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NSA goes live with ‘Hybrid Compute Initiative’

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After years of development, the National Security Agency’s top-secret hybrid cloud environment is now operational.

The NSA has been pursuing the “Hybrid Compute Initiative” since at least 2020. The agency’s goal is to evolve the NSA’s on-premise GovCloud environment into a mix of commercial cloud capabilities and hardware-as-a-service offerings.

Jennifer Kron, chief financial manager at the NSA, said the Hybrid Compute Initiative and its updated “Intelligence Community GovCloud” went live earlier this year. Kron previously helped lead the NSA’s IT initiatives as the agency’s deputy chief information officer.

“This year it went live, and we are deploying mission with our partner,” Kron said Oct. 29 during the DoD Intelligence Information System (DoDIIS) conference in Omaha, Neb. “That’s our core mission services, our IC GovCloud, which provides hundreds of programs and systems that are used not only by NSA, but across the IC and [the Defense Department].”

The NSA awarded Amazon Web Services a potential $10 billion contract as part of the Hybrid Compute Initiative. AWS was re-awarded the contract after a 15-month acquisition saga, including a successful Microsoft protest that forced the NSA to re-evaluate its initial award.

The Hybrid Compute Initiative is complementary to the CIA’s Commercial Cloud Enterprise (C2E) contract, which offers the services of five major cloud vendors. Kron said the NSA’s initiative is “all about finding the right compute solution for each mission, the right option for every distinct problem and for every distinct purpose.

“That might be commercial cloud, it could be C2E, it could be an NSA instance of a [top secret] cloud,” Kron said. “It could be hardware-as-a-service for things that don’t quite work on commercial cloud. It could be on-prem. There’s a whole range of options. And so we’ve kind of evolved from saying, ‘No, we can’t do cloud that’s too open’ to ‘everything on the cloud,’ to really having a discernment as to what missions and what purposes should go into what which platform.”

The NSA’s move to embrace more commercial cloud options is driven by a major increase in data, leading to a massive increase in demand for processing and analytics.

“The long term reasons why we made this shift is the increased reliability, increased performance, ultimate scalability and modularity, the efficiency,” Kron said. “So there was no way we could get where we needed to go in [signals intelligence] and cyber without those partnerships.”

Meanwhile, Ryon Klotz, deputy CIO of the CIA, said the C2E contract is bringing the broader intelligence community into a multi-cloud environment and its array of digital services, including artificial intelligence.

“Our imperative is to deliver the multi-cloud foundation to allow the community to take advantage of those higher order services, whether they’re AI services natively provided by those vendors or third party or open source, to have the compute capacity to run those models, to do inference on cybersecurity data, but a variety of other mission imperatives,” Klotz said at DoDIIS.

The C2E contract is also intended to give the intelligence community access to “the broader ecosystems of technologies that have natively been grown in the cloud environment,” Klotz added.

“If you’re a startup, the last thing you’ll ever do is acquire a data center and buy some servers. You start in the cloud,” he said. “You natively built those capabilities in the cloud, you build a business model around consumption that is metered based on utilization. Those are the things that we think we can now gain access to by delivering this multi-cloud foundation.”

But as intelligence agencies deepen their reliance on cloud and hybrid models, leaders are also emphasizing the need to re-balance security risks.

“As we in the government are shifting more to cloud and to hardware and platform-as-a-service, the security profile and the security risk becomes even more of a shared responsibility between government and industry,” Kron said. “We need to think about exactly who has responsibility for which layers ensuring that we all are on the same page and that everything is meeting the same standards, and that requires a whole other level of trust and partnership, and that’s going to be really critical moving forward.”

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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