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Leilão da Christie’s mostra estilo da centenária musa da moda Iris Apfel | Moda
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2 anos atrásem
Lauren Cochrane
Iris Apfel talvez o primeiro ícone de estilo centenário do mundo morreu no ano passado aos 102 anos. Agora suas roupas, obras de arte e móveis serão vendidos na Christie’s no final deste mês em um leilão online intitulado Assumidamente Iris.
Qualquer pessoa familiarizada com Apfel e seu estilo “mais é mais” saberia que tudo começou com seus óculos em forma de coruja, sua marca registrada. São 18 pares à venda aqui, com designs quadrados, redondos e brilhantes incluídos.
Entre os mais de 200 lotes, seu estilo de roupa também está presente e correto – com cores e estampas temáticas que percorrem peças dos anos 60 até os dias atuais, com marcas como Miu Miu, Saint Laurent, Dries Van Noten e Dior em destaque. Há também itens de colaborações nas quais Apfel trabalhou, incluindo jaquetas de sua coleção H&M de 2022 e óculos de uma coleção da marca italiana Zenni.
Itens para casa formam outra parte da coleção. Junto com um serviço de prata completo anterior à década de 1950 e várias cadeiras e telas ornamentadas, uma curiosidade é uma escultura de madeira em tamanho real de um avestruz que também serviu de bar na casa de Apfel em Palm Beach.
Ele vem com um brinquedo macio Caco, o Sapo, que fica em suas costas. Há também peças personalizadas – incluindo uma cadeira com um retrato de Apfel no estofamento e uma figura dela em resina fundida verde-limão andando de scooter.
Algumas peças estarão à mostra na casa de leilões de Miami este mês e de Nova York em fevereiro. Muitas das peças têm estimativas de menos de US$ 1.000 (£ 800).
A natureza lúdica da visão de mundo de Apfel foi fundamental para sua posição como ícone de estilo para uma geração mais jovem.
Elizabeth Seigel, chefe de coleções particulares e icônicas da Christie’s, disse que a leveza na abordagem estética de Apfel foi o que a tornou tão inspiradora. “Ela abraçou a filosofia de que ‘mais é mais’, mas nem sua moda nem seus interiores pareciam prejudicados pelas escolhas maximalistas que guiavam seu estilo e sensibilidade”, disse Seigel. Roupas femininas diariamente.
Especialista em têxteis, Apfel trabalhou com o marido Carl (que morreu em 2015 aos 100 anos) nos interiores da Casa Branca durante nove presidentes. Seu perfil na moda começou a crescer a partir de 2005, quando o Costume Institute do Metropolitan Museum of Arte organizou uma exposição de suas joias e roupas. Isto foi seguido por um documentário de Albert Maysles, Iris, em 2014, quando ela tinha 93 anos.
Uma carreira tardia na moda começou – ela trabalhou com marcas como Kate Spade e Alexis Bittar, mandou fazer uma Barbie à sua imagem em 2018 e assinou contrato como modelo para a IMG em 2019. Ela se autodenominava uma “estrela geriátrica”. Quando morreu, Apfel tinha 3 milhões de seguidores no Instagram, pessoas que a Christie’s sem dúvida irá atingir neste leilão.
Talvez o aspecto mais inspirador de Apfel tenha sido a sua recusa em “agir de acordo com a sua idade”, como pode ser visto nesta coleção. Em 2015, em uma entrevista ao Observadorperguntaram a ela por que seus apartamentos estavam cheios de “animais de pelúcia, brinquedos infantis e decorações de Natal o ano todo?” “Nós apenas gostamos de nos divertir”, ela respondeu.
“E acho que há uma diferença entre ser infantil e manter uma qualidade infantil. Sou muito adulto em muitos aspectos, mas acho isso muito triste – é bom manter um sentimento de admiração.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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