciona o cinema. Ela diz que o material veio em boa hora, uma vez que tem acompanhado eventos sobre o tema, e que gostou da maneira como ele foi filmado.
“Mostra como fazer um roteiro e a grandeza que é a carreira do Padilha, é muito bom. O cara é um monstro.”
O advogado Daniel Antonio Costa Santos, 41, afirma que o curso ajuda a considerar outras perspectivas que podem ser absorvidas no desempenho de sua profissão.
“Também como advogado é preciso criar um roteiro, contar a história do seu cliente. Fazer isso de forma enfadonha, chata e muito técnica muitas vezes é ruim para o julgador. Ele vai desanimar de ler a petição. Então, o curso me ajuda no dia a dia.”
O advogado elogiou também o curso “Comunicação persuasiva”, que faz parte da jornada de comunicação e criatividade da plataforma. Ele é ministrado por Giovanni Begossi e Micarla Lins, ambos campeões de oratória e debate competitivo.
Santos afirma que o material oferece técnicas práticas de persuasão que abordam desde dicção até como utilizar gatilhos mentais a seu favor.
“Na minha profissão, o convencimento é essencial. Algumas técnicas do curso sobre como olhar ou colocar as mãos efetivamente trazem mais credibilidade para a argumentação.”
A CasaFolha conta ainda com mais duas jornadas, uma sobre dinheiro e carreira e outra sobre transformação pessoal e bem-estar.
A jornada sobre finanças tem atualmente sete cursos, incluindo o do ex-ministro da Fazenda Pedro Malan, que fala sobre sua forma de analisar a economia.
A jornada sobre transformação pessoal e bem-estar tem atualmente seis cursos com especialistas. Um deles é da Monja Coen, que aborda o poder da meditação.
Em janeiro, a plataforma lançará dois novos cursos: “Ironman e a superação dos limites”, com a triatleta Fernanda Keller, e “Inteligência artificial e o futuro da humanidade”, com o neurocientista Álvaro Machado Dias.
Como assinar a CasaFolha
Todos os cursos estão disponíveis para assinantes em casafolhasp.com.br. Quem já é assinante do jornal não precisa de uma nova assinatura, basta fazer o upgrade em condições especiais em casafolhasp.com.br/upgrade.
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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