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Noel Clarke pretende criar ‘equivalência moral’ entre ele e os acusadores, o Tribunal ouve | Notícias do Reino Unido

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Noel Clarke pretende criar 'equivalência moral' entre ele e os acusadores, o Tribunal ouve | Notícias do Reino Unido

Haroon Siddique Legal affairs correspondent

Noel Clarke está tentando criar “equivalência moral” entre sua suposta má conduta sexual e o comportamento de seus acusadores, o Supremo Tribunal ouviu.

Dando provas em sua reivindicação de difamação contra o tutor, o ator de 49 anos esclareceu que alguns de seus acusadores se envolveram voluntariamente ou iniciaram brincadeiras sexualmente carregadas, eram promíscuas e se gabavam de suas façanhas sexuais.

No terceiro dia de interrogatório, Gavin Millar KC, representando o Guardian, disse a ele: “Você faz isso repetidamente, volta a alegação à mulher. É uma espécie de equivalência moral, que “ela é tão ruim quanto eu”. “

Millar disse “repetidamente”, Clarke procurou maneiras de entregar as alegações feitas contra ele de volta aos seus acusadores.

Clarke disse que havia dito a verdade e levantou o comportamento das mulheres onde era relevante.

“Neste mundo, estamos agora, se um homem faz um passo em falso remoto, ele terminou”, disse Clarke ao tribunal.

Clarke foi questionado sobre uma convenção Doctor Who em Bournemouth em 2016, onde se sentou ao lado de um voluntário, Lisa Graham, e foi dito ter:

  • Tocou -a nas coxas, incluindo as pernas.

  • Disse que eles deveriam ir ao mezanino acima para fazer sexo.

  • As mulheres classificadas em 10 por sua atratividade sexual.

  • Disse sobre uma mulher grávida que ele “bate isso” porque ela não conseguia engravidar novamente.

Clarke disse que Graham “estava envolvido na conversa (classificando mulheres) voluntariamente” e que ele havia feito um comentário sobre uma mulher grávida, mas não isso especificamente alegado.

Millar disse: “Esta é a sua estratégia:” Eu posso ser ruim, mas a mulher é tão ruim “.

Clarke respondeu: “Fiz isso quando acreditava que é verdade”.

Clarke, o escritor e produtor da trilogia infantil, disse que apenas tocou Graham de joelhos para indicar que um fã estava demorando muito tempo.

“O toque não está correto e o convite para ir a um mezanino público é um absurdo”, disse Clarke.

Ele disse: “Algumas pessoas querem se envolver no que consideram uma causa nobre”.

O tribunal também ouviu que Clarke teria exposto seu pênis em uma sessão de videoclipe para a dupla de rap Krept e Konan, perto da estação subterrânea de Angel, no norte de Londres, em 2016.

Duas mulheres, Alice* e Ella*, que trabalharam para a Lionsgate, que encomendou a empresa de Clarke para fazer as filmagens, estavam presentes. Millar disse a Clarke: “Você repetidamente fez comentários sexuais a ela (Alice), no sentido de que ela gostava de fazer sexo com homens negros”.

Clarke negou fazer isso e disse que as mulheres haviam iniciado uma conversa sobre os pênis de celebridades e um grupo do WhatsApp chamado “Dick Detetives”.

Millar disse: “Você expôs seu pênis a ela”.

Clarke respondeu que não o fez, mas quando Alice lhe disse que tinha um pouco de pênis e Ella pediu que ele mostrasse a eles, ele desfez seu cinto marrom como uma piada. “Era a aba do meu cinto”, disse ele.

Millar disse ao tribunal que era a perspectiva de Clarke receber um prêmio BAFTA em 2021 que “os empurrou (seus acusadores) sobre o limite … Eles decidiram dizer a verdade finalmente”.

Clarke está processando a GNM por sete artigos e um podcast publicado entre abril de 2021 e março de 2022, no qual mais de 20 mulheres o acusaram de má conduta sexual.

O julgamento continua.

* Não seus nomes reais



Leia Mais: The Guardian

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Curso de Medicina Veterinária da Ufac promove 4ª edição do Universo VET — Universidade Federal do Acre

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Curso de Medicina Veterinária da Ufac promove 4ª edição do Universo VET — Universidade Federal do Acre

As escolas da rede municipal realizam visitas guiadas aos espaços temáticos montados especialmente para o evento. A programação inclui dois planetários, salas ambientadas, mostras de esqueletos de animais, estudos de células, exposição de animais de fazenda, jogos educativos e outras atividades voltadas à popularização da ciência.

A pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino, acompanhou o evento. “O Universo VET evidencia três pilares fundamentais: pesquisa, que é a base do que fazemos; extensão, que leva o conhecimento para além dos muros da Ufac; e inovação, essencial para o avanço das áreas científicas”, afirmou. “Tecnologias como robótica e inteligência artificial mostram como a inovação transforma nossa capacidade de pesquisa e ensino.”

A coordenadora do Universo VET, professora Tamyres Izarelly, destacou o caráter formativo e extensionista da iniciativa. “Estamos na quarta edição e conseguimos atender à comunidade interna e externa, que está bastante engajada no projeto”, afirmou. “Todo o curso de Medicina Veterinária participa, além de colaboradores da Química, Engenharia Elétrica e outras áreas que abraçaram o projeto para complementá-lo.”

Ela também reforçou o compromisso da universidade com a democratização do conhecimento. “Nosso objetivo é proporcionar um dia diferente, com aprendizado, diversão, jogos e experiências que muitos estudantes não têm a oportunidade de vivenciar em sala de aula”, disse. “A extensão é um dos pilares da universidade, e é ela que move nossas ações aqui.”

A programação do Universo VET segue ao longo do dia, com atividades interativas para estudantes e visitantes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Doutorandos da Ufac elaboram plano de prevenção a incêndios no PZ — Universidade Federal do Acre

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Doutorandos da Ufac elaboram plano de prevenção a incêndios no PZ — Universidade Federal do Acre

Doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Rede Bionorte) apresentaram, na última quarta-feira, 19, propostas para o primeiro Plano de Prevenção e Ações de Combate a Incêndios voltado ao campus sede e ao Parque Zoobotânico da Universidade Federal do Acre (Ufac). A atividade foi realizada na sala ambiente do PZ, como resultado da disciplina “Fundamentos de Geoinformação e Representação Gráfica para a Análise Ambiental”, ministrada pelo professor Rodrigo Serrano.

A ação marca a primeira iniciativa formalizada voltada à proteção do maior fragmento urbano de floresta em Rio Branco. As propostas foram desenvolvidas com o apoio de servidores do PZ e utilizaram ferramentas como o QGIS, mapas mentais e dados de campo.

Entre os produtos apresentados estão o Mapa de Risco de Fogo, com análise de vegetação, áreas urbanas e tráfego humano, e o Mapa de Rotas e Pontos de Água, com trilhas de evacuação e açudes úteis no combate ao fogo.

Os estudos sugerem a criação de um Plano Permanente com ações como: Parcerias com o Corpo de Bombeiros; Definição de rotas de fuga e acessos de emergência; Manutenção de aceiros e sinalização; Instalação de hidrantes ou reservatórios móveis; Monitoramento por drones; Formação de brigada voluntária e contratação de brigadistas em período de estiagem.

O Parque Zoobotânico abriga 345 espécies florestais e 402 de fauna silvestre. As medidas visam garantir a segurança da área, que integra o patrimônio ambiental da universidade.

“É importante registrar essa iniciativa acadêmica voltada à proteção do Campus Sede e do PZ”, disse Harley Araújo da Silva, coordenador do Parque Zoobotânico. Ele destacou “a sensibilidade do professor Rodrigo Serrano ao propor o desenvolvimento do trabalho em uma área da própria universidade, permitindo que os doutorandos apliquem conhecimentos técnicos de forma concreta e contribuam diretamente para a gestão e segurança” do espaço.

Participaram da atividade os doutorandos Alessandro, Francisco Bezerra, Moisés, Norma, Daniela Silva Tamwing Aguilar, David Pedroza Guimarães, Luana Alencar de Lima, Richarlly da Costa Silva e Rodrigo da Gama de Santana. A equipe contou com apoio dos servidores Nilson Alves Brilhante, Plínio Carlos Mitoso e Francisco Félix Amaral.

 



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Ufac sedia 10ª edição do Seminário de Integração do PGEDA — Universidade Federal do Acre

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Ufac sedia 10ª edição do Seminário de Integração do PGEDA — Universidade Federal do Acre

A Rede Educanorte é composta por universidades da região amazônica que ofertam doutorado em Educação de forma consorciada. A proposta é formar pesquisadores capazes de compreender e enfrentar os desafios educacionais da Amazônia, fortalecendo a pós-graduação na região.

Coordenadora geral da Rede Educanorte, a professora Fátima Matos, da Universidade Federal do Pará (UFPA), destacou que o seminário tem como objetivo avaliar as atividades realizadas no semestre e planejar os próximos passos. “A cada semestre, realizamos o seminário em um dos polos do programa. Aqui em Rio Branco, estamos conhecendo de perto a dinâmica do polo da Ufac, aproximando a gestão da Rede da reitoria local e permitindo que professores, coordenadores e alunos compartilhem experiências”, explicou. Para ela, cada edição contribui para consolidar o programa. “É uma forma de dizer à sociedade que temos um doutorado potente em Educação. Cada visita fortalece os polos e amplia o impacto do programa em nossas cidades e na região Norte.”

Durante a cerimônia, o professor Mark Clark Assen de Carvalho, coordenador do polo Rio Branco, reforçou o papel da Ufac na Rede. “Em 2022, nos credenciamos com sete docentes e passamos a ser um polo. Hoje somos dez professores, sendo dois do Campus Floresta, e temos 27 doutorandos em andamento e mais 13 aprovados no edital de 2025. Isso representa um avanço importante na qualificação de pesquisadores da região”, afirmou.

Mark Clark explicou ainda que o seminário é um espaço estratégico. “Esse encontro é uma prática da Rede, realizado semestralmente, para avaliação das atividades e planejamento do que será desenvolvido no próximo quadriênio. A nossa expectativa é ampliar o conceito na Avaliação Quadrienal da Capes, pois esse modelo de doutorado em rede é único no país e tem impacto relevante na formação docente da região norte”, pontuou.

Representando a reitora Guida Aquino, o diretor de pós-graduação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg), Lisandro Juno Soares, destacou o compromisso institucional com os programas em rede. “A Ufac tem se esforçado para estruturar tanto seus programas próprios quanto os consorciados. O Educanorte mostra que é possível, mesmo com limitações orçamentárias, fortalecer a pós-graduação, utilizando estratégias como captação de recursos por emendas parlamentares e parcerias com agências de fomento”, disse.

Lisandro também ressaltou os impactos sociais do programa. “Esses doutores e doutoras retornam às suas comunidades, fortalecem redes de ensino e inspiram novas gerações a seguir na pesquisa. É uma formação que também gera impacto social e econômico.”

A coordenadora regional da Rede Educanorte, professora Ney Cristina Monteiro, da Universidade Federal do Pará (UFPA), lembrou o esforço coletivo na criação do programa e reforçou o protagonismo da região norte. “O PGEDA é hoje o maior programa de pós-graduação da UFPA em número de docentes e discentes. Desde 2020, já formamos mais de 100 doutores. É um orgulho fazer parte dessa rede, que nasceu de uma mobilização conjunta das universidades amazônicas e que precisa ser fortalecida com melhores condições de funcionamento”, afirmou.

Participou também da mesa de abertura o vice-reitor da Ufac, Josimar Batista Ferreira.



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