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Este ano foi uma aula magistral sobre destruição humana, disse o chefe da ONU à Cop29 | Cop29
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Fiona Harvey, Damian Carrington, Ajit Niranjan and Dharna Noor in Baku
Este ano foi “uma aula magistral de destruição humana”, disse o secretário-geral da ONU ao reflectir sobre condições meteorológicas extremas e temperaturas recorde em todo o mundo alimentadas pelo colapso climático.
António Guterres pintou um retrato nítido das consequências do colapso climático que surgiu nos últimos meses. “Famílias correndo para salvar suas vidas antes que o próximo furacão aconteça; trabalhadores e peregrinos desabando sob um calor insuportável; inundações que devastam comunidades e destroem infra-estruturas; crianças vão para a cama com fome enquanto as secas devastam as colheitas”, disse ele. “Todos estes desastres, e mais, estão a ser agravados pelas alterações climáticas provocadas pelo homem.”
Guterres dirigiu-se a dezenas de líderes mundiais e altos funcionários governamentais de quase 200 países reunidos no Azerbaijão para a Cop29 Cimeira do clima da ONU. Ao longo de quinze dias de conversações, as nações tentarão encontrar formas de angariar as vastas somas de dinheiro necessárias para enfrentar a crise climática.
Os países em desenvolvimento querem garantias de US$ 1 trilhão por ano em fundos até 2035 para ajudá-los a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e a adaptar-se aos impactos das condições meteorológicas extremas.
As conversações foram ofuscado por a reeleição de Donald Trump, um negador declarado do clima, para a presidência dos EUA. Embora líderes como Keir Starmer, do Reino Unido, Mia Mottley, de Barbados, e Recep Tayyip Erdoğan, da Turquia, tenham discursado na cimeira, os chefes de governo da maioria das maiores economias do mundo mantiveram-se afastados.
Starmer confirmou novos planos rigorosos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, como revelado pelo Guardiãoque foram elogiados por ativistas e especialistas. O Reino Unido é uma das primeiras grandes economias a revelar tal plano, meses antes do prazo final da ONU de Fevereiro próximo.
O corte, de 81% até 2035, em comparação com os níveis de 1990, será parcialmente satisfeito pela descarbonização do sector eléctrico, mas o governo também terá provavelmente de adicionar novas políticas para incentivar o transporte público e a caminhada, e uma mudança do aquecimento a gás para o aquecimento eléctrico. bombas de calor.
Starmer disse aos jornalistas da Cop29 que este não precisa envolver mudanças drásticas ao estilo de vida das pessoas, embora o Comité das Alterações Climáticas, que aconselha o governo, tenha recomendado anteriormente um corte de 25% no consumo de carne e lacticínios até 2030 e um corte de 35% no consumo de carne até 2050.
Rebecca Newsom, consultora política sênior do Greenpeace Internacional, disse: “O compromisso de Starmer com uma nova meta relativamente ambiciosa de redução de emissões injetará um novo impulso nas negociações e ele está certo em destacar a enorme oportunidade oferecida pela transição verde para cortar contas, desbloquear investimentos e criar empregos em todo o Reino Unido. Mas ainda são necessários planos muito mais claros – especialmente mais investimento para aqueles que trabalham em petróleo e gás offshore para fazer a transição para energias renováveis.”
Os governos foram informados na Cop que devem tomar medidas concertadas para reduzir os gases com efeito de estufa ou enfrentarão um desastre económico que os poderá ameaçar eleitoralmente.
Simon Stiell, o principal responsável climático da ONU, disse que a política, a economia e o clima estão agora fatalmente interligados. Os governos podem estar actualmente a sentir as consequências da pior inflação das últimas décadas, mas consequências muito mais graves estavam reservadas.
“O agravamento dos impactos climáticos colocará a inflação em esteróides”, disse Stiell, sintonizando alguns dos receios económicos que ajudaram a proporcionar uma série de vitórias eleitorais a partidos de direita em todo o mundo no ano passado.
“A crise climática é uma crise de custo de vida, porque as catástrofes climáticas estão a aumentar os custos para as famílias e as empresas. O financiamento climático é um seguro contra a inflação global.”
Em vez de ser uma questão de protecção das gerações futuras, o combate às emissões de gases com efeito de estufa era a única forma de salvar a economia global, tanto a curto como a longo prazo, disse Stiell. “Houve uma mudança sísmica na crise climática global. Porque a crise climática está a tornar-se rapidamente num assassino da economia – agora mesmo, hoje, neste ciclo político”, disse ele.
após a promoção do boletim informativo
Ilham Aliyev, o presidente do país anfitrião da Cop, o Azerbaijão, adotou uma nota diferente. O Azerbaijão é um produtor considerável de petróleo e gás desde meados do século XIX. Os combustíveis fósseis representam 90% da receita de exportação do país, e a infraestrutura de extração de petróleo e gás está em evidência em toda a capital, Baku: uma refinaria em chamas ilumina o horizonte noturno da cidade, poços de petróleo pontilham os subúrbios e navios-tanque madeira através do Mar Cáspio até o seu porto. Até o símbolo nacional do país é uma chama.
Aliyev, cuja família se pensa ter ganho milhares de milhões com os activos naturais do país, chamou o petróleo e o gás do Azerbaijão de “um presente de Deus” e deixou claro que a extracção continuaria.
“Como presidente da Cop29, é claro que seremos um forte defensor da transição verde e estamos a fazê-lo”, disse ele no evento. “Mas, ao mesmo tempo, devemos ser realistas.”
Atacou os críticos do país – um Estado autocrático que foi considerado, nas avaliações das ONG, um dos mais corruptos do mundo – e defendeu a utilização que faz dos seus recursos. “Os países não devem ser culpados (por terem depósitos de petróleo e gás) e não devem ser culpados por trazerem estes recursos para o mercado, porque o mercado precisa deles. A população precisa deles”, afirmou.
As suas palavras contrastaram com os apelos de dezenas de líderes de países em desenvolvimento para que fossem tomadas medidas urgentes para conter a onda crescente de emissões de dióxido de carbono e resgatá-los das consequências.
Hilda Heine, presidente da República das Ilhas Marshall, um pequeno grupo de atóis baixos no Pacífico que está ameaçado de inundação se as temperaturas subirem muito mais, criticou os países ricos por dizerem aos pobres que devem reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, mas falham para fornecer acesso ao financiamento que permitiria isso.
“Está em nosso sangue saber quando a maré está mudando”, disse ela. “E no que diz respeito ao clima, a maré está mudando hoje.”
Na segunda-feira, as negociações começaram lentamente, quando as autoridades tentaram esclarecer algumas questões técnicas antes da chegada dos líderes na terça-feira. Foi aprovada uma resolução sobre o comércio de compensações de carbono, para alívio dos anfitriões, mas esta foi criticada por alguns grupos da sociedade civil que afirmaram que a resolução era falha e tinha sido aprovada às pressas.
As negociações continuarão na quarta-feira, quando mais líderes mundiais, incluindo Giorgia Meloni da Itália e Shehbaz Sharif do Paquistão, farão discursos.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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